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Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

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Exmª Sra. Isabel, o seu pai nunca lhe ensinou que é muito feio roubar?
 
Tenho certeza que sim. Mas, pronto, confessado o roubo, vamos lá desmontar as falácias do seu artigo de opinião https://expresso.pt/autores/2015-05-02-Isabel-Moreira#gs.2pxbiz
 
 
Roubar um artigo de opinião a uma jovem brasileira, dando como credenciais: negra e lésbica, revela que a Isabel já se rendeu ao marxismo cultural e à ideologia de género e que promove os micro-conflitos, que tão caros são ao socialismo, mulheres contra homens, brancos contra pretos, tudossexuais* contra heterossexuais, etc.
 
 
Há cerca de trinta anos, vivi no Brasil e, independentemente do que a Bia Ferreira possa explicar, à viola, as minhas cunhadas, negras e heterossexuais, viviam como qualquer branco de classe média (a pouca que ainda existia) e, muitos negros, no Brasil, eram mais ricos do que muitos brancos. Portanto, sempre vivi no meio de negros e brancos e sempre houve, e haverá, de tudo um pouco em todo o género humano.
Há cerca de trinta anos, no Brasil, trabalhei com homossexuais, no Shopping Center Recife, e não vi qualquer discriminação por eles terem uma orientação sexual diferente. Acredito que isso se devia ao facto de eles agirem como homens e de não esfregarem a sua intimidade sexual na cara de ninguém nem a exibirem como bandeira de um qualquer movimento LGBT.
Oportunidades?
São as mesmas para pretos, brancos e amarelos. O racismo é transversal a todo o género humano, independentemente da cor da pele. Se, nuns lugares, são os pretos que têm menos oportunidades, noutros, serão os brancos. O seu pai nunca lhe ensinou isso?
 
Não é a Constituição da República Portuguesa que diz que ninguém deve ser privilegiado, ou prejudicado, por causa da cor da sua pele, credo ou sexo?
 
Então, como é que a srª deputada defende que a cor da pele de alguém, ou a sua orientação sexual, lhe garanta um lugar onde quer que seja?
 
Acredito que não tenham dito muita coisa à Bia na escola, até porque, no Brasil, a escola pública era má demais e só mesmo os muito, muito pobres, punham lá os seus filhos.
 
Compará-la com a de cá ainda é incomparável, se bem que, com a geringonça e com os progressistas, como a Isabel, em partidos de centro-direita (eu sei que é só de nome) caminhamos rapidamente para uma escola igual à que havia no Brasil: má demais e totalmente marxizada.
Não admira, portanto, que a Bia não tenha aprendido nada que preste numa escola dominada e instrumentalizada pelo socialismo/comunismo, mas D U V I D O que não a tenha ensinado a ser petista até ao tutano. E isso vê-se nas explicações que ela dá, à viola.
Não há nada interdito a crianças? A sério, Isabel?
Ainda bem que já não ensina… Ensinar as crianças a respeitar o próximo, como o seu pai lhe deve ter ensinado, não passa por vestir rapazes de meninas, ou vice-versa, nem por incutir nas crianças, a partir dos três anos de idade, que não são meninos nem meninas, que os pais lhes mentiram para perpetuar o domínio do homem sobre a mulher, imposto pela sociedade, e que é a Escola que vai ajudá-los a construir-se sexualmente mediante experiências sexuais, que devem experimentar para perceberem quem são.
Sexo, srª deputada, é coisa para os pais conversarem com os filhos na idade certa. Pornografia, não é coisa para crianças. É interdito a crianças e é crime expô-las. Sexo, na escola, só mesmo na perspectiva da biologia e não exibindo três filmes de relações homossexuais para explicar o aparelho reprodutor (que explicação tão ridícula) a adolescentes de 14/15 anos.
  • Desde quando é que, para falar de igualdade, se tem de falar de sexo, sexo e mais sexo? [1]
  • Desde quando é que a orientação sexual de alguém é quesito para a pessoa ser respeitada, empregada, incluída, amada?
  • Não devemos respeitá-la só porque é uma pessoa?
  • Para proteger a “saúde da vida da cidade”, é preciso despertar as crianças para o sexo desde a mais tenra infância e erotizá-las?
Para explicar a lei da gravidade a uma criança, será preciso atirá-la do 5º andar abaixo?
Não nos atire areia para os olhos com a mentira de que estão a ensinar “jovens pré-adolescentes ou adolescentes”, srª deputada, pois a ideologia de género está a ser enfiada goela abaixo em todos os ciclos de ensino, do pré-escolar ao secundário, desconstruindo a identidade e a sexualidade das nossas crianças. [2]
Tem filhos, Isabel? Ensine-os como quiser, mas #DeixeAsNossasCriançasEmPaz
Eu também andei na escola. E, não, não se exibiam filmes com dois homens e duas mulheres a fazerem sexo, não se falava de orientações sexuais, de bacanais (hoje, chamam-lhe poliamor), de sexo oral, anal, etc., de como era libertador sair do armário [heterossexualidade] imposto pela sociedade machista opressora, mas sim de respeito para com todas as pessoas e das matérias necessárias para seguirmos uma carreira profissional e termos um bom nível de cultura geral.
Hoje, as crianças saem do infantário a saber o que é um bacanal, mas saem da universidade sem saber quem foi o primeiro rei de Portugal (li por aí).
Bulliyng? Nome chique e moderno para algo que SEMPRE existiu e que não tem nada a ver com sexo nem com a orientação sexual de quem quer que seja, mas sim com a maldade que há no coração humano.
Diga-me, Isabel, também pensam engordar uma magrinho, que faz bulliyng com um gordinho, para ele se colocar na pele do outro? Ou, quiçá, emagrecer um gordinho… Obrigar um que não precisa de óculos a usá-los para se pôr na pele do “caixa d’óculos” “cegueta” “quatro olhos”…
 
