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Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

OUÇAM e, por favor, PROTEJAM os vossos filhos dos activistas do Bloco e de feministas que odeiam ser mulheres. Protejam-nos do incentivo claro a matar quem não pensa como os ideólogos de género e de livros que promovem a falta de respeito aos pais e que os tratam como analfabetos funcionais e broncos.

Olá Sr. Professor, muito obrigada por aceder a conceder-me esta entrevista.

Qual é a disciplina que lecciona? Em que ciclos?

- Lecciono Ciências Naturais do 5º ao 9º anos do ensino básico.

Há quantos anos?

- Desde 2007.

Nas aulas de ciências da natureza, aborda-se a sexualidade humana?

- Sim, faz parte da programação do 6º e do 9º anos.

De que perspectiva?

- É importante nestes anos criar uma mentalidade abrangente de respeito pelo corpo e preocupação pela saúde, de forma preventiva, como manifestação do respeito por si próprio; é a altura indicada para lhes fazer ver a razoabilidade de regras, modos de comportamento e preocupação de sustentabilidade e respeito pelos outros, aproveitando algo que lhes diz muito – o seu próprio desenvolvimento corporal e auto-conhecimento.

Aproveitando as Unidades pedagógicas da Puberdade, Reprodução Humana, Desenvolvimento Embrionário e Fetal e Crescimento, trabalha-se em ligação com os pais, com a capelania e com os preceptores o tema da sexualidade, auto-conhecimento, pudor, a auto-estima e respeito absoluto pela Vida Humana.

Este estudo reveste-se de alguma particularidade porque, apesar de, à semelhança do estudo do resto do corpo humano, nos levar a aprofundar o funcionamento do nosso corpo, diz respeito àquilo que nos caracteriza e diferencia, homem ou mulher. Ao contrário dos animais, a sexualidade humana não diz apenas respeito à reprodução, mas antes integra um conjunto das dimensões biológicas, psicológicas, espirituais e socioculturais que, desenvolvendo-se em harmonia durante a infância e a adolescência, configuram cada pessoa como homem e mulher e os preparam para uma vida adulta plena e verdadeira. Por estar ligado à geração de novas vidas, o funcionamento destes órgãos está não só ligado à sua maturação anatómica e fisiológica mas, sobretudo, à capacidade biológica de nos tornarmos pais e mães. Ou seja, o facto de estarem a funcionar não significa que a pessoa esteja preparada para fazer uso desta função pois, para se poder abraçar a maternidade e a paternidade, é preciso ser-se adulto e estar na posse de todas as nossas capacidades de forma a poder dar a vida e cuidar de outro ser humano.

Quantos sexos existem?

- Dois, masculino e feminino.

Mas, e os hermafroditas? (Não sei se este será o termo correcto, pois fui severamente repreendida num debate na TV quando o usei. Parece que o termo correcto é intersexo?) Não serão um terceiro sexo? Porquê?

- Não são um terceiro sexo. Uma espécie hermafrodita é uma espécie animal cujos indivíduos possuem órgãos sexuais funcionais dos dois sexos, masculino e feminino. A espécie humana é numa espécie sexuada dióica, ou seja, os sexos encontram-se em indivíduos separados que se reproduzem complementar e sexuadamente. Na espécie Humana podem, de facto, aparecer indivíduos com genitais com aparências alteradas e de difícil diferenciação fazendo pensar que são dos dois sexos. Mas estas anatomias patológicas resultam de processos teratológicos, ou seja, por uma má formação embrionária de génese genética (alterações do cariótipo) ou não genética (por exemplo quando a mãe toma medicamentos teratogénicos).

Há diferenças entre o homem e a mulher?

- Sim, existem diferenças orgânicas, fisiológicas, anatómicas e psicológicas entre o sexo masculino e o sexo feminino.

É possível mudar de sexo? Um homem pode ser uma mulher e uma mulher pode ser um homem desde que seja isso que sente?

