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Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Guia de Educação - Género e Cidadania - 2º Ciclo

Infelizmente, ainda há pais que acreditam que "género" é só uma palavra menos forte e explícita para SEXO.

Para esses, faço este exercício substituindo a palavra género por SEXO e colocando algumas questões aos conteúdos:

Índice
Nota Prévia VII
INTRODUÇÃO. SEXO, educação, cidadania... o desafio 1
1. ENQUADRAMENTO TEÓRICO 5
1.1.  SEXO e Cidadania 7
1.1.1. De que falamos quando falamos de SEXO? 10 (fala-se de sexo, sexo, sexo e mais sexo e em todas as suas variáveis possíveis e imaginárias)
1.1.2. O  SEXO como categoria social 20 
1.1.3. A formação da identidade de  SEXO 23 (Quem forma a identidade sexual das nossas crianças? A Escola?)
1.1.4. Estereótipos de SEXO 26 (Quem define esses estereótipos? Teóricos feministas, gays, lésbicas, bissexuais, etc.? Associações LGBTQIA+) 
1.1.5. De que falamos quando falamos em cidadania? 33
1.1.6. Que relações entre  SEXO e cidadania? 37 (As que os teóricos quiserem e sem direito a contraditório.)
1.1.7. De que falamos quando falamos em cidadania e educação? 40
1.1.8. Construindo práticas de cidadania 46

1.2.  SEXO e Currículo 49
1.2.1. Currículo Formal e Informal 49
1.2.2. O poder da linguagem e dos materiais pedagógicos 55
1.2.3.  SEXO, saberes e competências 59 (De quem?)
1.2.4. A importância das iterações e dos espaços escolares 61
1.2.5. As e os docentes na educação para a igualdade 63
1.3. A transversalidade do  SEXO na intervenção educativa 67 (ou a omipresença do sexo - da ideologia de género - em todas as disciplinas e até no espaço escolar)
1.3.1. A construção do  SEXO na intervenção pedagógica 69 (Quem constrói? Quem define? Como constrói?)
1.3.2.  SEXO e percursos escolares 73 (Tipo: quem contestar a ideologia do género tem o percurso escolar em risco?)
1.3.3. A transversalidade do SEXO nas propostas de intervenção educativa do guião 75 (+ transversalidade)


2. INTERVENÇÃO EDUCATIVA: SEXO E AS PRÁTICAS LÚDICAS DOS TEMPOS LIVRES 79 (Práticas lúdicas de SEXO nos tempos livres?) 
2.1. As actividades lúdico-motoras e o desenvolvimento dos padrões de comportamento masculino e feminino 81 (Quem define que padrões são esses, já que não são os que prevalecem há milénios? Desenvolvidos sob quais premissas? Quais os autores dessa premissas?)
2.2. Intervenção educativa: sugestões práticas. Introdução 87
a) O que fazem as raparigas e os rapazes nos seus tempos livres? 89
b) Os tempos livres dos nossos pais e mães eram iguais ou diferentes dos nossos? 95
c) As histórias dos tempos livres de uma amiga e de um amigo imaginário 101
d) As notícias desportivas na nossa terra: sobre o quê e sobre quem? 107
e)  SEXO, estilos de vida e saúde (Aqui, claro, além dos métodos anti-concepcionais, como a pílula do dia seguinte, fala-se de aborto, aprende-se a colocar preservativos, simular actos sexuais, etc.) 

INTERVENÇÃO EDUCATIVA: SEXO, HISTÓRIA E PATRIMÓNIO 115
3.1. SEXO, História e Património 117
3.2. Intervenção educativa: sugestões práticas. Introdução 121
f) O mosaico romano 123
g) Filipa de Lencastre 127
h) Personagens do século XX português 133
i) À Descoberta do Património Imaterial 135
j) O nome da minha escola 13 (tudo isto será analisado sob o ponto de vista ideológico de género/progressista/de esquerda e haverá lugar à diabolização dos descobrimentos e do colonialismo)

