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Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

04.Nov.19

Substituição da cultura

Artigo traduzido.

 

Entretanto, é isto que as organizações LGBTQ estão a fazer à sociedade:

 

Virtualmente, todas as semanas, parece haver uma outra questão que preocupa o país. Mas enquanto a nossa atenção está focada no Presidente Donald Trump, Google, Charlotteville, Rússia, destituições, Jeffrey Epstein, as próximas eleições, racismo, comércio bélico com a China, o movimento #MeToo, ou outro qualquer movimento, organizações LGBTQ sorrateiramente trabalham na destruição das normas éticas, ridicularizando a educação, arruinando a vida de inocentes e destruindo a inocência infantil. Se acha que estou a exagerar, aqui estão alguns dos exemplos:

 

 

LGBTQ desmantela os desportos femininos

No mês passado, uma halterofilista transgénero ganhou múltiplas medalhas de ouro no Jogos do Pacifico em Samoa. Laurel Hubbard, da Nova Zelândia, ganhou duas medalhas de ouro e de prata em três categorias de femininos acima dos 87 kg, ou 192 libras. Hubbard é biológica e fisicamente masculino.

 

No ano passado, dois iniciados, biologicamente masculinos, competiram na divisão feminina de varias escolas secundárias no Estado de Conneticut, em pista aberta. Ganharam o primeiro e o segundo lugar nos 100 e 200 metros barreiras.

 

Porque a civilização ocidental apoia todos as exigências LGBTQ, não importa o quanto seja injusto para as atletas femininas, homens, que se intitulam mulheres, estão a ser autorizados a competir contra outras mulheres, e eles ganham quase sempre.

 

 

A desconstrução de masculino e do feminino - desde o nascimento

Como noticiado pela Associated Press: “Progenitores podem também escolher (género) ‘X’ nos recém-nascidos." Nova Iorque juntou-se à Califórnia, Oregon e Washinton na autorização da escolha de género indefinido como opção nas certidões de nascimento. Muito semelhante à medida levada a cabo em Nova Jérsia, em fevereiro.

 

Que percentagem de Americanos acredita na sorte que os bebés terão por seus pais não os identificarem, à nascença, como feminino ou masculino? Ou, por outro lado, quantos de nós pensam na percentagem de pais que cometerão este tipo de abuso infantil?

 

 

A desconstrução da inocência infantil e autoridade parental

A Associated Press noticiou recentemente que a “Califórnia está a impor guias de orientação sexual para que os professores das escolas públicas abordem o tema da ideologia de género nos jardins infantis com as crianças”

 

Tatyana Dzyubak, professor na escola primária na área de Sacramento, alegou: “Não vou ensinar este tipo de matéria aos meus alunos. Isso é trabalho dos pais”.

 

Mas os pais e a autoridade parental têm sido sempre um entrave para os movimentos totalitaristas. Tanto que desconstruir a autoridade parental é um dos principais objectivos da esquerda e de organizações LGBTQ.

 

Bibliotecas, em grandes centros urbanos, estão a promover uma iniciativa dedicada exclusivamente aos Drag Queen – Drag Queens que lêem histórias a crianças na pré-escola. (Leiam, por exemplo, o artigo do New York Times “Drag Queen story hour puts Rainbow in reading” de 19 de maio de 2017).

 

Há umas semanas, o popular actor e apresentador Mário Lopes revelou: 

 

“Se a uma criança de 3 anos disser que se sente diferente, ou que se sente menino ou menina conforme o caso, penso que é terrivelmente perigoso como progenitor responder: Está bem podes ser menino ou menina’… Penso que os pais precisam deixar que as crianças sejam crianças, mas ao mesmo tempo que sejam eles os adultos da situação”.

 

Para dizer de maneira sensata e respeitosa o que qualquer pai dedicado de uma criança de 3 anos deveria dizer, ele foi tão fortemente condenado pela GLAAD e pela PFLAG, duas das maiores organizações LGBTQ, que, sabendo que o seu sustento estava em jogo, retaliaram imediatamente. Ao estilo da Revolução Cultural Chinesa, ele "retratou-se" de tudo o que disse e reconheceu o quanto ainda precisa aprender sobre os pais, permitindo que crianças de três anos autodeterminem o seu género.

 

 

A desconstrução das normas educacionais

A CNN informou na semana passada: "O governador de Illinois J.B. Pritzker assinou uma lei que garante que as contribuições das pessoas LGBT sejam ensinadas nas escolas públicas. ...

