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Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

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Esta loucura da ideologia de género apresenta-se como algo moderno, mas, na verdade, é muito, muito antigo. Como ensina o PRESSE (programa que tem como população-alvo alunos e professores do 1º, 2º, 3º ciclos do ensino básico e ensino secundário, envolvendo também pais, encarregados de educação, pessoal não docente e restante comunidade):

Na pré-história o comportamento sexual era liberal. Em tribos que caçavam, a bissexualidade era comum. A virgindade feminina era pouco valorizada. As pessoas tinham liberdade para escolher os seus parceiros.

Claro que o PRESSE se esqueceu de mencionar que não era só a virgindade que não era valorizada, mas sim a mulher no seu todo, que qualquer macho podia acasalar com elas, quer elas quisessem quer não, e que eram eles que escolhiam livremente quem queriam usar para satisfazer as suas necessidades — mulheres, homens, crianças e até animais. Também não é mencionado que esses povos, pagãos, faziam sacrifícios humanos (principalmente de bebés) para apaziguar as divindades, e que as mulheres eram descartáveis e não tinham valor algum. Quanto à “bissexualidade ser comum”, faltam fontes fidedignas, mas ainda que fosse verdade isso não significa que era o comportamento correcto. Claro que o PRESSE também não mencionou que havia um pequeno povo, o povo de Deus, os Hebreus, que tinham práticas civis e morais instituídas por Deus e que viviam na contramão dos povos pagãos e idólatras.

Mas, nem precisamos ir tão longe para percebermos o quão nefasta é a ideologia de género e quais as trágicas consequências que sempre se abatem sobre os povos que abraçaram o seu princípio basilar — a imoralidade sexual.

Lembra-se do romance histórico “Os últimos dias de Pompeia”?

Há uma cena na qual um personagem diz ao outro: «Ione só tem um vício — ela é casta.» Essa expressão, ainda que num personagem fictício, resume bem a postura da sociedade em relação ao sexo antes da vinda de Jesus. Esta é a postura adoptada por muitos, nos dias de hoje, com o surgimento do neo-paganismo.

Ainda que os proponentes da ideologia de género encham a cabeça de professores, pais e alunos com esta falácia «o fortalecimento do cristianismo aumenta a quantidade de tabus sexuais na Europa», ignorando ou omitindo, propositadamente, que o judaísmo bíblico já defendia os valores que o cristianismo defende, a verdade é que o impacto do cristianismo sobre o sexo foi positivo ou negativo, dependendo de quem pergunta. O hedonista — antigo ou moderno — dirá que a fé cristã teve um desempenho terrível na questão do sexo. É só olhar para o cartaz que o movimento feminista/LGBQT exibe nas suas manifestações «Não pense na Bíblia quando fazemos amor!».

Claro que “amor” é algo muito mais nobre, sublime, responsável e sacrificial, do que satisfazer apetites e impulsos sexuais com quem e como se deseja.

Mas, a partir da perspectiva cristã, o sexo é sagrado, bom, prazeroso e totalmente recomendável no contexto do casamento. Qualquer desvio disso é errado. Embora a igreja de Roma tenha fomentado algumas heresias em relação ao sexo, com alguns líderes proeminentes a serem contra o sexo se este não visasse única e exclusivamente a procriação, os antecedentes gerais da igreja de Cristo são extremamente positivos.

Foi o cristianismo que ajudou a preservar a família como unidade básica da sociedade. Impediu que milhões de pessoas fossem contaminadas por doenças sexualmente transmissíveis e evitou muita infelicidade por parte daqueles que obedecem aos ensinamentos bíblicos. Ainda é isto que acontece hoje: muitos cristãos (infelizmente são cada vez menos) têm preservado a virgindade até ao casamento e são poupados de todos os tipos de doenças e aflições. Hoje, no rastro da revolução sexual, com a grande disseminação de doenças sexualmente transmissíveis, muitas pessoas deveriam olhar para a Bíblia e perceber que ela está certa desde o princípio.

A pergunta que quero deixar é esta:

- Já não existem padrões morais em relação ao sexo?

Aos que respondem «Não!»:

Qual será a vossa postura quando os vossos filhos e filhas, menores, forem “amados”por adultos cuja (des)orientação sexual os leva a “fazer amor” com crianças e adolescentes?