INTERVENÇÃO EDUCATIVA: SEXO E AS PERSONAGENS NA LITERATURA 141
4.1. A diferenciação de SEXO nas personagens de literatura infantil e juvenil 143 (É aqui que será afirmado que o príncipe violou a Bela Adormecida, pois beijou-a sem o seu consentimento e que o feminismo acusará o homem de todos os males causados às mulheres. É cada vez mais difícil ser rapaz e heterossexual na Escola.)
4.2. Intervenção educativa: sugestões práticas. Introdução 147
k) Líderes e seguidores/as: e se…? 149 (Frida Kallo, Che Guevara, etc.)
l) Rapazes de ação, Raparigas de ação 153 (Desconstrução das diferenças biológicas e dos papéis de ambos os sexos)
n) Contos antigos, versões modernas 163 (A maioria das histórias terá personagens gays, transexuais, etc.)
o) As preferências e as escolhas individuais 171 (De acordo com os "conselhos" dos apologistas LGBTQIA+)
BIBLIOGRAFIA 177
RECURSOS 205
GLOSSÁRIO 213
NOTAS BIOBIBLIOGRÁFICAS 221

Tenho três perguntas:

Havendo só 6 horas de "Cidadania e Desenvolvimento" ou "Educação para a Cidadania" no 1º e 2º ciclos, e 12 horas no 3º, como se aborda esta mixórdia de temáticas + as que é alegado constarem da disciplina? 

Como é que se pode chumbar um aluno por 6 horas de faltas a uma disciplina totalmente político/ideológica sobre sexo?

Ainda se admira com o facto dos adolescentes começarem a vida sexual cada vez mais cedo e sem qualquer tipo de pudor? 

 

 

Eis as consequências da educação integral para a sexualidade na Escola e do alheamento dos pais da vida dos próprios filhos. Eis o resultado das aulas de Cidadania e da transversalidade das teorias de género a todas as disciplinas.
Olhe para as imagens e perceba os resultados da ideologia de género nos diversos países onde tem entrado:
 
 

 
 
Sim, é VERDADE, a lei 38 esconde ratoeiras para punir os pais que não aceitem a auto-determinação dos filhos e coloquem objecções à "mudança" de sexo ou orientações sexuais dos filhos, ainda que possam ser fluídas: de manhã é hetero, à tarde gay e à noite bi, etc.
De acordo com a Lei 38/2018
Artigo 7.º
Legitimidade
2 - As pessoas de nacionalidade portuguesa e com idade compreendida entre os 16 e os 18 anos podem requerer o procedimento de mudança da menção do sexo no registo civil e da consequente alteração de nome próprio, através dos seus representantes legais, devendo o conservador proceder à audição presencial do requerente, por forma a apurar o seu consentimento expresso, livre e esclarecido, mediante relatório por este solicitado a qualquer médico inscrito na Ordem dos Médicos ou psicólogo inscrito na Ordem dos Psicólogos, que ateste exclusivamente a sua capacidade de decisão e vontade informada sem referências a diagnósticos de identidade de género, tendo sempre em consideração os princípios da autonomia progressiva e do superior interesse da criança constantes na Convenção sobre os Direitos da Criança.
ENTENDAM: ainda que os representantes legais não concordem, prevalece o consentimento EXPRESSO, LIVRE e ESCLARECIDO do REQUERENTE. O relatório médico é mera formalidade, pois o médico só pode atestar a vontade do requerente sem, em momento algum, contrariar a sua vontade de fazer mastectomia, amputação do sexo, etc.
 