"(O projecto de lei declara)" Somente nas escolas públicas, o ensino da história incluirá um estudo dos papéis e contribuições de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais na história deste país e deste Estado. "

"Equality Illinois, a maior organização LGBTQ de defesa dos direitos civis do estado, apoiou o projecto e disse que o currículo pode ter um 'efeito positivo na auto-imagem dos estudantes' e fazer com que sejam mais bem aceites".

 

 

Uma vez que o propósito de ensinar a história é mudado de ensinar o que aconteceu para "ter um efeito positivo na auto-imagem dos alunos", a história não é mais sobre o que aconteceu; é propaganda. Mas, reescrever a história não é um problema para a esquerda. Como dizia uma famosa piada dissidente soviética: "Na União Soviética, o futuro é conhecido; é o passado que está sempre mudando". Observo quase todos os dias que a verdade é um valor liberal e um valor conservador, mas nunca foi um valor de esquerda. Este é apenas mais um exemplo.

 

 

O desmantelamento da realidade

David Zirin, editor de desporto no The Nation: "Há outro argumento contra a permissão de atletas trans competirem com atletas de sexo cis que sugerem que a presença deles incomoda cis-mulheres e cis-raparigas. Mas essa linha de pensamento não reconhece isso, mulheres trans são de facto mulheres.

Rep. Ilhan Omar, D-Minn., Numa uma carta ao EUA Powerlifting: "O mito de que as mulheres trans têm uma 'vantagem competitiva directa' não é apoiado pela ciência médica".

 

Sunu Chandy, do Centro Nacional de Direito da Mulher: "Não há pesquisas que apoiem a afirmação de que permitir que atletas trans joguem em equipas que se encaixem na sua identidade de género criará um desequilíbrio competitivo".

 

Como se podem dizer essas mentiras?

— Porque mentir não é um problema quando a verdade não é um valor.

As organizações LGBT preocupam-se com lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros, tanto quanto os comunistas se importavam com os trabalhadores. Eles usam-nos como cobertura para sua agenda real: desmantelar a civilização como a conhecemos.

 

Dennis Prager é um apresentador e colunista de talk show de rádio nacionalmente sindicado. Seu último livro, publicado pela Regnery em abril de 2018, é "The Rational Bible", um comentário sobre o livro de Êxodo. Ele é o fundador da Universidade Prager e pode ser contactado em dennisprager.com.

Obrigada pela tradução Paula Jacinto!

 

 


 

 
04.Nov.19

A identidade sexual não está no cartão do cidadão

Biologia 1000 - Ideologia de Género 0

Caríssima ONU e restante globalismo marxista, o género é a aplicação do sexo na gramática. Só existem dois sexos, o masculino e o feminino, tudo o resto são variantes dentro dos únicos sexos existentes neste planeta. Qualquer aplicação do conceito de género fora do âmbito da gramática é abusivo, inadequado e descabido.
#NãoExisteGénero
#DeixemAsCriançasEmPaz
Só mais um pormenor, ainda que se cortem os genitais ou se coloquem implantes não se pode mudar de sexo.
A identidade sexual não está no cartão do cidadão, no pénis nem na vagina, a identidade sexual está no ADN de cada célula do indivíduo.
Está claro?
Não sei se estou a ser suficientemente claro?

Excerto do documentário:
“Eu Quero o Meu Sexo De Volta!”

— Pedro Jorge

04.Nov.19

Crianças confusas quanto à sua identidade/sexualidade.

#Éhoradospais

A ideologia de género é uma teoria que desconstrói a sociedade, mas que se apresenta sob máscaras como: igualdade e inclusão das pessoas transexuais ou com orientações sexuais fora da heterossexualidade. Esta teoria não tem apoio científico e é defendida por movimentos feministas radicais e LGBTQIAetc., que, apoiadas pelo Estado, impõem a sua propaganda à Escola para doutrinar as crianças contra o consentimento dos pais e professores.


Para além de confundir a mente das crianças, com conceitos ideológicos distorcidos, retira aos pais a liberdade de educarem os filhos de acordo com os seus princípios, a sua fé e a própria realidade natural e científica, e cria um aumento exponencial de casos de crianças confusas quanto à sua identidade/sexualidade.

 

Nenhuma descrição de foto disponível.
04.Nov.19

Mudar de sexo mata

Entre 2012 e 2019, a Agência Federal do Medicamento, detectou 40.764 reacções adversas ao uso de hormonas bloqueadoras de puberdade, usadas por transgeneros, sendo que 25.500 foram consideradas sérias, donde resultaram 6.370 mortes. Mudar de sexo mata, mas um adolescente imaturo e confuso pode fazê-lo, sem autorização dos pais. Já ir à touradas, mesmo com a autorização deles, não pode....

