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Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

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19.Jul.19

CONSPIRAÇÃO EM GLEN COVE

 

Como preparação para a Conferência de Pequim, a WEDO promoveu um encontro de três dias de Estratégias Globais das Mulheres, realizado de 30 de Novembro a 2 de Dezembro de 1994, em Glen Cove, Nova York.

Dez por cento das mulheres que participaram do encontro de Glen Cove eram empregadas da ONU, incluindo Gertrude Mongella, a secretária geral da Conferência de Pequim, e Kristen Timothy, a encarregada do credenciamento das ONGs.

Gertrude Mongella, da Tanzânia, possuía uma longa história de vínculos com a WEDO. Ela era membro do seu Comité Internacional de Acção Política.

A participação de Kristen Timothy levantou um certo número de questões, uma vez que um grande número de grupos pró-família e pró-vida, alguns dos quais já haviam participado em conferências anteriores da ONU, tiveram o seu status de Organização Não Governamental para a Conferência de Pequim inicialmente negado pelo seu escritório.

Já que o propósito do encontro de Glen Cove foi o planeamento de uma estratégia para influenciar o resultado das Conferências da ONU e atacar as políticas apoiadas pelas nações membros, a presença de tantos empregados pagos da ONU, mesmo que apenas como observadores, constitui, no mínimo, um sério conflito de interesses para o quadro da ONU. Isto também dá crédito às acusações de que a burocracia da ONU é muito mais sensível às preocupações das ONGs feministas do que à protecção dos direitos e interesses das nações membros.

Após o encontro, o relatório elaborado pela WEDO rotulou os grupos considerados obstáculos para a sua agenda:

 

“Monitore e oponha-se à internacionalização dos movimentos anti-aborto e outros fundamentalistas [...] Combata a Santa Sé e os movimentos fundamentalistas [...] Combata o fundamentalismo religioso extremista”.

 

Para as feministas o termo fundamentalista não se restringe aos extremistas muçulmanos ou aos protestantes que sustentam a inerrância bíblica. Nos painéis de discussão os palestrantes rotularam católicos, cristãos evangélicos, pró-vidas e quaisquer pessoas que acreditassem na complementaridade dos homens e das mulheres, ou que sustentassem a maternidade como uma vocação especial para as mulheres, de “fundamentalistas”. Dentro desta definição de fundamentalismo a maioria dos Estados Membros da ONU poderia ser classificada como “fundamentalista”. Mais ainda, também a Declaração Universal de Direitos Humanos, que defende a liberdade de religião, a maternidade e a família, teria que ser considerada fundamentalista.

Além dos quadros da ONU e dos membros de várias organizações feministas, a lista dos participantes em Glen Cove incluía representantes da Fundação Ford, da Fundação MacArthur, da IPPF, e da CNN.

Outros programas preocupantes promovidos em Glen Cove incluíam o aborto seguro “como um método básico de controlo da fertilidade e como parte essencial dos serviços de saúde reprodutiva”, o reconhecimento da “orientação sexual como um direito humano fundamental dentro do contexto de uma definição ampliada da família” e a educação dos homens e das mulheres para a transformação dos papéis de género.

Se a presença de Mongella no Encontro de Estratégias Globais das Mulheres constituiu um conflito de interesses, ela evidenciou um pior julgamento quando apareceu num vídeo criado para promover o Fórum das ONGs. O vídeo, intitulado “Quebrando as Barreiras”, atacava as principais religiões mundiais como anti-mulheres, promovia a interpretação feminista radical da história, defendia as bruxas e o culto às deusas e lembrava ao espectador que o filósofo inglês John Stuart Mill, que se havia engajado activamente na defesa dos direitos das mulheres, no século dezanove, considerava o casamento uma escola de despotismo. As mulheres que acreditavam que a religião havia promovido o bem-estar das mulheres não foram incluídas entre as entrevistadas.

Embora o vídeo tivesse sido produzido por uma empresa independente, sem o financiamento da ONU, a presença de Mongella e o uso do símbolo oficial da Conferência davam a impressão de que se tratava de uma produção oficial da ONU.

Ainda que os secularistas acusem que os estados religiosamente orientados estão impedindo o consenso, são de facto os secularistas os que estão determinados a impor a sua visão de mundo em cada esquina do mundo.

 

A AGENDA DE GÉNERO

Redefinindo a Igualdade, Condensado da obra de Dale O’Leary “The Gender Agenda” 1997, Vital Issues Press, Lafayette, Lousiana

 

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