Além disso, leiam o
Artigo 14.º
Responsabilidade
1 - A prática de qualquer ato discriminatório, por ação ou omissão, confere à pessoa lesada o direito a uma indemnização, por danos patrimoniais e não patrimoniais, a título de responsabilidade civil extracontratual, nos termos do Código Civil.
2 - Na fixação da indemnização, o tribunal deve atender ao grau de violação dos interesses em causa, ao poder económico dos autores do ilícito e às condições da pessoa alvo da prática discriminatória.»
EXPLICANDO: se os pais se recusarem a tratar o filho como ele se auto-percebe - por acção ou omissão - e ele apresentar queixa deles, sofrerão as sanções previstas neste artigo da Lei 38/2018.
Além disso, e também CONTRA OS PRÓPRIOS PAIS (caso estes não concordem e apoiem as auto-percepções dos filhos devidamente influenciados NA ESCOLA E NOS MEDIA pela ideologia de género):
 
Lemos no Artigo 16.º
Direitos processuais das associações e organizações não-governamentais
1 - É reconhecida às associações e organizações não-governamentais, cujo objeto estatutário se destine essencialmente à defesa e promoção do direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género e do direito à proteção das características sexuais de cada pessoa, legitimidade processual para a defesa dos direitos e interesses coletivos e para a defesa coletiva dos direitos e interesses individuais legalmente protegidos das pessoas associadas, bem como para a defesa dos valores protegidos pela presente lei.
ISTO SIGNIFICA que os pais (além de todas as outras pessoas) podem ser processados por Associações LGBTQIA+ caso os filhos se queixem do que quer que seja a essas associações radicalizadas, que os influenciam e aliciam na ESCOLA.
 
Mais uma vez, o POL[H]ÍGRAFO MENTE ao usar alguns artigos da lei e omitir as RATOEIRAS.
BAIXEM A LEI E LEIAM-NA TODA. Se não entenderem a linguagem consultem um jurista.
 
Lei que estabelece direito à autodeterminação de género tem
 
23 Set, 2020

PIN Parental

A Associação Família Conservadora "criou" o PIN Parental para Portugal e disponibiliza-o no seu site.
Objectivos:
- Que os pais que não querem que os seus filhos sejam ratos de laboratório de uma experiência social, abusados com conteúdos de género, confundidos e erotizados precocemente, o usem na altura da matrícula para dar conta da sua decisão à Escola.
 
- Depois de assinado, ou carimbado, pela direcção da Escola, o PIN deve ser-nos enviado para posteriormente o fazermos chegar às entidades competentes (quanto mais pais usarem o PIN, mais força teremos).
 
- Caso a Escola não acate a decisão dos pais, a Associação Família Conservadora ajudá-los-à quanto aos passos a seguir para proteger os seus filhos e, caso seja necessário, colocará à disposição dos seus associados advogados pró bono para os aconselhar e acompanhar.
 
 
PIN PARENTAL DE PORTUGAL
Por uma pedagogia do respeito da liberdade com responsabilidade

Exmo/a Sr(a).________________________________
Diretor(a) da _________________________________

Assunto: Solicitação prévia de informação e autorização expressa
 
Eu, pai/mãe e/ou encarregado/a de educação do aluno/a ____________________________________________, venho por este meio solicitar a sua consideração para a exposição que a seguir lhe faço:
 
1. Dada a possibilidade do meu filho (/da minha filha) ser endoutrinado/a em ideologia de género e educação sexual na instituição que dirige, com
programas objectivos, conteúdos e actividades curriculares, extra-curriculares e circum-curriculares que podem atentar contra a minha vontade, princípios e valores morais;

2. Tendo em conta que a Lei Constitucional n.º 1/2005 de 12 de Agosto da República de Portugal consagra no artigo 36.º (5) que “os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos”, não podendo assim o Estado “programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas” (artigo 43.º (2)), competindo a este antes “cooperar com os pais na educação dos filhos” (artigo 67.º (c)) e proteger os pais e as mães “na realização da sua insubstituível acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação” (artigo 68.º (1));
 
3. Tendo em consideração que tais direitos constitucionalmente exarados me consagram o dever de educar os meus filhos de acordo com minha disciplina familiar, isto é, a narrativa e convicções familiares que sub-jazem e permeiam o respeito e dignidade parental por eles, apelo que o/a Sr./a Director/a, por favor e gentileza,
 
