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Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

19.Jul.19

RE-IMAGINANDO O GÉNERO

Para aumentar a controvérsia, um membro de uma delegação governamental, que havia considerado o debate sobre a definição de género como exagerado, comentou o assunto com a baby-sitter da família. A baby-sitter estava justamente a fazer um curso no Hunter College intitulado “Re-imaginando o Género”. Ela explicou ao seu patrão que ‘género’ não mais significava ‘sexo’, mas referia-se a um papel socialmente construído.

A instrutora do curso, Lorna Smedman, havia redigido a seguinte introdução para os seus alunos:

“Neste curso vamos ler vários autores modernistas e pós modernistas e buscar compreender como os pensadores do século vinte re-imaginaram o conceito de género. O género é uma “construcção social” ou o produto de um “sexo biológico”? O que estaria envolvido na transgressão das categorias binárias mulher e homem, feminino e masculino, heterossexual e homossexual, natural e não-natural?”

 

Os representantes dos países conservadores não estavam interessados em voltar para casa com um documento que “transgredia as categorias binárias”, ou que abrisse a questão da homossexualidade.

Entre os materiais fotocopiados do curso havia um artigo, escrito por Adrianne Rich, intitulado “Heterossexualidade Compulsória e Existência Lésbica”, que incluía as seguintes citações:

“A heterossexualidade, assim como a maternidade, necessita ser reconhecida e estudada como uma instituição política. Num mundo de genuína igualdade, onde os homens fossem não-opressivos e educados, todos seriam bissexuais”.

Um artigo escrito por Lucy Gilbert e Paula Webster, “Os Perigos da Feminilidade”, sugeria que definir ‘género’ como “construcção social” significaria que o masculino e o feminino seriam não-naturais.

Particularmente problemático era um artigo escrito por Anne Falsto-Sterling, intitulado “Os Cinco Sexos: Por que Macho e Fêmea não são Suficientes”. Este artigo era a origem das ideias defendidas por Marta Llamas. O interesse da Sra. Falsto-Sterling em acrescentar sexos extras não parecia estar relacionado com uma preocupação sincera pelo pequeno número de indivíduos que sofrem destas anormalidades, mas com um desejo de desafiar crenças tradicionais.

Os promotores do género insistiam que a palavra havia sido aceita, tanto pela ONU como pela literatura académica, e nunca havia sido questionada. Os que a questionavam sugeriram que, se nunca o havia sido, talvez se devesse ao facto de que ninguém tinha tido conhecimento de que havia sido inventada uma nova definição.

Quando os Estados Unidos recusaram uma definição de género que incluísse termos referentes aos dois sexos, os delegados começaram a especular as possíveis razões da atitude. Marta Lorena Casco, como presidente da delegação hondurenha, exigiu dos funcionários da ONU uma definição de ‘género’. Recebeu, como resposta, que:

“Género não tem definição, e não necessita de a ter”.

 

O ‘género’ não foi a única fonte de contendas na Conferência. Quase todos os parágrafos geraram debate. Apesar de que mais de uma centena de novos parágrafos haviam sido adicionados, os que foram apresentados por delegados pró-família haviam sido misteriosamente omitidos do registo impresso dos procedimentos.

A Coalizão apoiou as demandas por uma clara definição de género. Os delegados pró-família perceberam que tudo o que era necessário seria definir claramente ‘género’ como referindo-se a “masculino e feminino, os dois sexos da pessoa humana”. Mas, quando Marta Lorena Casco, a delegada de Honduras, fez uma requisição formal de que a palavra ‘género’ fosse chaveada em todo o documento, a presidente da Conferência, Irene Freidenschlus, da Áustria, numa decisão sem precedentes, recusou-se.

Mas em seguida ficou evidente que a controvérsia não poderia ser finalizada, e Freidenschlus concordou em formar um grupo de contacto, que se reuniria de 15 de Maio a 15 de Junho, para discutir uma definição de género.

O “Boletim de Negociações da Terra” [“Earth Negotiations Bulletin”] comunicou que os Estados Unidos não estavam interessados em que ‘género’ fosse claramente definido. Conforme a afirmação de um delegado sénior americano, o “resultado provável seria a introdução de uma ‘imprecisão positiva’ no texto”.

Um terço do texto ainda estava entre chaves, e nenhuma decisão havia sido tomada sobre a questão do ‘género’. Olhando para trás, as forças pró-família entenderam que este havia sido o ponto alto da sua influência. Mas, por trás do cenário, dinheiro e poder estavam a ser utilizados para assegurar o triunfo da Agenda de Género.

 

A AGENDA DE GÉNERO

Redefinindo a Igualdade, Condensado da obra de Dale O’Leary “The Gender Agenda” 1997, Vital Issues Press, Lafayette, Lousiana

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