- Não é possível mudar de sexo. Mesmo com os avanços tecnológicos da terapia genética é impossível alterar o património genético formado na fecundação, altura na qual se fixa a conjugação do genoma da nova pessoa. Esta conjugação entre os cromossomas presentes nos gâmetas masculino (espermatozoide) e feminino (oócito) estabelece se no par 23º do cariótipo estará a conjugação XX ou XY. Qualquer análise genética de DNA-fingerprinting feita durante o decurso da vida de um ser humano terá sempre o mesmo resultado no que se refere ao sexo. O recurso a cirurgia de plastia sexual, vulgo cirurgia plástica, que me parece ser o intuito desta pergunta apenas altera o aspecto e a função orgânica, não muda o sexo.

Os sentimentos que refere na sua pergunta referem-se a disforia de género, uma condição psicológica.

Como professor, como concilia o ensino ideológico de género – que afirma que ninguém nasce nem menino nem menina, que cada pessoa é uma folha em branco e pode escolher ser o que sente ser – com as ciências da Natureza?

- Não concilio de todo porque esse paradigma da “ideologia de género” está, no meu entendimento, errado tanto do ponto antropológico como biológico. Essa linha de pensamento é clara na nossa escola e também assim entendida pelos pais que são os primeiros responsáveis pela educação dos seus filhos. Os pais têm o direito de escolher para eles uma escola que corresponda às suas próprias convicções e é isso que acontece com toda a liberdade na nossa escola (privada) pelos pais que nos procuram. A sexualidade humana é o conjunto de traços que resultam da condição sexuada: mulheres e homens.

Qual será o efeito do ensino ideológico de género na mente das crianças?

- Enquanto professor e pedagogo de ciência, tenho consciência que o aumento que se tem verificado em todo o mundo da prevalência pediátrica de disforias de género e das depressões infantis estarão intimamente ligadas com este afastamento entre a biologia e a psicologia que é disseminado por essa ideologia.

Sou da opinião de que a plenitude do ser humano será tanto mais feliz quanto a própria concepção de eu se coadune com a sua realidade fisiológica, quando há uma desadequação entre o intelecto e o corpo, nasce a não aceitação do eu, a tristeza, o desespero e a infelicidade.

Também o aumento da violência parece-me estar ligado muitas vezes ao desrespeito pela própria natureza humana do “eu” e à revelia contra a realidade orgânica do próprio.

Desse modo, como professor, desconstruo antropologicamente as fundações dessa linha de pensamento que são simplesmente falsas.

Como é que um professor de Ciências da Natureza fala sobre o corpo humano e as diferenças entre o homem e a mulher se tiver um aluno que se identifica como transexual em sala d’aula?

- Cada aluno, rapaz ou rapariga, está em processo de crescimento e amadurecimento ao reconhecer e aceitar a sua identidade sexual enquanto característica da sua pessoa. A harmonia deste crescimento dos alunos também contribui para o desenvolvimento social das turmas com apoio do professor e dos pares.

Posto isto, caso me fosse colocada essa situação particular o meu discurso pedagógico manter-se-ia, com a delicadeza necessária, coadunado à ciência das diferenças e das complementaridades físicas e psicológicas do homem e da mulher. Seria uma situação a ser ganha pela afectividade com o aluno, pois a afectividade é o traço humano que permite que nos relacionamos como pessoas completas... isto é, que sejamos pessoas mais plenas em relação na dimensão social. E cada um dos dois sexos tem obviamente igual dignidade nessa sociabilidade, embora sendo diferentes, manifestam a dialéctica do esplendor do ser humano.

E se o aluno se sentir discriminado?

- As normas de convivência são muito claras na escola onde estou presentemente e a ocorresse alguma discriminação por essa causa, a discriminação seria tratada e sanada como se de outra causa de discriminação se tratasse. Os alunos devem ser acarinhados e recebidos na comunidade escolar enquanto pessoas completas e os prismas da sexualidade não são a centralidade da pessoa humana, sendo apenas uma das facetas concorrentes em existência do próprio.