1. Nos informe previamente, através de uma declaração jurídico-formal enviada pelos órgãos oficiais, sobre qualquer programa, planificação, assunto, conversa, workshop ou actividade que afecte estas questões morais socialmente controversas, sobre género e sexualidade que, podendo ser intrusivas à consciência, privacidade e intimidade do meu filho, devem ser previamente conhecidas, analisadas, discernidas e filtradas por mim, pai ou mãe, para que, com base neste processo parental, possa consentir ou não que o meu filho participe dessa endoutrinação;
 
2. Nos envie um cronograma com a descrição das actividades, conteúdos, objectivos, materiais, datas, durações, nomes e títulos das pessoas que a apresentação e as entidades organizadoras e seus endereços;
 
3. Sem o meu consentimento mediante a minha assinatura do documento formal de solicitação de autorização prévia acima referido em nome da
instituição a que dirige, isente o meu filho da participação nessas actividades, facilitando-lhe a possibilidade de realizar uma tarefa alternativa, como seja colocá-lo na biblioteca da escola para realizar os trabalhos de casa ou a estudar.
 
Esperando que Sr./a Director/a faça tudo o que estiver ao seu alcance para impedir que a ideologia de género continue a propagar-se seminal e impunemente entre as pessoas menores de idade, e que fomente o papel parental da supra prioridade de serem os pais os primeiros decisores da
refundação, recentração e reinterpretação de programas escolares livres de quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas, antecipadamente agradecemos a sua colaboração.
 
Assinatura:________________________________________________________________
Data:____________________
 
Descarregue e imprima aqui

Percebam, por favor, como é que a comunicação social vos engana:
Título e sub-título de uma notícia, que saiu no jornal O Público, no dia 21/08/2019:
 
«NÃO SERÁ A VONTADE dos alunos a determinar a que casas de banho vão, mas sim o sexo a que pertencem 😤
Novo diploma sobre identidade de género nas escolas está a motivar uma onda de protestos. Ministério da Educação esclarece que só alunos “em situações muito particulares” poderão escolher instalações independentemente do seu sexo de origem.»
 
Estes jornalistas devem pensar que todos os portugueses são burros e não conhecem a lei, nomeadamente o Despacho 7247/2019:
 
«3 - As escolas devem garantir que a criança ou jovem, no exercício dos seus direitos, aceda às casas de banho e balneários, tendo sempre em consideração A SUA VONTADE EXPRESSA e assegurando a sua intimidade e singularidade.» 🤔
 
Entendeu? É, ou não é, a VONTADE da criança ou jovem que determina a qual casa de banho ela vai?
E, para piorar a ideia de um analfabetismo funcional da população portuguesa, em canal aberto de televisão, uma das promotoras do despacho confirma ser mentira a notícia do Público 👇



 

No dia do pai, eis uma actividade feminista, de género, para denegrir o SEXO masculino e a família :



A parte que eu mais abomino nesta doutrinação feminista de género é o facto de quem faz estes vídeos achar que somos todos seres incapazes de pensar. Senão vejamos:

 



A mulher é-nos apresentada como alguém que é dona de casa, esposa e mãe a tempo inteiro:

• ajuda os filhos com os TPC;

• limpa a casa;

• cozinha;

• levanta a mesa;

• lava a loiça;

• passa a ferro;

• faz as compras;

• trata dos filhos.

Portanto, não trabalha fora de casa.

 



O homem é-nos apresentado como um malandro safado:

• vê televisão;

• gere o orçamento doméstico;

• faz pequenas reparações domésticas;

• trata do carro;

• e pergunta se o jantar já está pronto…



Ou seja, é uma família que deve viver do Rendimento Mínimo, pois, de acordo com a apresentação, NINGUÉM trabalha o dia inteiro para prover sustento para a família... Certo?

 



Depois de anos a levar com isto na Escola, qual é a mulher que quer casar?

E qual é a criança que não interioriza a MENTIRA de que "ninguém nasce homem ou mulher"?



