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Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

A Ideologia de Género nas Escolas: a sua família é o alvo!

A Ideologia de Género nas Escolas: a sua família é o alvo!

A “Igualdade de género” é apresentada como uma construção social que, supostamente, visa a igualdade, a defesa dos direitos, a liberdade de expressão, a liberdade de escolha, tudo causas socialmente apelativas e justas.

Na realidade o seu objectivo visa precisamente o contrário, a saber, a desconstrução da família, da Sociedade e da própria biologia.

Existem 114 géneros diferentes e a ideia passa pelas crianças terem a liberdade de experimentar, conhecer e interiorizar esses diferentes géneros para poderem definir o seu, escolherem aquilo que querem ser, independentemente do sexo com que nasceram.

A finalidade é normalizar todos os tipos de comportamento sexual, passando a ser o mais estranho, e praticamente excluído, a heterossexualidade. É uma pura ideologia de sexo.

Binaridade e não-binaridade de género
Binaridade e não-binaridade de género
Exemplos de géneros não binários
Exemplos de géneros não binários

Ensinar e sensibilizar as crianças a respeitarem as diferenças dos outros é completamente distinto de incentivá-las a serem diferentes do que é suposto, mudar toda a Sociedade em função de casos particulares, de uma minoria e, mais grave ainda, utilizando os seres mais inocentes e indefesos: as crianças. Essas minorias deveriam, sim, ser apoiadas devidamente mas sem que houvesse uma sobreposição à normalidade.

A “Ideologia de Género” tem vindo a ser imposta nas escolas em Portugal, discreta mas gradualmente (o alvo são as crianças), sem conhecimento, consulta e aprovação dos pais.

Os pais confiam nas escolas e poucos têm conhecimento da situação vigente. Estão a ser atraiçoados.

Como se doutrinam as crianças?

A formatação inicia-se com crianças de 3 / 4 anos no pré-escolar e estende-se até aos 18 anos. Os conteúdos são administrados na disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, mas é transversal a todas as disciplinas e em todos os ciclos.

Utilizam-se diversas estratégias, das quais damos alguns exemplos:

Mostra-se um lápis vermelho à criança, perguntando-se qual a cor. “Vermelho” responde, responde a criança (porque efectivamente, o lápis é vermelho). Para sua surpresa, quando vai escrever, o lápis escreve azul. A partir deste exemplo, as educadoras explicam que o exterior é diferente do interior e que um menino pode parecer menino, mas na realidade ser uma menina. [6]

É assim que se começa a confundir as mentes das crianças.

Realizam-se actividades em que os meninos pintam os olhos e as unhas e vestem-se e caminham como meninas durante alguns minutos. As meninas vestem-se de meninos e pintam um bigode. Ensinam que os meninos podem passar a ser meninas e vice-versa, quando quiserem.

Em algumas escolas, as crianças vão assistir a peças de teatro em que homens vestem-se de mulheres e ao revés. Estas obras são escritas por travestis.

Pretende-se confundir as crianças de tenra idade. É nesta idade que se começa a desenvolver a percepção e inicia-se o processo natural de identificação com o outro. Torna-se mais significativa a diferença entre o sexo masculino e feminino, traduzindo-se na aparência, atitude, escolha de diferentes brinquedos, etc.

A escola sabe que é também nesta fase que há uma submissão inconsciente da criança perante o adulto. Esta copia e reproduz comportamentos, ou seja, vai incorporar as novas práticas que a escola incute. A criança entra em conflito com a sua condição natural, inerente ao ser humano. Esse conflito fomenta consequências negativas ao seu desenvolvimento mental saudável.

Estrategicamente, há um aproveitamento da fragilidade das crianças, suscitando-lhes dúvidas onde não existiam. Aplica-se uma autêntica lavagem cerebral.

Infindáveis situações vieram a público pela voz da autora de livros desta temática, Maria Helena Costa, a qual foi contactada por pais desesperados:  [6]

9 de Março de 2019, a escola Francisco Torrinha, no Porto, distribuiu uma ficha sociodemográfica no âmbito da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento a alunos do 5º ano, alunos de 9 /10 anos, com as seguintes questões: [1]

Questões colocadas a alunos do 5º ano
Questões colocadas a alunos do 5º ano

Trata-se de um inquérito “invasivo” e inadequado que desordena as crianças.

Na Escola B1 Mestre Arnaldo Louro de Almeida, no bairro do Rego, em Lisboa, crianças de 3 / 4 anos numa actividade chegaram a despir-se, tocar-se e beijar-se. A escola afirmou ser normal por fazer parte das suas fantasias, no entanto, estas são ameaçadas com castigos caso relatem, em casa, as ditas actividades.

1 de Fevereiro de 2019, a Escola Raul Lino, no Estoril levou crianças de 8 / 9 anos a verem um bailado no Centro Cultural de Belém (CCB), onde os bailarinos simulavam actos sexuais (homens com homens, mulheres com mulheres e homens com mulheres).

Algumas crianças chegaram a casa a chorar, chocadas. Os pais, ao terem conhecimento do sucedido, confrontaram a direcção da escola. Num primeiro momento, defendeu-se pelo facto dos pais terem assinado a autorização (obviamente, nesse documento não constava o conteúdo promíscuo da peça). Posteriormente, a responsabilidade foi atribuída à associação que colaborou no evento que, por sua vez, redireccionou a responsabilidade para o Estado. O Estado negou ter conhecimento daquilo que o próprio determina. Ninguém foi responsabilizado.

Numa escola do Agrupamento de Escolas do Eixo, em Aveiro, uma criança de 5 anos, obteve avaliação negativa por não respeitar a “igualdade de género”. A educadora classificou como falta de respeito a distinção de brinquedos entre menina e menino.

