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Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

21.Set.18

Leiam e revoltem-se, porque é a pior coisa que já li.

A Organização Mundial da Saúde lançou um novo Guia de Educação — para a educação e saúde — em parceria com o governo alemão. O guia tem 83 páginas e foi compilado com abordagens diferentes de acordo com a faixa etária das crianças que o receberão. Para as crianças dos  0 aos 9 anos o guia incentiva a masturbação, o sexo livre e casual, o aborto e a homossexualidade infantil. Para as mais crescidas, dos 12 aos 15 anos, o guia foca e o aborto e a prostituição.

 

Infelizmente, a OMS [Organização Mundial de Saúde] tornou-se uma militante ferrenha em favor da cultura da  morte, que envolve, necessariamente, a destruição dos valores judaico-cristãos e impõe à nossa cultura políticas e valores que visam destruir, a todo o custo, a Família.

O excerto abaixo foi retirado, na íntegra, do artigo publicado pela Dra. Marisa Lobo e descreve com maior riqueza de detalhes o conteúdo da cartilha.

Abaixo, cito  alguns exemplos das aberrações e absurdos  que o guia recomenda que seja transmitido a crianças com idades compreendidas entre os 0 e os 16 anos. Uma mistura de pedofilia, sexualização precoce, indução de convicções homossexuais, apologia ao aborto… Enfim, leiam e revoltem-se porque é a pior coisa que já li.

Eis as recomendações do guia para ensinar sexo, promiscuidade, prostituição e aborto às nossas crianças:

 

  • 0 a 4 anos: prescreve aprendizagem  do “gozo”, orgasmo  e prazer quando tocamos o próprio corpo: “a masturbação da primeira infância”.
  • 0 a 4 anos: a idade é ideal para “a descoberta do corpo e dos órgãos genitais”.
  • Aos 4 anos, a OMS diz que os nossos filhos são capazes de “necessidades expressas, desejos e limites, por exemplo, no contexto de brincar aos médicos”.
  • Dos 4 aos 6 anos, as crianças precisam saber que a história da cegonha é um mito.
  • Aos 4-6 anos é uma óptima idade, segundo a Organização Mundial de Saúde, para “falar sobre assuntos sexuais”, explorar “relações do mesmo sexo” e “consolidar a identidade de género”.
  • Dos 6 aos 9 anos, os especialistas da OMS dizem que os nossos filhos estão preparados para aprender e defender os “direitos sexuais das crianças”.
  • Dos 9 aos 12, e até os 15 anos, devem saber acerca do incómodo da maternidade inesperada. Parafraseando:  “o impacto da maternidade e gravidez entre adolescentes; ou seja, planeamento familiar, planeamento de vida/estudos, a contracepção, a tomada de decisão e os cuidados no caso de gravidezes indesejadas”.  O que eles afirmam, sem rodeios, é que antes dos 15 anos os nossos filhos estão prontos para saberem tudo sobre a indústria do aborto.
  • Dos 9 aos 15 anos, é bom receber informações sobre métodos contraceptivos, onde os encontrar e onde obter um aborto.
  • Dos 9 aos 15 é uma idade-chave, de acordo com a OMS, para ensinar que a religião cristã é um obstáculo ao prazer e ao gozo de seus próprios corpos. “A influência da idade, sexo, religião e cultura” na educação afectivo-sexual.
  • Aos 15 anos é hora de “abrir-se a outras orientações sexuais (admitir a homossexualidade, bissexualidade e outras opções)”.
  • 15 anos é também a idade do saber, além disso, sobre “sexo comercial (prostituição e sexo em troca de pequenos presentes, refeições, ou pequenas quantidades de dinheiro), pornografia e vício em sexo”.

 

Além dos  conteúdos específicos, o guia de sexo para os padrões de educação na Europa, desenvolvido pela OMS, ainda tem os seus princípios:

 

  • O princípio de que os pais são uma “fonte informal” da educação, em relação ao estado como “fonte formal”.
  • O princípio de que a educação emocional e sexual das crianças deve ser planeada com “sensibilidade de género”. Ou seja: a natureza, os factos, os dados, a responsabilidade dos pais… Enfim, tudo deve ser submetido aos dogmas da “sensibilidade de género”.
  • O princípio de que a educação afectivo-sexual “começa no nascimento”.
  • O princípio de que a educação afectivo-sexual “deve ter uma abordagem holística”.
  • O princípio de que a educação afectivo-sexual serve o “indivíduo e o fortalecimento da comunidade”.

 

O guia tem 83 páginas e as palavras “amor” e “responsabilidade” não são citadas ou, quando o são, o seu peso e significado é completamente irrelevante. Em vez disso, fala constantemente de “prazer”,  “sexo”, “gozo”, “bem-estar pessoal”, “instintos” e “aborto”.

 

A Organização Mundial de Saúde é uma agência das Nações Unidas.

 

Com a orientação presente nas Normas de Educação Sexual na Europa, a agência tenta definir princípios e conteúdos básicos que os Estados devem desenvolver para educar as crianças europeias (e não só) sobre carinho e sexo, de acordo com os preconceitos e preceitos da ideologia de género. É um documento de enorme influência, dirigido aos ministros da Saúde e da Educação na Europa.

 

Leia o manual completo:

http://www.madridsalud.es/publicaciones/OtrasPublicaciones/standars_de_calidad_de_la_educacion_sexual_en_europa_traducido_12nov.pdf

 

Não se omita, não se corrompa.

 

Que Deus salve as nossas crianças e que cada um de nós estejamos unidos contra essa aberração. Além de orar, precisamos mobilizar-nos.

 

 “Abre a tua boca a favor do mudo, pelo direito de todos os que se acham em desolação”.

(Provérbios 31:8)

 

Apresentação1.jpg

 https://blog.comshalom.org/vidasemduvida/cartilha-oms-ensina-prostituicao-masturbacao-homossexualismo-aborto/

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