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Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

04.Nov.19

Foi uma verdadeira batalha campal

Obrigada António Madaleno!

«Gostava de fazer algumas observações sobre a reportagem e especialmente sobre o debate que se seguiu:


As pessoas transsexuais são merecedoras de toda empatia e consideração, devido ao sério problema que enfrentam ao sofrerem de disforia de género. Precisam de ter acompanhamento adequado e merecem mudar a sua aparência física para se adequar à sua realidade interior (deveria ser sempre em último caso e só depois de se chegar a uma conclusão médica abalizada).
Isto é uma situação.

Outra situação, é a chamada 'ideologia de género' que se baseia em pressupostos puramente ideológicos (baseados na teoria queer) e que está, de forma encapotada, sendo doutrinado às crianças nas escolas, conforme os múltiplos relatos de pais que ouvem seus filhos relatar-lhes este tipo de doutrinação e até mesmo de professores que se sentem incomodados em serem forçados a dar tal tipo de matéria.

A reportagem e nomeadamente o debate seguinte, baralhou estas duas situações como se fosse uma só e fez parecer que as 2 pessoas convidadas (Maria Helena Costa e Tiago Aragão do movimento DeixemAsCriançasEmPaz), parecessem dois monstros insensíveis e os colocassem como estando contra os transexuais, o que claramente ficou demonstrado que não estavam para quem estava atento no meio de toda a confusão.

Fiquei chocado ao ver um debate sem a devida moderação por parte da Alexandra Borges, jornalista que muito respeito e admiro. Sinceramente não gostei da ausência de uma moderação imparcial, lamento.

Tanto a Maria Helena Costa como o jurista foram alvo de discursos intimidatórios, escarnecedores, sem qualquer respeito pelo contraditório (pouco os deixavam desenvolver as suas ideias), até mesmo demonstrando arrogância e falta de respeito, como no caso do jornalista Emanuel Monteiro para com a Maria Helena Costa.

Especialmente a psicóloga convidada, Paula Allen (obviamente parte interessada em defender o seu ganha-pão e ideologia), foi de uma insolência e arrogância extrema em todo o seu discurso. Até mesmo implicou com a expressão usada pelo jurista ao se lhe dirigir a ela por "Sra. psicóloga", com uma atitude condescendente e infantilizadora, quando ele foi absolutamente correto com ela (ele não tinha a obrigação de saber como ela queria ser chamada). Bastava dizer simplesmente que gostava de ser chamada pelo seu nome pessoal. Como psicóloga demonstrou ter pouco autodomínio na discussão de uma matéria sensível e que requeria outra postura.

Com respeito ao advogado Garcia Pereira, que sabe-se ser claramente de ideologia de esquerda, não se esperava outra postura, defendendo aquilo que faz parte da sua posição ideológica. Faltou também alguma serenidade e compostura na forma como tratou, em especial a Maria Helena Costa.
Como conclusão, as únicas pessoas que me merecem elogios na forma como trataram os outros 2 convidados, foram o jovem André Carvalho e o Dr. Décio Ferreira.

Foi uma verdadeira batalha campal e tenho que dar os parabéns ao jurista e à Maria Helena Costa pela forma calma e estóica como enfrentaram um painel abusivo e hostil, o que infelizmente incluiu também aqueles que deveriam ser imparciais na moderação.

 

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