Registo de Avaliação do Pré-Escolar
Registo de Avaliação do Pré-Escolar

Os pais, indignados, dirigiram-se à directora da escola para obterem esclarecimentos. Esta recebeu-os de forma agressiva, acusou-os de cometerem um crime ao tornarem a ficha pública e alegou a exposição da criança (a identidade, no documento, está preservada). Ameaçou os progenitores com uma queixa à CPCJ (Comissão de Protecção de Jovens e Risco) e ao Ministério Público por ordem do Ministério da Educação.

A finalidade é silenciar, condicionar e intimidar os pais, incutindo medo.

Noutra escola, um aluno relatou a afirmação de uma professora: “se até dois cães podem fazer sexo na rua, dois homens também podem”. São realizadas fichas com questões para averiguar se os alunos concordam ou não com a chamada “igualdade de género”. Nas aulas são passados filmes pornográficos. Os alunos não se podem recusar a ver, sob ameaça de levarem falta.

Vídeo enviado para os alunos, durante o período de férias, com austera “Ideologia de Género”:

Estes são, apenas alguns exemplos, de inúmeros casos concretos.

O “Projecto de Educação LGBTI” está a ser implementado nas escolas. São promovidas sessões de “LGBTQIA+” para os alunos. [2]

Onde são promovidas as sessões de formação do Projecto de Educação LGBTI
Onde são promovidas as sessões de formação do Projecto de Educação LGBTI

LGBTQIA+” é a sigla de LésbicasGaysBissexuaisTravestisTransexuaisTransgénerosQueerIntersexuaisAssexuaisArromânticos. O sinal + representa qualquer outra pessoa que não seja coberta pelas outras sete iniciais. [3]

Esta sigla destina-se a promover a diversidade das culturas baseadas em identidade sexual e de género. Ela pode ser usada para se referir a qualquer um que não seja heterossexual. [3]

Depreende-se que a heterossexualidade é que passa a ser incomum e anormal.

Os professores / educadores, para administrarem estes conteúdos são obrigados a fazer acções de formação na APF “Associação para o Planeamento da Família”.

APF é membro português da IPPF “International Palnned Parenthood Federation”, associação sem fins lucrativos responsável por metade dos abortos feitos nos Estados Unidos da América. Reúne associações de planeamento familiar em quase todos os países do mundo. [7]

O Biscoito Sexual
O Biscoito Sexual

Ministério da Educação tem em marcha um plano educativo com acções de formação para professores, tal como, manuais escolares que ensinam a dita “igualdade de género”.

Este órgão do governo cede orientações às escolas públicas e privadas para que adaptem casas de banho e balneários neutros, garantindo a “singularidade” dos alunos. Defende a identificação dos alunos transgéneros nas salas de aula ou nas pautas das notas e a liberdade de escolha dos alunos para vestirem o traje (saia ou calça) com o qual se identificam.

De acordo com o despacho publicado em Diário da República, as novas regras devem ser aplicadas de forma a que seja respeitado o “direito à autodeterminação da identidade de género, expressão de género e o direito à protecção das características sexuais de cada pessoa”.

Bruno Vitorino, foi afastado do seu partido por se manifestar contra a imposição da “Ideologia de Género” nas escolas. Acusou o governo de usar “alunos de 6 anos como cobaias de experimentalismos“ e acrescentou “o senhor primeiro ministro está a implementar esta treta nas costas dos portugueses”. [8]

Bruno Vitorino foi censurado no Facebook por se manifestar e foi apresentada uma queixa junto da CIG (Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género). Qualquer cidadão que se manifeste ou critique a “Ideologia de Género” pode ser vítima de uma queixa à CIG.

Constatam-se indícios de ditadura e totalitarismo.

Noutros países, em que a referida doutrina foi implementada há mais tempo, as duras consequências já se fazem sentir. Segundo informações do CBN NEWS, a “Ideologia de Género” eleva em 1000% o número de crianças em tratamento, no Reino Unido[5]

A colonização desta doutrina é doentia, as crianças não têm liberdade para acreditar naquilo que observam, é incutido nas crianças a desconfiança e dúvida em relação aos valores que os pais lhes transmitem, levando-as a crer que são mentira. A sua percepção é destruída. O equilíbrio emocional das crianças fica comprometido.

O estado tira o poder e a credibilidade aos pais em relação à educação dos seus filhos e lança a família para segundo plano. A família é a base da Sociedade e deve ser fortalecida. As crianças não são pertença do Estado.

Os cidadãos que se pronunciam contra esta instrução imposta são apelidadas de retrógradas, conservadoras, homofóbicas, transfóbicas, preconceituosas, etc. No entanto, contempla-se uma clara oposição à heterossexualidade, uma desintegração da família tradicional e, consequentemente, uma contenção à reprodução.

 A “Igualdade de Género” é apresentada como uma tolerância e defesa de direitos, mas na realidade é uma ideologia bárbara contra seres indefesos, vulneráveis e inocentes, executando uma gravíssima afronta ao ser humano, essência familiar e à Sociedade.

Há esperança pois a Constituição garante a liberdade ao cidadão, o estado não pode ditar nem prevalecer sobre a vontade dos pais (Artigos da Constituição: art.º 36, nº 5, art.º 41.º, n.º 1 e art.º 43.º, n.º 2.)

Esta lei, por enquanto, em vigor, é favorável aos cidadãos. Artur Mesquita Guimarães processou o Ministério da Educação e venceu o processo na primeira instância. Este processo desencadeou-se pelo facto da escola ter chumbado dois dos seus filhos por não assistirem à mencionada disciplina de Cidadania e Desenvolvimento[4]

Como combater / reverter? 