 
O meu filho do meio, o mulato mais bonito do mundo, um dia chegou a casa a chorar e a dizer que os meninos, na escola, lhe chamaram preto. Coloquei-o no meu colo e disse-lhe: «Ó meu amor, quando eles te te chamarem preto, chama-lhes brancos.»
 
Hoje, é um homem bem resolvido, querido e amado por pretos e brancos que lhe chamam preto. Eu também lhe chamo preto, o meu amado e querido preto.
 
Sexo, Isabel, é para ser vivido por pessoas adultas, na intimidade. Não é para usar como gerador de conflitos e promover a bandeira ideológica LGBTQI. Crianças, não têm que dizer “eu sou lésbica” quando ainda nem idade têm para decidir a que horas vão prá caminha.
A Educação Sexual Integral, que pessoas como a Isabel querem impor na Escola, é uma fábrica de fazer gays, lésbicas, bissexuais, trans, travestis e tudo o que não é hétero. É disso que se trata. Quando ensinam às crianças que ninguém nasce hétero, que é a sociedade que impõe a heterossexualidade, e depois dizem que há crianças que nascem gays ou lésbicas, ou um dos outros 112 géneros, estão a fabricar a sexualidade dessas crianças. Só não vê isso quem não tem senso crítico e não sabe o que se está a passar pelo mundo.
 
Nunca fui lésbica e também me chamaram “fufa nojenta” na escola. E, acredite Isabel, quase todos os homens hétero deste país já foram chamados de “paneleiros” na escola.
 
Sempre se soube que há homossexualidade e, antigamente, tal como hoje, há quem respeite as pessoas e quem não as respeite. Tinham medo de dizer QUEM eram? Desde quando é que uma pessoa é a sua orientação sexual? Homofobia? Medo de homens? Fobia, não é um distúrbio psiciológico?
  • Os homossexuais não tinham direitos?
  • Onde? Em Cuba? Nos paraísos socialistas?
  • Cá, neste país à beira-mar plantado, não podiam estudar? Votar? Exercer uma profissão?
Gostava de a ver nos países onde os homossexuais são realmente privados de todos os direitos, incluindo o direito à vida.
 
Confesso que ao ler as suas palavras me sinto um bocado confusa, pois conheço homossexuais com grandes carreiras, em todas as áreas do saber, e nunca os ouvi dizer que não tinham singrado por serem homossexuais. Pois… Talvez porque não andassem com a bandeira LGBT na mão a gritar aos quatro ventos o que faziam na sua intimidade… Tenho 53 anos, nunca assisti a um crime de ódio e não tenho dificuldade em olhar nos olhos de quem quer que seja. Se alguns dos meus amigos são gays e não me contaram, estão no seu direito; os que me contaram, continuo a olhá-los nos olhos e não perderam a minha amizade.
 
Isabel, quantos hétero, homossexuais, trans, pretos e brancos se suicidam? Sim, eu sei que o número de suicídios de transexuais, que acreditaram na mentira de que cirurgias e hormonas os transformariam em algo que nunca foram, ou virão a ser, é mais elevado do que no resto da população, mas a culpa não é da população. A Bíblia (ou prefere o Corão?) ensina algo em que todos deveríamos meditar:
«De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados.» (Lamentações 3:39)
Só os trans, ou homo, é que se suicidam por não serem aceites pela sociedade? Claro que não.
Se todas as pessoas se suicidassem por não serem totalmente aceites pela sociedade, garanto-lhe que não seria preciso abortar nem mudar a sexualidade humana para diminuir a população mundial.
Onde estamos nós quando o vizinho do lado se suicida porque perdeu tudo e não sabe como sustentar a família? Creio que no mesmo lugar onde estamos quando um homossexual se suicida.
A escola deixa-nos sempre em algum ponto. Compete-nos continuar a crescer como pessoas e perceber que é preciso ler e estudar durante toda a vida para não sermos ignorantes. Não há igualdade entre homossexualidade e heterossexualidade. Isso fica claro na biologia: uma é estéril, a outra garante a continuidade do género humano. Transexualidade é um transtorno da sexualidade — disforia de género — e deve ser tratado (eu sei que a OMS a retirou das doenças mentais, mas isso deve-se à pressão do lobbie LGBT), não incentivado em crianças quando estudo científicos garantem que 98% dos rapazes e 88% das meninas que não se identificam com o seu sexo de nascença, ultrapassam isso após a puberdade e passam a identificar-se com seu sexo biológico. [3] Como escreveu um o Psiquiatra Pedro Afonso:
«Os casos de disforia do género devem ser referenciados para a psiquiatria, de modo a serem acompanhados pelos vários profissionais de saúde competentes, pois as doenças não se tratam por decreto-lei. Além disso, a história ensina-nos que sempre que a medicina se subjugou à ideologia, os resultados foram desastrosos para a humanidade.» [4]
 
Educar para a cidadania não tem nada a ver com educar para o sexo, 112 formas de o fazer, desde muito cedo, livremente, fora da heterossexualidade machista opressora. As leis podem ter mudado, mas a Isabel, tal como cada ser humano, nasceu do sexo entre um homem e uma mulher. Família é o resultado de relacionamentos heterossexuais e não homossexuais. Se os seus pais fossem homossexuais, a Isabel não existiria.
 
Todos os filhos dos seus amigos gays e lésbicas nasceram de um espermatozoide [do homem] e de um óvulo [da mulher]. Se as suas reivindicações prevalecerem, muito em breve, deixará de se ensinar Biologia e Ciências, tal como já se faz com História e Geografia, para não chocar os “filhos” de dois pais ou de duas mães com a verdade cruel de que ambos, ou um deles, não são os seus pais biológicos e que, nem sequer levaram em conta o superior interesse da criança quando decidiram privá-la do direito a um pai ou a uma mãe. Creio que uma simples ida ao jardim zoológico será elucidativa para a criança e, portanto, inconveniente.
Quem se responsabiliza pelo trauma que essas crianças possam vir a experimentar?[5]
Trumps, Bolsonaros e Andrés Ventura? Olhe que não!
Srª Isabel Moreira, não são só as pessoas que menciona que se estão a levantar contra a imposição da ideologia de género nas escolas sob a batuta da EXTREMA ESQUERDA e de camaleões como a srª. São todos os pais e encarregados de educação que começam a perceber que as suas palavras, politicamente correctas, escondem uma tentativa de destruição da sociedade e dos valores sob os quais foi fundada. Todo os que começam a perceber que palavras como tolerância e inclusão, igualdade e identidade de género, são apenas máscaras para impor a ideologia de género nas escolas estão a levantar-se contra esta engenharia social. Não sei se sabe, mas: «há países que tentam travar as legislações de género impostas por governos de todas as cores, que seguem os ditames da agenda de género à margem dos desejos de alguns cidadãos que são ignorados. Mas a rebelião mais efectiva provém dos países que pertenceram à URSS, vítimas da reengenharia social comunista, que têm detectado nesta nova ideologia alarmantes semelhanças com o totalitarismo que já viveram. Assim, Hungria, Polónia, Croácia… tentam defender-se das imposições de organismos internacionais para estabelecer as políticas de género”.[6]
Nada disto é novo para quem leu os proponentes de género — todos eles comuno-marxistas — cujos escritos constam nos guiões escolares que pretendem doutrinar as nossas crianças. Como escreveu o Dr. Guilherme Schelb:
 
«… o comunismo (ou marxismo) tem como alvo central a extinção da propriedade privada. Na leitura marxista, a família tradicional monogâmica (homem, mulher e filhos) é a causa do surgimento da propriedade privada. É o que Engels escreveu em seu livro "A origem da família, da propriedade privada e do Estado.»
 
Colocando em prática este objectivo de destruição da família monogâmica tradicional, os movimentos extremistas propõem abertamente a proibição da menção à expressão "pai" ou "mãe" em escolas e até em registos públicos de identificação civil, em explícita violação à constituição e às leis [portuguesas], que reconhecem o direito da criança à sua família natural. O alvo central é alcançar a mente das crianças, afastando-as do entendimento e compreensão da importância da família natural.
 
De facto, na lógica marxista, a família natural – pai, mãe e filhos – deve ser desvalorizada ao máximo. Por isto, hipertrofiam a noção de 'afectividade' e diminuem a importância da maternidade ou paternidade natural. "Mãe é quem cria" tornou-se o aforisma marcante desta visão, como a dizer que a gestação e a hereditariedade biológica fossem de menor importância. Devemos reagir a isto e respeitar o que dispõe a Constituição: a criança tem direito à sua família natural.»[7]
 
Nós sabemos o que Isabel quer. Nós sabemos.
Aprendemos fora da escola, mas sabemos.
Atenciosamente,
 
* Palavra que inventei