Leia mais, aqui:

https://neonnettle.com/news/8928-children-s-transgender-drugs-linked-to-thousands-of-deaths-fda-data-reveals

 

 

 

04.Nov.19

Transtorno mental

"Vi um bocado do programa da TVI sobre os transgénero.

O debate iniciou-se com uma rapariga de cabelo curto a quem chamavam André. André relatou a sua batalha para usar a casa de banho escolar da sua preferência. Parece que a escola lá lhe arranjou uma casa de banho privada.

Depois passou-se ao ataque a uma Senhora que nem sequer é doutora e por isso tem é de estar calada e deixar os pedagogos lgbt doutrinarem as crianças da escola pública como bem entenderem. Chamou-me a atenção uma doutora psicóloga que repreendeu essa Senhora avisando-a para não falar do que não sabe. Depois disse, essa doutora psicóloga, que na igreja onde os filhos fizeram catequese só havia uma casa de banho para todos, e que na casa dela acontecia o mesmo. Assim, perguntou a doutora psicóloga à Senhora qual era o problema dela com casas de banho usadas por meninos e meninas. Pessoalmente, acho que a doutora psicóloga devia ter feito essa pergunta a André. André é que pareceu ter problemas em usar casas de banho partilhadas, ao ponto do director escolar ter beneficiado André com uma casa de banho exclusiva.

Às tantas, um jornalista também repreendeu a tal Senhora retrógrada e anticientífica berrando-lhe que ser transgénero não é ter um transtorno mental. Pareceu-me que esse jornalista também não prestou atenção às palavras de André. André até havia relatado que teve uma crise de ansiedade na escola, por causa das pessoas o chamarem pelo nome feminino escolhido pelos pais quando nasceu (menina). André também disse que a sua identidade de nascença era uma "outra pessoa que morreu", "já não existe" e foi uma "personagem que teve de criar para se adaptar àquilo que a sociedade lhe exigia". Se esta pessoa não teve um transtorno mental, não existem transtornos mentais."

Bruno Filipe

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04.Nov.19

Foi uma verdadeira batalha campal

Obrigada António Madaleno!

«Gostava de fazer algumas observações sobre a reportagem e especialmente sobre o debate que se seguiu:


As pessoas transsexuais são merecedoras de toda empatia e consideração, devido ao sério problema que enfrentam ao sofrerem de disforia de género. Precisam de ter acompanhamento adequado e merecem mudar a sua aparência física para se adequar à sua realidade interior (deveria ser sempre em último caso e só depois de se chegar a uma conclusão médica abalizada).
Isto é uma situação.

Outra situação, é a chamada 'ideologia de género' que se baseia em pressupostos puramente ideológicos (baseados na teoria queer) e que está, de forma encapotada, sendo doutrinado às crianças nas escolas, conforme os múltiplos relatos de pais que ouvem seus filhos relatar-lhes este tipo de doutrinação e até mesmo de professores que se sentem incomodados em serem forçados a dar tal tipo de matéria.

A reportagem e nomeadamente o debate seguinte, baralhou estas duas situações como se fosse uma só e fez parecer que as 2 pessoas convidadas (Maria Helena Costa e Tiago Aragão do movimento DeixemAsCriançasEmPaz), parecessem dois monstros insensíveis e os colocassem como estando contra os transexuais, o que claramente ficou demonstrado que não estavam para quem estava atento no meio de toda a confusão.

Fiquei chocado ao ver um debate sem a devida moderação por parte da Alexandra Borges, jornalista que muito respeito e admiro. Sinceramente não gostei da ausência de uma moderação imparcial, lamento.

Tanto a Maria Helena Costa como o jurista foram alvo de discursos intimidatórios, escarnecedores, sem qualquer respeito pelo contraditório (pouco os deixavam desenvolver as suas ideias), até mesmo demonstrando arrogância e falta de respeito, como no caso do jornalista Emanuel Monteiro para com a Maria Helena Costa.

Especialmente a psicóloga convidada, Paula Allen (obviamente parte interessada em defender o seu ganha-pão e ideologia), foi de uma insolência e arrogância extrema em todo o seu discurso. Até mesmo implicou com a expressão usada pelo jurista ao se lhe dirigir a ela por "Sra. psicóloga", com uma atitude condescendente e infantilizadora, quando ele foi absolutamente correto com ela (ele não tinha a obrigação de saber como ela queria ser chamada). Bastava dizer simplesmente que gostava de ser chamada pelo seu nome pessoal. Como psicóloga demonstrou ter pouco autodomínio na discussão de uma matéria sensível e que requeria outra postura.