1 – Mediante união dos pais e todas as pessoas, efectuando partilhas e alertas sobre este tema.

2 – Escrever ao Ministério da Educação refutando esta colonização, bem como, escrever às escolas reivindicando a chamada “Igualdade de Género” e a obrigatoriedade da disciplina Cidadania e Desenvolvimento.

3 – É necessário estar alerta e dialogar, frequentemente, com as crianças para se perceber quais os conteúdos transmitidos na escola.

4 – As crianças não devem assistir a filmes, vídeos, novelas e bonecos animados que incitem à sexualidade e à destruição de princípios e valores da família tradicional.

5 – Circula uma petição para tornar a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento opcional. Assinar:

Petição para tornar opcional disciplina de cidadania e desenvolvimento (Para: Ministério da educação)

6 – Criaram-se movimentos cívicos pela defesa das crianças através de páginas de Facebook, intituladas “DeixemAsCriançasEmPaz”, “Identidade de género, Toda a Verdade” e “Professores e pais contra a Ideologia de Género“. É utilizada a hashtag#éhoradospais. É importante que as pessoas se reúnam em torno deste problema.

É urgente proteger as crianças. Há esperança porque o amor dos pais pelos filhos vence qualquer luta.

Não somos contra qualquer tipo de orientação sexual. Cada um sabe de si. Mas o que se está a passar nas nossas escolas vai muito para além disso.

Fontes: 

[1] Escola do Porto questiona alunos sobre a sua orientação sexual. Jornal de Notícias. 10 de Outubro de 2018.

[2] Relatório do Projeto de Educação LGBTI 2016 – 2018

[3] Bluevision. «O que significa a sigla LGBTQIA+?»

[4] Notícias Viriato. «Min. da Educação Chumba Alunos de Excelência por 2 anos: Pai Defende a Liberdade Educativa em Tribunal». 16 de Julho de 2020.

[5] Guiame.com.br. «Ideologia de gênero eleva em 1.000% o número de crianças em tratamento, no Reino Unido.» 11 de Março de 2016.

[6] O que é realmente ensinado na disciplina Cidadania e Desenvolvimento (Vídeo de Maria Helena Costa). Canal Paradigma da Matrix no Youtube. 14 de Agosto de 2020.

[7] Associação para o Planeamento da Família. Quem somos.

[8] «BE apresenta queixa na CIG contra deputado do PSD por comentários “homofóbicos”». Expresso. 12 de Março de 2019.

Fontes para consulta:

Fonte: https://paradigmatrix.com/2020/08/15/ideologia-genero-escolas/?fbclid=IwAR0UJWcztBTuoUo3K7RXsVQSfpGreFl0Y5W_NAqG1Qpq2FWTvmkrHmJ25jc 

UPS!! Por cá, a DGS está confusa... Vamos ajudar?
As pessoas já nascem com sexo: macho ou fêmea. E, com covid ou sem covid, são, gramaticalmente, do género masculino ou feminino.
Portanto, independentemente do género de sentimentos que sinta ou de imposições políticas, cada um é o que nasce.
 
 
Mas, quando se trata de Moçambique - com maioria muçulmana - a UNICEF sabe que eles jamais aceitariam a ideologia e género passa a ser a palavra que apenas substitui SEXO  😉 Sim. Os muçulmanos jamais permitiriam que os seus filhos fossem expostos à ideologia de género e confundidos, e a UNICEF sabe muito bem disso.
 
 

Em Portugal, hoje em dia, há mais liberdade para uma criança recusar o sexo com que nasceu, do que para recusar os conteúdos eminentemente ideológicos que o Estado lhe pretende impor na escola. Faz sentido?

O secretário de Estado da Educação, João Costa, pretende que dois alunos (já agora, estão no Quadro de Honra da respetiva escola, apresentam notas elevadas e são elogiados pelo comportamento e atitudes testemunhadas pela comunidade educativa), voltem para trás dois anos e percam os resultados do trabalho desenvolvido ao longo de dois anos escolares.

Por vontade do secretário de Estado da Educação, um dos alunos, em vez de frequentar o 9.º ano deverá agora recuar para o 7.º e outro deixará o 7.º ano para regressar ao 5.º.

Porquê? É simples: o secretário de Estado quer obrigá-los, contra a vontade dos próprios e dos pais, a frequentar as sacrossantas aulas da disciplina de Cidadania e Desenvolvimento, relativas aos últimos dois anos, cujos conteúdos, sobretudo nalgumas matérias, são contestados pelos encarregados de educação que invocam, para o efeito, objeção de consciência, direito que a Constituição lhes outorga.

De facto, a Constituição da República portuguesa reconhece como insubstituível o papel dos pais e das mães em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação. E vai mais longe: confere aos pais e às mães o direito de serem protegidos, pela sociedade e pelo Estado, nessa insubstituível ação, conforme se lê no número 1 do artigo 68º.

Vale a pena reter que a nossa Constituição considera também, no número 2 daquele artigo, que “a maternidade e a paternidade constituem valores sociais eminentes”.

De igual modo, no seu artigo 43.º, a Constituição garante à sociedade portuguesa a liberdade de aprender e ensinar. E logo acrescenta, no número seguinte, que o Estado português está proibido de “programar a educação e a cultura segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas”.

Vale a pena sublinhar a palavra quaisquer. Não há uma escolha que permita programar segundo umas diretrizes (filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas) em detrimento de outras. A Constituição diz claramente que aí (no contexto da educação e da cultura) o Estado não entra, não pode impor às crianças e aos pais diretrizes que em cada momento mais lhe agradem. Sejam elas quais forem – mais à direita, ao centro ou à esquerda.

Já agora, o mesmíssimo texto constitucional português garante a liberdade de consciência, de religião e de culto, classificando-as como invioláveis, no seu artigo 41º. E no número 6 do mesmo artigo consagra o direito à objeção de consciência.

A Constituição não pode ser mais clara. Consagra a liberdade de educação, reconhece que pais e mães têm um papel insubstituível na educação dos seus filhos, proíbe o Estado de programar ideológica e filosoficamente a educação e a cultura e ao mesmo garante o direito à objeção de consciência.

Não se trata de opiniões. Longe disso. Estamos a falar da Constituição portuguesa.

A Constituição estrutura o Estado de Direito. Confere, designadamente, direitos, liberdades e garantias. E os direitos, as liberdades e as garantias constitucionais não variam ao sabor de cada um nem consoante o paladar das maiorias parlamentares e dos Governos.

Os direitos, liberdades e garantias dispõem de tal força jurídica que são diretamente aplicáveis e vinculam (todas) as entidades públicas e privadas. Uma opinião? Também não. É aquilo que prevê também a própria Constituição, no seu artigo 18º. Goste-se mais ou aprecie-se menos.

Por isso, é surpreendente que o Ministério da Educação – através dos seus serviços, confirmados pelo secretário de Estado da Educação – esteja a pôr em causa a Constituição, ao impedir que os pais de dois menores de idade ativem os seus direitos constitucionais na liberdade de escolha de educação dos seus filhos, procurando vedar-lhes até o exercício do direito de objeção de consciência que o texto constitucional expressamente também garante.

A Constituição outorga-lhes esse direito, mas o secretário de Estado nega. A Constituição proíbe o Estado de programar ideologicamente a educação, mas o Governo insiste em fazê-lo.

Há muitas conceções filosóficas e ideológicas. Para cada um de nós, umas serão mais estimáveis e outras menos.

Quando o Estado assume algumas delas como suas, a ponto de as impor aos menores de idade, está a fomentar um posicionamento ideológico concreto desde tenra idade. Para além de ilegal, é um erro. De resto, o que não se diria se o Estado, usando e abusando da mesma arbitrariedade, resolvesse impor um conjunto de conteúdos educativos que contrariassem o pensamento de uma certa esquerda e contentassem uma certa direita?

Não é legítimo que os pais – ao menos alguns pais – pretendam e possam ser eles a formar os filhos em áreas delicadas e sensíveis para a sua formação e crescimento, seja no que se refere à sexualidade ou a outras matérias?

Haverá pais que preferem confiar assuntos vitais para a formação dos seus filhos à escola e aos seus professores. Estão no seu direito. Mas o direito desses pais não anula o direito de outros encarregados de educação que pretendam ser eles próprios a transmitir aos filhos o que de melhor têm a ensinar em áreas em que a intervenção do Estado se revela ideológica e pré-determinada, contrariando, como já vimos, a Constituição portuguesa.

Hoje em dia – e bem – há uma clara separação entre Estado e Religião. O Estado não é religioso. Mas parece haver uma "religião" de Estado que passa, entre outros aspetos, por impor as suas conceções ideológicas e filosóficas, às crianças portuguesas.

E aparentemente essa "religião" de Estado vale mais do que a liberdade. Na prática, é em nome dessa ideologia de Estado que a liberdade de educação e o direito de objeção de consciência estão a ser sacrificados pelo Ministério da Educação e pelo secretário de Estado, João Costa.

Penso que estes pais, cuja sorte educativa dos filhos está a ser decidida em tribunal, deveriam pedir a proteção que o número 1 do artigo 68 da Constituição prescreve. A Constituição diz que os pais gozam da proteção da sociedade e do Estado na sua insubstituível ação educativa dos seus filhos. Esse é o ponto: proteger estes pais e estes menores de idade contra o próprio Estado, cujos dirigentes não querem reconhecer o que a Constituição a todos garante.

A Constituição serve como argumento governamental, quando se procura convencer a opinião pública que mesmo durante a pandemia e com novo estado de contingência a caminho, o Governo não tem competência para proibir a Festa do Avante. Mas já a mesma Constituição de nada vale para sustentar a proteção e a liberdade dos pais contra conteúdos escolares que ofendem e violentam a sua consciência.

Será estranho invocar a objeção de consciência, em matérias cruciais de educação, sensíveis para a formação dos mais novos? Não é. Estranho seria, isso sim, que todos pensássemos do mesmo modo.

A objeção de consciência existe precisamente porque a sociedade é plural e as pessoas são diferentes. A objeção de consciência é mesmo uma questão… de consciência. E ela, a consciência, varia.

Numa área crítica como a educação não pode haver senão uma consciência retamente formada – a do próprio Estado! – veiculada por iluminados dirigentes, cujos ensinamentos devemos acolher reverencialmente e sem rebuço?

Devemos encerrar o pluralismo na gaveta, saudando a chegada da unicidade de consciências, devidamente guiadas e esculpidas pelos donos do pensamento oficial?

Queremos reconhecer aos representantes estatais esse papel de grandes educadores das massas, a partir de conceitos e noções que se impõem, qual rolo compressor, a quem pensa diferente do "senhor professor Estado"?

Em Portugal, hoje em dia, há mais liberdade para uma criança recusar o sexo com que nasceu, do que para recusar os conteúdos eminentemente ideológicos que o Estado lhe pretende impor na escola. Faz sentido?

 

José Luís Ramos Pinheiro
27 Ago, 2020

IN-DE-TER-MI-NA-DO?

IN-DE-TER-MI-NA-DO? 😱
O Estado Português permite escolher um de três géneros. Posso ser masculino, feminino ou indeterminado. [...] Tendo em conta que tanto a Medicina como a Administração Pública consideram que um bebé nasce com sexo determinado e não com género, por que razão o portal “Nascer Cidadão” do Ministério da Justiça nos questiona apenas sobre esta última característica?

E se o Estado quisesse ser verdadeiramente inclusivo não deveria considerar nas opções de escolha a miríade de géneros “não binários” passíveis de identificação?

É impossível fazer-se uma lista exaustiva, mas os mais comuns são:

Agénero (ausência total de género),

Andrógino (mistura de feminino com masculino),

Neutrois (identidade de género neutra),

Bigénero (identidade de género dupla ou ambígua),

Poligénero (identidade de género plural ou múltipla),

Género-fluído (identidade de género fluída),

Intergénero (identidade de género interligada a uma variação intersexo),

Demigénero (identidade de género parcial),

Terceiro género (identidade de género fora do masculino ou feminino),

Trigénero (identidade de género tripla),

Maverique (um género que é presente fora dos géneros masculinos, femininos e neutros) e

Pangénero (ter todos os géneros acessíveis e possíveis dentro da sua vivência).

Se formos para os géneros “não binários” menos comuns, então a lista ganha proporções descontroladas e as únicas armas contra o enlouquecimento serão mesmo o sangue frio e o bom senso, pois até as próprias definições de cada género rivalizam em dificuldade com as mais complexas proposições de lógica.

Alexigénero (experiência de género fluído, na qual se tem a noção de que o género se altera, mas não é possível classificar cada género individual),

Ambonec (género que se identifica duplamente com masculino e feminino, mas ao mesmo tempo não se identifica com nenhum deles),

Anãobinário (género que não é binário, mas que também não se considera não binário),

Antigénero (género que só pode ser definido como o oposto de um género já existente),

Cogitogénero (género que existe apenas quando se pensa nele),

Semifluxo (género parcialmente fluído e parcialmente estático),

Metagénero (quando o género quase se enquadra numa categoria de género, mas extravasa essa classificação),

Xirl (alguém que se identifica parcialmente como uma rapariga – “girl” –  não binária, mas prefere ser chamada por um nome mais neutro), ou

Xoy (igual mas para rapazes) são uma ínfima amostra do que está disponível.

E tendo em conta que nestas categorias não se enquadram mais do que uma ou duas pessoas a nível mundial, bem podemos esperar por biliões de outras entradas no catálogo por cada pessoa que se defina com um género autónomo. A criatividade humana é o limite e a única dificuldade será mesmo descobrir géneros que ainda não tenham sido inventados, pois parece que todas as possibilidades já foram exploradas. Como se diferenciará, por exemplo, o Cogitogénero do Etegénero (género etéreo que é incapaz de ser compreendido tanto pelo indivíduo como por terceiros)?

[...] Daí que estas questões de género, quando levadas ao extremo, não sejam apenas absurdas, mas também graves e cada vez mais preocupantes. Se o que antes eram verdades de La Palice, hoje, quando reafirmadas, podem originar crimes de ódio num mundo em que a liberdade, e principalmente a liberdade de expressão e consciência, é sectorial e distribuída arbitrariamente apenas para quem pensa como o distribuidor. Até quando se persistirá nesta loucura?

 

Entenda rapidamente o que é 'ideologia de gênero'

O movimento da linguagem “inclusiva” alterou subtilmente palavras como “pais” por “progenitores”, “sexo” por “género”, ou “paternidade” por “parentalidade” sem que tais conceitos sejam, como se pensaria, sinónimos, pois as palavras substitutas têm significados bem diferentes das substituídas.
Optar por uma identificação através do género em vez do sexo não é uma decisão inocente do Estado, é a materialização de uma agenda ideológica que contraria os mais elementares princípios científicos.
E, esclareça-se já, as questões de género não se confundem de forma alguma com a orientação sexual, pois a expressão da sexualidade, seja de que âmbito for, não colide nem nega a evidência biológica de que o ser humano é criado com sexo masculino ou feminino. O que contraria esta verdade universalmente aceite (até agora), é a ideia que se pretende ver implementada da soberania da vontade humana sobre qualquer outra consideração física.
Mais absurdo é que, ao permitir-me optar por um género indeterminado para o meu filho, em alternativa à identidade masculina e feminina, o Estado acaba por cair numa ambiguidade contraditória com a própria diferença sexual que quer negar.
 
- Tiago Picão de Abreu
 
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas a dormir, bebé e grande plano

E para quem andava a dormir... e a considerar que os outros eram alarmistas totós que não sabem a diferença entre “Igualdade de Género” e “Ideologia de Género” e que nada disto se estava a a passar em Portugal, comecem a notar que tudo isto está a vir a lume agora (2019).
Recordo que pessoas como a Maria Helena Costa e o Manuel Matias já há algum tempo vêm a dar a cara e a alertar meio mundo sobre os guiões e o rumo que isto está a levar. E recordo que eram e têm sido por vezes apelidados de exagerados e alarmistas. Obrigado Manuel e Helena pela vossa coragem!
Impressionante como nos tornamos tão descuidados com a educação das nossas crianças. Deixamos que elas sejam manipuladas, confundidas e abusadas na TV, internet, na escola, etc... descartando-nos da nossa responsabilidade de educá-los e depois nos surpreendemo-nos quando nos aparece um filho confuso, que não sabe se é homem ou mulher, e se vai namorar uma menina ou um menino. Assunto que nem se deveria colocar em criança.
Estão à fina força a querer sexualizar as crianças.
Volto a frisar, não, não somos totós, abra os olhos e deixe de ser ingénuo, “Igualdade de Género” é apenas uma máscara para a doutrinação da “Ideologia de Género”. Estude um pouco sobre como surge a palavra “género” e vai descobrir que até mesmo essa palavra foi inventada para construir toda esta mentira em torno da sexualidade.
Já é muito mau que gente doida ande a querer fazer loucuras com o seu próprio corpo, mas que venham para cima das crianças dos outros, isso é intolerável!
Aos pais apelo, sejam completamente inflexíveis com as escolas onde têm os vossos filhos! Ninguém tem que doutrinar as nossas crianças!"
 

 18.03.2019 23h06

Manuela Moura Guedes

Manuela Moura Guedes

COMENTADORA SIC

As aulas de cidadania nas escolas portuguesas têm cada vez mais sessões de esclarecimento de associações LGBTI. Manuela Moura Guedes não compreende porque estão a ser trocados os professores por ativistas. No Jornal da Noite, A Procuradora afirma ainda que os dias de hoje têm um género muito estranho.

 
 

 

Este artigo é de 25 de Setembro de 2019.

Apesar da oposição contínua dos pais e cidadãos preocupados, o Distrito Escolar Independente de Austin (AISD) avança com um currículo de educação sexual radical projectado para doutrinar crianças, desde a terceira série, na agenda LGBT.

Depois de indicar que haviam abandonado os planos de usar o  currículo  Get Real da Planned Parenthood (originalmente proposto nas séries 6–8) por causa do SB 22, uma nova lei assinada pelo governador Abbott que proíbe os governos locais de contratar fornecedores de aborto, o AISD revelou discretamente " revisou o currículo do ensino médio e está  pedindo feedback .

O currículo "revisado" é tão radical e inapropriado quanto o da Paternidade planeada.Tweet
 

Infelizmente, como  já advertimos , o currículo "revisado" é tão  radical e inadequado  quanto o da Paternidade planeada. Na verdade, apesar da alegação do AISD de ter desenvolvido este currículo "internamente", a maior parte do currículo parece vir de provedores de aborto pró-LGBT canadianos. Não se engane, o currículo revisto do AISD compartilha as mesmas preocupações legais (e morais) que o Get Real da Planned Parenthood .

A contínua falta de transparência do AISD também continua a ser uma preocupação, já que o distrito encoraja apenas os pais do AISD com uma conta "Nuvem dos Pais" a baixar, inspecionar o currículo e fazer a pesquisa de revisão de aula.

Acreditamos que todos os pais do AISD, cidadãos interessados ​​e contribuintes têm o direito de rever esse currículo radical. Também acreditamos que todos os cidadãos interessados ​​devem responder  à pesquisa  para expressar a sua preocupação. O prazo para enviar a Pesquisa de Avaliação da Lição de Sex-Ed do AISD é quarta-feira, 25 de setembro.

O prazo para enviar a Pesquisa de Avaliação da Lição de Sex-Ed do AISD é quarta-feira, 25 de setembro.Tweet
 

Veja o currículo revisado da 6ª série do AISD

Veja o currículo revisado da 6ª série do AISD

Veja o currículo revisado da 7ª série do AISD

Veja o currículo revisado da 8ª série do AISD

Participe da pesquisa de avaliação da lição Sex-Ed do AISD

Também reunimos um breve resumo (incluindo fotos) de apenas alguns dos materiais inadequados, flagrantes e factualmente imprecisos que o AISD deseja usar para doutrinar crianças:

O objectivo principal da lição é promover a agenda LGBT e ensinar as crianças a “denunciar a desigualdade”. Presumivelmente, isso incluiria ensinar os alunos a denunciar outras crianças que defendem a visão bíblica do casamento e da sexualidade.

 

Ensina falsamente às crianças que o seu género não é determinado pelo sexo biológico. Ensina  erradamente que os médicos “decidem” o sexo de um bebé.

 

As crianças assistem a um vídeo altamente sexualizado que promove o comportamento homossexual. Você pode assistir ao  vídeo aqui , a critério do espectador.

 

 

Os alunos da 6ª série (12 anos) lêem um cenário em que um aluno da 8ª série (14 anos) inicia um relacionamento romântico e físico com um garoto de 17 anos que mora sozinho e o aluno da 8ª série mantém isso em segredo de seus pais e amigos .

...

Promove a confusão de género:

Fonte: https://www.churchmilitant.com/news/article/austin-school-district-wants-graphic-lgbt-sex-ed

AUSTIN, Texas ( ChurchMilitant.com ) - (aviso: conteúdo gráfico) Um conselho escolar do Texas votou para implementar um currículo de educação sexual que ensinará às crianças vários actos sexuais, incluindo sexo anal.

O Conselho de Curadores do Distrito Escolar Independente de Austin (AISD) votou, no dia 28 de Outubro, num programa de " educação sexual " que expõe as crianças da 3ª à 8ª série a conteúdos que vários pais contestam como inadequados e prejudiciais.

Os manifestantes reuniram-se para " levantar-se pelas crianças " na reunião, reunindo-se para falar à multidão, mas foram interrompidos por defensores do currículo, incluindo um transexual negro que gritou em frente ao pódio, assediando a multidão.

Outros manifestantes usaram alto-falantes e instrumentos para abafar os alto-falantes, um acenando com uma bandeira do arco-íris e outro vestindo uma t'shirt com a frase: "EU ENCONTREI DEUS. ELES SÃO QUEER." 

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Cerca de 126 cidadãos compareceram à reunião do conselho para expressar as suas preocupações. Mas o Conselho de Curadores não se intimidou e, no final da reunião, que durou mais de cinco horas, o conselho escolar votou por unanimidade pela aprovação do currículo - sob aplausos dos defensores LGBT.