O que pensa da introdução da teoria de género no ensino, a partir dos 3 anos de idade?

- Penso que, se em idades mais avançadas a ideologia de género é disruptora da correcta adesão entre o intelecto e a realidade do eu, aos três anos de idade será uma total ameaça ao bom entendimento do que é ser menino e ser menina. Além disso, os primeiros educadores são os pais e que nessa idade, por maioria de razão o são, e educar a sexualidade na família é algo natural, simples, maravilhoso, enriquecedor e surpreendente. É neste contexto familiar que na primeira infância (0-3 anos) as crianças naturalmente aprendem as diferenças entre rapazes e raparigas, o que é pénis e vagina, pilinha e pipi, e o que é a gravidez; e na segunda infância (4-8 anos) é natural aprenderem com a família como aparece a gravidez pois é com naturalidade que perguntam as coisas e recebem as respostas. Os pais explicam usando as ocasiões com naturalidade, individualmente e com a verdade. A escola infantil não deve substituir-se no papel formador dos pais nem da linha educativa que estes devem imprimir segundo a sua tábua de valores familiar.

Pode dizer-nos o que é o Homem? E a Mulher?

- Um Homem é um ser vivo em estado de desenvolvimento adulto, da espécie Homo sapiens sapiens, do sexo masculino, cujo cariótipo tem na constituição 22 pares de cromossomas autossómicos + o par de cromossomas sexuais XY.

Uma Mulher é um ser vivo em estado de desenvolvimento adulto, da espécie Homo sapiens sapiens, do sexo feminino, cujo cariótipo tem na constituição 22 pares de cromossomas autossómicos + o par de cromossomas sexuais XX.

Obrigada, Sr. Professor.

(O meu amigo pediu o anonimato para não ser alvo de represálias)

Entrevista em profundidade: saiba como aplicar no marketing de ...

 

 

O que é Educação Integral em Sexualidade

Desde que comecei a alertar o povo português para a crescente influência de uma cultura LGBTQIA+, promotora do flagelo da ideologia de género, que a agenda do Estado impõe à Escola pública, não faltam ameaças, ataques, acusações e censura.

Notícias de outros países, que eu publiquei em 1ª mão e que foram catalogadas como fake news, começaram a circular por cá, nos media, alguns anos mais tarde. Hoje, a agenda subversiva de género só não é percebida por pais muito distraídos ou por analfabetos funcionais. 

A EIS [Educação Integral para a Sexualidade], já foi mencionada diversas vezes, por feministas, em programas televisivos, como muito para as crianças aprenderem na Escola, algo a impor urgentemente.

O que é a EIS?

Infelizmente, há muitos anos que a Educação Sexual ministrada na Escola não tem nada a ver com ciência ou biologia, mas sim com despertar os alunos para se relacionarem sexualmente e saberem como se faz um aborto, caso os métodos anticoncepcionais falhem, ou não tenham tomado as devidas precauções. 

Apesar da ideologia de género já estar presente no ensino escolar há alguns anos, em 2018, a UNESCO [ Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura] editou mais um guião "Orientações técnicas internacionais de educação em sexualidade - Uma abordagem baseada em evidências", ou melhor, substituiu o de 2010, que não era tão ideológico como o actual e que ainda permitia dizer algo, que hoje é proibido dizer na Escola: 

«Abster-se de praticar relações sexuais é o método mais eficaz de prevenir uma gravidez indesejada» (Pág. 104)

A primeira coisa que devemos saber sobre estas decisões da ONU, já implementadas na maior parte das escolas, é que iniciam a educação sexual aos 4 anos. Mas, o Guião da OMS [Organização Mundial de Saúde] “Orientações de Educação Sexual para a Europa”  já aconselha a masturbação a partir dos 0 anos (veremos isso no final deste artigo).

Voltando ao Guião "Orientações técnicas internacionais de educação em sexualidade”, de 2018, a pág. 2 reserva-nos duas surpresas: 

«As designações empregadas e a apresentação de material em toda a publicação não pressupõem a expressão de opiniões de qualquer natureza por parte da UNESCO com respeito ao estatuto legal de quaisquer países, cidades ou áreas, ou das respectivas autoridades, nem relativamente às suas fronteiras ou limites.»

Parece claro que a UNESCO está consciente de que o que é proposto no guião viola a leis e a Constituição dos países, ou seja, a ONU prevê que poder ser alvo de acções legais devido à inconstitucionalidade das propostas do guião e salvaguarda-se de qualquer responsabilidade. A outra frase, ainda na pág. 2, esclarece:

«As ideias e opiniões expressas nesta publicação são as dos autores e não refletem obrigatoriamente as da UNESCO nem comprometem a Organização.»

Isto é a ONU a lavar as mãos dos conteúdos do guião. Porquê?

Porque têm consciência de que estas orientações visam a manipulação de menores, bem como a sua hiper-sexualização e doutrinação em estado puro. A UNESCO não se compromete e deixa isso muito claro.

Porquê?

Porque, apesar do Guião se auto-intitular como “Uma abordagem baseada em evidências”, a verdade é que não há evidências nenhumas, nem em 2009 nem em 2018, de que estas orientações tragam quaisquer benefícios para os menores e é o próprio texto do guião que o reconhece. Não há dados que apontem para menos gravidezes indesejadas entre menores, diminuição de doenças sexualmente transmissíveis, e de outros propósitos a que este programa se propõe. Então, é preocupante se insista em implementar algo que não obteve resultados em 2009/10 e se insista, sem quaisquer dados, em implementa-lo em 2018.

Temos uma informação da ex-activista da ONU Amparo de Medina, que nos diz que a implementação destes programas: 1) fez baixar a média de idade para a 1ª relação sexual completa, que antes era de 16/17 anos, para os 12/13 anos de idade; 2) multiplicaram-se as doenças sexualmente transmissíveis [DST] de uma média de 5 infecções para 30 infecções diferentes; 3) aumentaram exponencialmente as despesas de saúde sexual reprodutiva – preservativos, anticoncepcionais, pílulas do dia seguinte, abortos e medicamentos para tratar as DST’s.

Em Portugal, posso assegurar-vos que desde que os activistas de género começaram a ter livre-trânsito na Escola Pública (e em algumas privadas) para dar programas deste tipo – sobre educação e diversidade sexual – a idade para o início da vida sexual baixou drasticamente, dos 14 previstos na lei para os 11/12 anos e as doenças sexualmente transmissíveis têm vindo a aumentar . Portanto, os guiões parecem potenciar tudo o que alegam combater.

Voltemos à EIS.

Se lermos a parte dos estudos, que falam de “Uma abordagem baseada em evidências”, qual é a evidência?

Douglas Kirby, proveniente de uma Organização não-governamental financiada pela ONU e pai desta “educação sexual”, diz que é este programa é uma maravilha. É como alguém que vende Bimbys e fala sobre as qualidades da máquina. Efectivamente, Douglas Kirby não é imparcial e quer é vender-nos uma Bimby (mas avariada). As demais informações “credíveis” também vêm de uma Organização filiada à ONU (e com ligações à  Planned Parenthood, a maior rede de clínicas de aborto do mundo) o “Centro para a Informação com Base na Evidência”, que tampouco é imparcial. A verdade é que não há nenhuma prova de que a implementação do programa consiga obter nada daquilo a que se propõe: não há menos violência de género na Escola  – o tema típico que usam como desculpa para híper-sexualizar crianças, adolescentes e jovens -; não há menos gravidezes indesejadas na adolescência (aumentou foi o consumo de pílulas do dia seguinte); não há menos abortos; nem há menos doenças sexualmente transmissíveis.

Não há uma única estatística ou dado que possa ser usado para basear os benefícios do programa, bem pelo contrário, como se pode ler na pág 30 do próprio guião:

«É difícil chegar a conclusões a respeito do impacto da EIS sobre resultados biológicos, como as taxas de DST ou HIV, visto que ainda há relativamente poucos ensaios clínicos de qualidade disponíveis, especialmente aqueles de delineamento longitudinal (Fonner et al., 2014; Lopez et al., 2016; Oringanje et al., 2009).»

Ou seja, os ideólogos implementam estes programas sem terem qualquer resultado científico que prove que sirvam para evitar o que quer que seja.

Então, que “abordagem baseada em evidências” é esta? Estão a fazer dos nossos filhos cobaias?

- Sim, sabemos que estão.

Embora todo o guião, e esse é o grande problema, esteja recheado de doutrinação de condutas através de conceitos e valorizações totalmente manipuladores, utilize uma psicologia indutora elaboradíssima – que todos os pais deviam ler – que induz nos menores sentimentos que eles acreditam serem próprios, hoje, vamos analisar 3 dos oito conceitos-chave:

  • Adianta-se a construção social do género a menores de 4/5 anos, que ainda não têm a sua identidade formada, criando-lhes assim conflitos e confusão. Por ex.: tem vindo a crescer assustadoramente o número de crianças que se assumem como transsexuais (ainda que não tenham a menor ideia do que isso significa) e que esperam tratamentos hormonais e operações, bem como de menores a mudarem de nome no Cartão de Cidadão. Isto nunca havia acontecido até que estes lobbies, esta cultura LGBT entrar na Escola, por mão do governo socialista, e confundir mentes demasiado frágeis para entenderem o que lhes está a ser feito.

 

  • Induzem-se as crianças a resistir à autoridade dos pais, a ocultar-lhes coisas e a desprezar os seus valores. Já ouviu falar da emancipação progressiva? Aquilo que se pretende com isso é que os menores tenham uma série de direitos (e cada vez menos deveres) e que os exijam ainda que vão contra a autoridade dos pais. Isso acaba com o poder paternal e deixa as crianças reféns destes activistas da Educação Integral para a Sexualidade, que se apresentam como seus provedores de saúde sexual e reprodutiva. Por isso, há tanto empenho em que o aborto se faça a menores de 16 anos, sem conhecimento e consentimento dos pais, e, lamento, mas cá já é possível. Porquê?Porque é aí aparecem os provedores da EIS a oferecer os seus serviços às crianças, adolescentes e jovens que empurraram para uma sexualidade demasiado precoce. Não se deixe enganar. Um dos grandes objectivos da ONU é a eliminação do poder paternal de todos os pais que se neguem a seguir as suas recomendações.

Sabe o que é que foi votado no dia 21 de Novembro, de 2017, na ONU, contra o direito dos pais à educação sexual dos seus filhos, com o objectivo de impor a EIS em todo o mundo e impedir que os pais negassem que os seus filhos servissem de cobaias desta revolução sexual? INFORME-SE!

Antes, é preciso dizer que estas recomendações da ONU são apenas recomendações, mas os países ratificam-nas e colocam-nas em prática como leis. É por isso que, em Portugal, se aprovou a lei 38/2018 e o consequente Despacho 7247/2019.

  • Outra das coisas que a EIS faz é inculcar nos menores que reivindiquem os seus direitos sexuais e reprodutivos, sem conhecimento dos pais, bem como o acesso gratuito a serviços de saúde sexual e reprodutiva. Tudo isso é incutido e oferecido pelos educadores da EIS. Promovem-se também os direitos de pessoas LGBTI, como se tivessem direitos específicos e não os mesmos que todos os demais cidadãos, nem mais nem menos. O programa também associa a violência às pessoas heterossexuais, por serem desiguais, e os pais só aparecem como uma espécie de provedores de serviços, de tal maneira que, no final, a paternidade e a maternidade são uma espécie de carga e tudo o que os pais têm que fazer é satisfazer todas as exigências dos filhos, mas não educá-los. Suaviza-se a terminologia, para esconder os objectivos da hiper-sexualização, algo que não acontecia no guião de 2016, e assim suavizar o alarme social.  

Para obter êxito, este programa tem que ser obrigatoriamente imposto em todos os currículos educativos. No Guião da OMS “Orientações de Educação Sexual para a Europa” já não se esconde um objectivo, que alguns guiões ainda escondem, mas que certamente será implementado globalmente: Ensinar menores de 4/5 anos a masturbar-se. Duvida? Aqui estão as instruções:

Dos 0 aos 4 anos: prescreve a aprendizagem  do “gozo”, orgasmo  e prazer quando tocamos o próprio corpo e a “masturbação da primeira infância”. Informa que é a idade é ideal para “a descoberta do corpo e dos órgãos genitais”.

A OMS diz que os nossos filhos – aos 4 anos - têm “necessidades expressas, desejos e limites, por exemplo, no contexto de brincar aos médicos”.

Dos 4 aos 6 anos: as crianças precisam saber que a história da cegonha é um mito e, segundo a Organização Mundial de Saúde, é uma óptima idade para “falar sobre assuntos sexuais”, explorar “relações do mesmo sexo” e “consolidar a identidade de género”. [1]

Não, não precisam.

Em Espanha, alguns professores foram gravados quando davam explicações aos pais de como era normal as crianças chuparem os genitais umas às outras.  

Diante da revolta e das queixas dos pais, qual foi a solução?

- A solução foi um prémio do Governo de esquerda ao programa.

Porquê?

Porque são estes os programas de engenharia social que se estão a implementar em todo o mundo.

Tenha em conta que estamos diante do marxismo cultural e de mentirosos compulsivos, pois a mentira é uma arma revolucionária na qual os fins justificam os meios. Tudo aquilo que eles dizem não existir, existe de facto. Sabemos como negaram o que se passou na escola Francisco Torrinha, no Porto, como atacaram o ex-deputado Bruno Vitorino por se atrever a denunciar a agenda ideológica de género, como a jornalista Manuela Moura Guedes foi despedida depois de falar sobre a ideologia e de a considerar perigosa para as crianças, como negaram que o Despacho 7247/2019 metia os rapazes na casa de banho e nos vestiários das meninas, que exista algo como a ideologia de género e o marxismo cultural… Negam, negam, negam, censuram, apagam, pulhigrafam, mas É VERDADE. LEIAM OS GUIÕES.

Pais, por todo o mundo, têm percebido o que é a Educação Integral para a Sexualidade porque lêem os manuais.

Então, entenda:

Incentivam-se criancinhas de tenra idade a masturbar-se?

- Sim, ensinam.

Homossexualizam-se crianças de tenra idade e cria-se nelas a confusão quanto à sua própria identidade e sexualidade?

- Sim, é isso que está a ser feito.

Hiper-sexualizam as crianças?

- Sim, híper-sexualizam.

O que se pretende?

Pretende-se: híper-sexualizar os menores para que eles exijam os seus direitos sexuais, a homossexualização e confusão da identidade sexual dos mais pequenos, a abertura de novos mercados de contracepção e aborto e, finalmente, a redução populacional. Isso é dito pela UE Foundation, uma das fundações que financia este tipo de programas e que, no seu site, não esconde a preocupação com o crescimento demográfico – principalmente na hispano américa – e que dirige estes programas a meninas dos 10 aos 14 anos, que "são o grupo de risco procriador".

Pais, a vossa hora chegou. Não a deixem passar.

Exijamos aos nossos políticos que leiam os guiões e tomem uma posição ao lado dos pais.

A EIS é abuso sexual de menores.

[1] Capítulo Matriz, pág. 51, avança duas páginas e aparecem os quadros de actividades.

PAIS, protejam os vossos filhos. Não permitam que eles sejam peças num tabuleiro de xadrez manipulado por adultos que jogam um jogo viciado. Não permitam que os vossos filhos sejam cidadãos de 2ª, só porque não são LGBT, ou rotulados de agressores por não se renderem às premissas do lobbie LGBT.
E como se combate o bullying contra quem não é LGBT?
 
Quando leio: «Não nos foi possível obter a validação dos kits nos contextos pré-escolar e no 1º ciclo. Todas as escolas nos colocaram barreiras. Assim como os encarregados de educação.»
 
Não é preciso dizer mais nada, pois não?
Protejam os vossos filhos, pois palpita-me que o Ministério da Educação vai obrigar as escolas a adquirir o kit, uma vez que foi o responsável pela introdução da PLANOi [mais uma Associação LGBT, financiada com dinheiro dos nossos impostos] na Escola... E, já agora, se alguém tiver acesso a um kit...
 
 
 
 
 
 

#Éhoradospais
 
Ex-activista transexual afirma: A transição é perigosa, especialmente nos jovens.
 
A este respeito (transição), infelizmente, em Portugal mente-se e manipula-se muito, não se está a dizer a verdade aos Portugueses principalmente a crianças, adolescentes e jovens.
Uma transição pode tornar-se num enorme pesadelo irreversível!
 

 

 

Sinopse:

Homens e Mulheres são geneticamente, fenotípica e fisicamente, bem como psicologicamente diferentes, e, tudo isto de uma forma complementar. A Ideologia do Género é hoje uma ideologia totalitária, usada como instrumento para doutrinação homossexista e experimentação social e linguagem homossexista. Corrompe e destrói vidas, casais, famílias, crianças, equidade, coesão social, sociedades e no fim a própria humanidade. Maria Helena Costa reúne num texto de fácil leitura, informações, dados e matéria extensa sustentada em factos e documentos sobre o que é a ideologia do género e as suas implicações no individuo e na sociedade. É um bom manual para perceber uma ideologia que passa despercebida e se vai instalando na nossa sociedade, corrompendo o equilíbrio e a estabilidade fundamentais para a sua sã existência.

#Éhoradospais lerem e perceberem o que os ideólogos de género pretendem incutir na mente das crianças de 7/8 anos com peças de teatro como esta.

Leiam, e percebam como se ridicularizam os pais, como os filhos discutem, em pé de igualdade, com eles, como parecem muito mais inteligentes do que os broncos dos pais, como os papéis de menino e menina são invertidos, como se insultam uns aos outros, e como se ridiculariza Deus e a fé cristã.

Percebem como se incute a transsexualidade na mente das crianças:

VANESSA: O X da mãe, estou a ver... Isso é uma confusão de letras... mas o que interessa é que é ao calhas, nasce-se rapariga por acaso, não é porque alguém quer ou não quer... Não é castigo. É boa, e eu a pensar...
[...]
VANESSA - Já sei quem é que decide se os bebés vêm como rapazes ou como raparigas.
RODRIGO - Quem?
VANESSA - Ninguém.
RODRIGO - Ninguém?
VANESSA - É ao calhas. Tu podias ser rapariga e eu podia ser rapaz. ERA SÓ MUDAR UMA LETRA.
RODRIGO - Uma letra? Mas tu não sabes escrever...
VANESSA - Esquece.

E a peça termina com a Vanessa de metralhadora para defender a irmã dos que a quiserem criar como menina. Percebem?

É a violência do "bem"...

#istoéideologiadegénero

Vanessa Vai à Luta, Luísa Costa Gomes - Porto Editora

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