 

Vejam o vídeo aqui

A longa viagem da Maria João Marques: do libertarismo do Insurgente → à  defesa das posições políticas do Bloco de Esquerda | perspectivas

https://www.google.com/search?q=artur+mesquita+guimar%C3%A3es&sxsrf=ALeKk02dUtDMDd0qKyKgH3GrXtMSyrW9Fg:1599845060763&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=2ahUKEwjegqukz-HrAhVT3IUKHYC3B7kQ_AUoA3oECA0QBQ&biw=1920&bih=969#imgrc=cN3DVrQEpUqjxM

 

A semana, ou talvez as últimas semanas, têm sido ricas de opiniões, o que em si é salutar, relacionadas com o caso da “escola dos nossos filhos”, mas algumas das notícias/opiniões impõem resposta.

A questão de fundo é se aquelas crianças devem ser reféns da teimosia desmiolada dos pais

A estas e outras afirmações de carácter grosseiro,  reveladoras de falta de cidadania e de quem se apresenta desesperado, pouco respeitadoras dos princípios da liberdade (vá-se lá saber porquê!), respondemos clara e publicamente:  com a superior autoridade natural de pais (que a Constituição e os Direitos Humanos, aliás reconhecem), garantiremos a defesa da nossa liberdade e a proteção dos nossos filhos até ao limite das nossas forças, pelo superior interesse do bem deles.

Aos nossos filhos dizemos: fiquem tranquilos, nós, os pais, por certo estaremos à altura de vos proteger.

Também se tem dito por aí: mas quem é este “fulano” que aparece agora armado em herói, ou qualquer coisa semelhante. Este fulano (nem mais nem menos) é uma pessoa, cidadão de igual dignidade e plenos direitos tal como Francisco Louçã, Fernanda Câncio, Pedro Filipe Soares, João Costa, João Paulo Pedrosa, Ana Mendes Godinho ou qualquer outro cidadão, que com o trabalho de cada dia procura contribuir para o bem comum e levar a vida para a frente.

Sobre 20 deputados socialistas, repito 20 deputados socialistas, não o PS, já que há militantes do PS subscritores do abaixo-assinado em nossa defesa… o “Observador” dá a seguinte notícia:

“pedem esclarecimento sobre a atuação de CPCJ” (curioso!) e refere ainda: «O progenitor (entenda-se pai) exibiu os filhos nos órgãos de comunicação social e desadequadamente, apenas com o propósito de assinalar e afirmar a sua discordância com uma disciplina do currículo de ensino”, sustentam estes deputados do PS» (afirmação triste e lamentável!).

Não, senhores deputados do PS, não é a primeira vez que os nossos filhos aparecem na comunicação social, quer na impressa como mesmo na TV e sempre por boas causas. Talvez seja porque são simpáticos, bons rapazes e também talvez seja isso que vos incomoda.

Pois bem, este tipo de comentários, grosseiros e agressivos, em jeito intimidatório à semelhança do Despacho emitido pelo Senhor Secretário de Estado João Costa, seguramente não nos afastarão da defesa dos nossos direitos e da nossa liberdade.

É caso para perguntar: porque será que todos estes senhores estão tão surpreendidos por nós não renunciarmos aos direitos que a Constituição, as leis da República e ainda os Direitos Humanos nos reconhecem?

Enfim, comportamentos próprios de “meninos mimalhos” burgueses, no caso adultos, que não estão habituados a ser contrariados e pensam que fazem o que querem e levam a melhor só por fazerem perrice – aquilo que às vezes se vê nos supermercados.

Pela nossa parte também entendemos que quem de direito deve tomar as medidas adequadas, na defesa dos nossos direitos e liberdades (aqui quando referimos “nossos” deve entender-se os nossos e os de todos) e por isso apresentámos uma queixa no Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga contra o Ministério da Educação e contra o Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco, onde estudam os nossos filhos, que já produziu os seus efeitos.

Também apresentámos, junto do Sr. Presidente da República, as razões que nos levam a pedir que diligencie no sentido da destituição do Senhor Secretário de Estado Dr. João Costa.

Pela liberdade, pelos nossos direitos e pelo bem dos nossos filhos.

Brufe VNF, 11 Setembro 2020

Artur Mesquita Guimarães

 

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