O AISD foi forçado a retirar a sua proposta anterior de educação sexual durante o verão, quando a 86ª Sessão Legislativa do Texas tornou ilegal que entidades governamentais contratassem fornecedores de aborto para currículos de educação sexual. Para contornar a lei, o AISD remodelou o seu programa após uma organização canadiana pró-aborto / LGBT. O produto final foi criado pela equipe do AISD e não por profissionais médicos ou científicos fora do distrito escolar, como os críticos notaram. 

Sarah Wheat, directora de relações externas da Planned Parenthood no Texas, expressou o seu apoio ao currículo: "Em nome da Planned Parenthood e da nossa revisão dessas lições, elas são LGBTQ inclusivas e abrangentes e apoiamos todos os seus esforços de liderança esta noite."

Jonathan Saenz, presidente da Texas Values ​​e um advogado licenciado, prometeu buscar recursos legais contra o distrito escolar caso o AISD votasse pela aprovação do currículo.

Eles são LGBTQ inclusivos e abrangentes e apoiamos todos os seus esforços de liderança esta noite.Tweet

Quase no final da reunião, a preocupada cidadã Michelle Faviola perguntou: "Vocês foram a uma parada do orgulho gay? Eles são nojentos. Pessoas que andam nas ruas quase nuas. O que vem a seguir? Vocês vão trazer isso para junto [dentro] das escolas? "

A curadora LaTisha Anderson interrompeu Faviola para apresentar um ponto de ordem: “Dissemos no início, 'uma cultura de respeito'. Não temos que ser desrespeitosos. "

Faviola continuou perguntando retoricamente se o Conselho viu a performance de drag queen que acontecia fora da sala de reuniões e se eles iriam levar isso para as escolas. Ela perguntou quais os mecanismos de protecção que o conselho escolar implementaria para evitar que os professores instruam os alunos sobre temas delicados, para evitar o perigo que isso representa para preparar os alunos para terem sexo com o seu professor.

Anderson interrompeu Faviola novamente, negando-lhe o direito de continuar a falar durante o minuto que lhe havia sido concedido.

O Conselho de Curadores não abordou as preocupações de Faviola, deixando de mencionar que a drag queen, J Wren Pennington , já havia se apresentado, dentro da escola, às crianças. 

Pennington já foi condenado por prostituição.

Vários cidadãos também argumentaram que o AISD deveria investir em maneiras de melhorar as notas académicas das crianças, em vez de gastar o dinheiro do contribuinte no controverso programa de educação sexual.

De acordo com o seu site, Austin ficou na faixa dos 80% para leitura e matemática e 88% em todo o conselho académico. As distinções académicas mostram que uma nota de 68% de reprovação não corresponde a um nível de desempenho académico para leitura, mas qualifica o aluno para a preparação para o ensino superior. 

Outro cidadão preocupado, Gary Moore, observou que o programa é um "cenário de sonho para pedófilos", pois incentiva as crianças a encenar actividades sexuais durante um ciclo escolar, a critério do seu educador.

O programa é um 'cenário de sonho para pedófilos'.Tweet

Susan, uma defensora do currículo, pediu desculpas aos LGBTQs na sala, que podem ter achado a linguagem usada por aqueles que se opõem ao programa "ofensiva". Susan deixou implícito que os alunos que expressassem o mesmo ponto de vista [dos pais] seriam enviados à sala do director por intimidação.

Jennifer Fleck usou o seu minuto para ler o currículo da escola ensinado a crianças de 11 anos (aviso de conteúdo explícito):

Como colocar e tirar um preservativo masculino. Abra e remova cuidadosamente o preservativo da embalagem. Coloque o preservativo na cabeça do pénis erecto e rígido. Se não for circuncidado, puxe primeiro o prepúcio. Prenda o ar pela ponta do preservativo. Desenrole o preservativo por todo o pénis. Depois do sexo, antes de puxar, segure o preservativo pela base e, em seguida, puxe-o enquanto segura o preservativo no lugar. Isso é acompanhado por uma foto de um homem e uma mulher sentados juntos. Para crianças de onze anos!

Muitos mais indivíduos ofereceram declarações, tanto a favor como contra. James Wesolek, associado de comunicação da Texas Values, não fez a contagem dos números dos 126 que se inscreveram para falar, mas observou que a maioria se opôs ao programa de educação sexual e forneceu uma declaração à media após a decisão do Conselho.

raciocínio do Conselho de Curadores que levou à decisão de votar a favor da educação sexual gráfica, apesar da esmagadora oposição e das ramificações legais, pode ser resumido na declaração emitida pelo Curador Arati Singh: "Se há alguma criança a assistir a isto, quero dizer-lhes directamente que têm ouvido muito ódio nesta sala".

O presidente do Conselho,  Geronimo Rodriguez , silenciou as vaias daqueles que se opuseram aos comentários de Singh, dizendo aos opositores que os conselheiros estavam no local caso precisassem de ajuda. 

Artigo traduzido

Scott Wiener

 

Um senador do estado da Califórnia está tentando salvar um projecto de lei que poderia descriminalizar o sexo gay entre jovens e menores em alguns casos, argumentando que as actuais leis estaduais que regem o registo de agressores sexuais discriminam injustamente a comunidade LGBTQ.

De acordo com o The San Francisco Chronicle , o senador estadual da Califórnia Scott Wiener (D-San Francisco) está usando as últimas semanas da sessão legislativa para mobilizar apoio para o SB145 , um projecto que ele apresentou no ano passado que ficou bloqueado num comité importante. A legislação permitiria "o arbítrio dos juízes sobre o registo de agressores sexuais em todos os casos envolvendo relações sexuais voluntárias entre adolescentes de 14 a 17 anos, que não podem consentir legalmente, e adultos que não tenham mais de dez anos do que a criança/adolescente. 

Conforme relatado pelo The San Francisco Chronicle:

Se um homem tiver relações sexuais vaginais com uma adolescente menor, o juiz pode decidir se ele deve ser incluído no registo de agressores sexuais com base nos factos do caso. Mas se for sexo anal ou oral, ou penetração vaginal com qualquer coisa que não seja um pénis a estar envolvido, o adulto deve registar-se como agressor sexual - uma relíquia de um código penal que criminalizou esses actos até 1975, mesmo entre adultos consentidos.

“O registo de agressores sexuais da Califórnia continua a traçar essa distinção - uma distinção antiquada, desactualizada e remanescente - de que de alguma forma o sexo oral é pior do que o sexo vaginal”, disse Wiener. Ele acrescentou que tal precedente é “homofobia horrível” que é “irracional e arruína a vida das pessoas”.

Fonte: https://www.dailywire.com/news/california-state-senator-fights-for-bill-that-could-alter-sex-offender-registration-for-gay-sex-with-minors?inf_contact_key=b0970b40623dd6ab7ff55f033751a6184dfbc39d7283b2cb89d5189540b69330

A pedofilia está em processo de normalização!

 

Por: Isabel Vaz Antunes
1 de agosto de 2020

A única política que gera desenvolvimento. » Os portugueses não ...
Quando uma criança ou adolescente toma atitudes incorrectas, em quem é que todos pensamos, de imediato? A quem atribuímos, pelo menos, uma boa parte da responsabilidade? Aos pais. Porque é assim a vida humana, é assim que as coisas se passam em contextos sociais saudáveis: os pais são responsáveis pela educação dos filhos, dedicam uma parte importante da sua vida a garantir o seu crescimento equilibrado, física e mentalmente, para que cresçam como bons cidadãos e possam dar um contributo para o aperfeiçoamento do mundo.


Nem sempre foi assim. Sabemos como era “normal”, até há menos de cem anos, entregar os filhos a outras famílias com mais recursos, por exemplo. A importância dos pais na vida dos filhos é uma conquista que tem vindo a ser feita ao longo dos tempos, com forte evolução no campo afectivo e emocional - ao ponto de constar na Declaração Universal dos Direitos Humanos:

Art. 26.º, 3 - Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos.

É verdade que há excepções. Em regimes como a China, a Rússia estalinista, a Coreia do Norte, por exemplo, o estado chama a si a responsabilidade de formatar a consciência das crianças – regimes ditatoriais longos constroem-se e reforçam-se com a formatação das pessoas desde bem cedo, em sistemas educativos possessivos e manipuladores.

Nunca, como hoje, foi tão reconhecida por todos a importância do papel da família na educação. Nunca como hoje foi tão reconhecida a importância da formação académica. Porém, é importante distinguir uma coisa da outra.

Nas últimas semanas alguns – poucos – órgãos de comunicação social divulgaram a situação do pai que não permitiu que os filhos frequentassem as aulas de “Cidadania e Desenvolvimento” nos anos 2018-2019 e 2019-2020. Em entrevista, afirma que a razão que o moveu foi o facto de a disciplina envolver conteúdos que ele considera serem da responsabilidade dos pais - nomeadamente, questões relacionadas com os afectos, a sexualidade. Ressalva que a sua luta não se prende com o objectivo de eliminar a disciplina, mas que ela seja de frequência facultativa, deixando que os pais decidam se preferem responsabilizar-se ou se delegam na escola essa tarefa.

Entretanto, é bom saber que os filhos têm sido sempre excelentes alunos, com médias que os colocam no Quadro de Mérito, com atitudes correctas e respeitadoras – ou seja, a sua educação tem sido alvo do esmero dos pais. O que aconteceu para dar brado agora, esta situação? O Ministério da Educação decretou que estes alunos deverão recuar dois anos por não terem frequentado a disciplina!

Tendo havido um conselho de turma no final do ano 2018-2109 que decidiu pela sua transição, assumindo, portanto, que, no panorama geral, tinham estrutura para transitarem, para além de fazer tábua rasa da decisão dos professores, esta imposição governamental coloca como imprescindível a frequência de uma disciplina que, de facto (já aqui tinha sido dito anteriormente), é invasora do espaço da família.

Todos sabemos que, muitas vezes, um aluno do ensino básico, por ter muitas faltas ou por estar a contar com muitas “negativas”, vê surgir a sua transição de forma inesperada, pois o conselho de turma, que o conhece e que está, por isso, capacitado para avaliar a sua situação escolar, pode decidir conforme o que se afigurar mais pertinente e globalmente mais positivo. Convenhamos que o facto de os dois alunos estarem no Quadro de Mérito, por si só, é prova de que aqueles pais alguma coisa fizeram de bem e que o mesmo foi reconhecido pela escola!


A imposição do ministério da educação no sentido de obrigar os alunos a recuar dois anos – numa fase em que, devido à pandemia, houve recomendações no sentido de reduzir as retenções, promover as transições - mais não é, assim, do que uma medida prepotente e reveladora da tendência ditatorial que se está a desenhar.


A disciplina de Educação para a Cidadania ou de Desenvolvimento para a Cidadania não pode ser obrigatória. Aquele pai tem razão e todos lhe devemos um enorme “Bem-haja!” pela luta que agora trava.

Está a correr uma petição para que a dita disciplina seja de frequência facultativa. É sempre um recurso em democracia. Se puder, assine! Em nome dos direitos humanos, dos direitos das famílias a escolher o modelo de educação a dar aos filhos.

 

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