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Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

06.Fev.19

E a burra, sou eu?

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Esta nota já tem algum tempo, mas continua tão actual como a imposição da maldita ideologia do género.

Ainda pensei no título: O Egas o Becas e o Idiota, mas... optei por este.

No meio disto tudo, eu até acredito que as palavras do moderador Aurélio Gomes, homossexual, enganem algumas pessoas distraídas, mas... só mesmo as mais burras.

Desculpem lá, mas descobrir agora que o Egas e o Becas eram homossexuais (ou “andavam enrolados”, como diz em tom jocoso o Aurélio Gomes), é o mesmo que nunca ter desconfiado que o Monstro das Bolachas não gostava de bolachas.
 
Segundo o moderador do Eixo do Mal, homossexual e defensor do movimento LGBTQetc: «os sinais estavam lá todos: eles moravam juntos, tinham roupa a condizer, gostavam de musicais e, até a Revista New Yorker, em 2013, já tinha dado esta dica com a capa sobre os direitos dos homossexuais. Portanto, sejamos honestos, esta notícia da homossexualidade não é novidade para ninguém. A não ser, pois, para o partido da Cidadnia e Democracia Cristã. Manuel Matias, o presidente do Partido, escreveu, e passo a citar: «Para os activistas LGBT não há limites para a sua propaganda». E, não é que ele tem razão? É que foi exactamente por a Rua Sésamo ter sido um sucesso nos anos 80 que agora 92% dos portugueses são homossexuais. Há, pois é!»
 
Isto até pode fazer algum sentido, mas só mesmo para quem não pensa ou nunca viu a Rua Sésamo no tempo em que eu e os meus filhos mais velhos a vimos, muito antes de 2013 e da capa da revista New Yorker (que o comum dos portugueses nunca viu). Mas, vamos por pontos:
 
1. Quando vi a Rua Sésamo, nunca me chamou a atenção o Egas e o Becas morarem juntos, vestirem roupa a condizer e gostarem de musicais, até porque sempre pensei que fossem irmãos. Nesse tempo, e quero acreditar que ainda hoje, nada disso — morar na mesma casa, vestir roupa a condizer e gostar de musicais — era sinónimo de “paneleiro” (o único termo que eu conhecia para “homossexual”). Era comum as amigas andarem de braço dado na rua, os amigos dormirem juntos, em casa uns dos outros [o Egas e o Becas até dormiam em camas separadas], os irmãos vestirem roupas a condizer, pedirmos à nossa mãe para nos comprar uma roupa igual à da nossa melhor amiga/o e ver musicais, porque as tardes de Domingo, na TV, eram preenchidas com... MUSICAIS.
 
Já agora, pergunto:
Todos os homens/mulheres, que gostam de musicais, são homossexuais?
Todos so homens/mulheres, que moram juntos, são homossexuais?
E, todos os que vestem roupa a condizer, são homossexuais?
Confesso que nunca tal coisa me tinha passado pela cabeça...
 
2. Claro que a revista, numa matéria pró gay, publicou isso quando falou sobre os “direitos dos homossexuais”. Claro que o lobby LGBTQetc já estava em plena actividade e a revista foi paga para servir os seus interesses. Em 2013, já nem dava o Egas e o Becas na TV. Mas, a agenda da ideologia do género já estava em marcha, emporcalhando tudo com a [des]orientação sexual dos seus promotores, sexualizando o que não tinha sexo e reorientando a orientação sexual das personagens de programas infantis, das histórias e dos desenhos animados, para manipular a mente das crianças e fazê-las pensar que os desvios sexuais não são desvios, mas sim a norma desejável.

 

3. A revista New Yorker? A sério? Das duas uma, ou o “comentador” é ignorante, ou finge não saber que a maior parte da população portuguesa talvez nunca tenha lido a revista New Yorker... ou sequer saiba da sua existência.

4. “A notícia da homossexualidade não é novidade para ninguém”?

A do Egas e do Becas é novidade para todos os que, como eu, pensávamos que eles eram irmãos ou apenas grandes amigos. Para todos os que acreditam que há amizades entre dois homens e duas mulheres sem que haja sexo entre eles. Para todos os que acreditam que o sexo não é tudo e tudo não é sexo. Para todos os que não olham para tudo do ponto de vista Ideológico do SEXO (a que chamam género) e querem incutir nas crianças que não há grandes amizades, nem afinidades, sem que haja sexo.

5. Não vou julgar o “comentador” pelo partido que defende, senão teria de lhe chamar “esquerdopata”, mas creio que ficámos a perceber o tipo de pessoa que é ao tentar descredibilizar o Manuel Matias, porque, diz ele em tom jocoso: “é presidente do Partido da Democracia Cristã”. Ora, sendo o “comentador” do partido dos abortistas, “eutanasistas” e ideólogos de género, que pretendem destruir a família, o cristianismo e a identidade cultural do nosso país, como o rotularíamos? Qual é a sua credibilidade?

6. Talvez devido à lavagem cerebral marxista, a burrice inata dos ideólogos de género fá-los entrar em contradição consigo mesmos. Senão, vejamos:

É verdade que o facto de crianças, como eu, terem assistido a todos os episódios da Rua Sésamo, não transformou aquela geração em homossexuais, até porque, repito, NINGUÉM sabia que eles eram “paneleiros”.
Mas, para alguém minimamente inteligente, à luz do que ensinam os marxistas que compilaram os Guiões da "identidade” do género, se ninguém nasce homem nem mulher, se ambos são construções da sociedade e se a sexualidade de cada um é construída na escola — se as crianças nascem neutras, como já está a ser ensinado na Escola — o mais lógico é que, ao sermos expostas a um comportamento homossexual diário, protagonizado por bonecos de que tanto gostávamos, tivéssemos virado gays e lésbicas. Afinal, não é a sociedade, o meio ambiente e a nossa auto percepção, que determinam a forma como escolhemos relacionar-nos sexualmente?
 
O Manuel Matias tem toda a razão quando diz que: «Para os activistas LGBT não há limites para a sua propaganda».
 
É só olhar para o comentário, pleno de ignorância e mentira, do moderador do “Eixo do Mal”, e pesquisar o que o marxismo cultural tem vindo a disseminar, um pouco por todo o mundo, para percebermos o empenho das Esquerdas em — através da imposição do ensino obrigatório da Identidade de Género — desconstruir, confundir, sexualizar e doutrinar as crianças.
 
E, desculpa Manuel Matias, mas isso já nem é um caso de falta de limites, mas sim de ABUSO INFANTIL.
Vejam o vídeo, aqui:
 

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