Com respeito ao advogado Garcia Pereira, que sabe-se ser claramente de ideologia de esquerda, não se esperava outra postura, defendendo aquilo que faz parte da sua posição ideológica. Faltou também alguma serenidade e compostura na forma como tratou, em especial a Maria Helena Costa.
Como conclusão, as únicas pessoas que me merecem elogios na forma como trataram os outros 2 convidados, foram o jovem André Carvalho e o Dr. Décio Ferreira.

Foi uma verdadeira batalha campal e tenho que dar os parabéns ao jurista e à Maria Helena Costa pela forma calma e estóica como enfrentaram um painel abusivo e hostil, o que infelizmente incluiu também aqueles que deveriam ser imparciais na moderação.

 

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04.Nov.19

Aquilo que está a ser feito nas escolas

Não podia deixar de fazer o registo sobre a participação da Maria Helena Costa nesta última terça-feira (29/10) no debate do Programa da Alexandra Borges na TVI24.

Falaram tanto em RESPEITAR as diferenças, mas são os primeiros a serem intolerantes e a não respeitarem quem pensa diferente... É lamentável esta forma de estar e de conduzir uma reportagem, que no meu entender deveria ser informativa e imparcial sobre o tema, e não tendenciosa, formativa e desrespeitosa quanto ao pensamento diferente do que fora apresentado. Tentaram calar a Maria Helena, quando ela falava, era taxada de retrógrada e de outras coisas más.... Tentaram desmoralizar a sua pessoa em rede nacional.
Isto é vergonhoso! Exigimos mais respeito!

Deixo aqui também registado o fundamental de todo este debate que foi muito bem tratado pela Maria Helena Costa: "Aquilo que está a ser feito nas escolas – e está aqui um dos guiões – é: imporem às crianças a partir dos 3 anos, dizerem aos meninos que não nasceram meninos, e as meninas que não nasceram meninas e que podem ser aquilo que eles quiserem quando cresceram. Aquilo que estão a fomentar nestas crianças é realmente algo que vai perturbá-los..." Pais, fiquem atentos a isso!!!

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04.Nov.19

Devassa e abuso da intimidade

Ideologia de género: devassa e abuso da intimidade.

Introduzida no ensino e na saúde, sob designações aparentemente inofensivas ou até social e civicamente desejáveis, como: a inclusão, a diversidade, a tolerância e a igualdade de oportunidades; ou o combate à discriminação, ao bullying, à violência, à gravidez indesejada, às doenças sexualmente transmissíveis, etc... tem, quanto a mim, pai, responsável, cuidador e educador dos meus filhos, um enorme inconveniente: o acesso de pessoas estranhas, cuja formação ética e moral desconheço, a aspectos da formação da personalidade e da intimidade dos meus filhos, que apenas deve estar reservada aos que deles cuidam e os amam.

Jamais, em circunstância alguma, sob pretexto de abordagem destas matérias ou quaisquer outras, pode um professor, um auxiliar, um médico, um enfermeiro, beliscar que seja, sem uma justicação plausível e o expresso consentimento do pai ou da mãe.

De contrário, não é outra coisa senão devassa e abuso da intimidade.
Mário Cunha Reis

#deixemascriançasempaz

 

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Não e só em Navarra. Cá, também já se faz isto.

 

04.Nov.19

Defenda os seus filhos

#Éhoradospais

Criei este blog como plataforma de apoio às páginas do Facebook https://www.facebook.com/identidadedegenerotv/; https://www.facebook.com/Deixem-As-Crian%C3%A7as-Em-Paz-2140000616114122/ e ao meu mural https://www.facebook.com/maria.h.costa.39, mas a verdade é que não tenho publicado quase nada, aqui no blog, e isso deve-se a algumas dificuldades do próprio blog, que ora me permite postar vídeos, ora não permite, que me vai apagando imagens dos guiões de sexo e cidadania, e que também parece estar refém do lobbie lgbtqia+.

Vou tentar, mais uma vez, actualizar este blog e faço um apelo aos pais: 

LEVANTEM-SE PELOS VOSSOS FILHOS!

Eles estão a ser abusados, confundidos, manipulados e reeducados na Escola.

Ouça esta conversa e saiba o que se passa, neste momento, na Escola dos seus filhos: