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Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

30.Mar.19

A aberrante lei de identidade de género

#DeixemAsCriançasEmPaz

Caminha-se, por isso, para que a classificação de acordo com critérios genético-biológicos binários como “homem/mulher” seja cada vez mais anacrónica, passando-se em poucos anos à classificação única de “pessoas”. Aliás, no futuro e por este andar, o sexo e o género poderão deixar de ser categorias registadas nas certidões de nascimento ou nos documentos de identificação, e a família passará a ser uma quimera dourada perdida nos anais da História.

Leia mais: https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/a-aberrante-lei-de-identidade-de-genero-293136?fbclid=IwAR2_6c5_Fn_jHrXzTX1YVhOrTTrqxwzRNk2NqXOkN7Ooibo3BqsW-pQecjk

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30.Mar.19

Lavagem ao cérebro infantil

Sob o pretexto de educar os mais novos para a obrigatoriedade de respeitarem a igualdade do género, resolveu enviar para uma acção de doutrinação numa escola do Barreiro alguns dos seus acólitos, que se escondem a coberto de uma organização onde, para além de homossexuais e lésbicas, pontificam uma panóplia de pessoas perturbadas e frustadas com o sexo com que vieram ao mundo.

Estamos a falar de crianças de 11 anos que ainda há pouco iniciaram os seus estudos e estão na escola para aprenderem as disciplinas que lhes vão orientar no futuro e não para serem doutrinadas por gentes sem escrúpulos, que as procuram cativar para as suas hostes.

Leia mais: https://sol.sapo.pt/artigo/650851/lavagem-ao-cerebro-infantil=IwAR1ZRSDyhcGDu_31dbCnN2PKatrA8cdgTQEEkghEHhRGmAwG0fSmzt0J9cI

 

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30.Mar.19

Crianças bombardeadas

#DeixemAsCriançasEmPaz

Sucede que os meninos não têm de ser bombardeados com propaganda sobre sexo – ou outra coisa qualquer.

E não se percebe por que razão as associações LGBTI são privilegiadas.

Seria interessante, por exemplo, associações de idosos irem às escolas falar das relações que as crianças devem ter com pessoas mais velhas, evitando o isolamento e a fragmentação das sociedades.

Leia mais: https://sol.sapo.pt/noticia/651460/lavagens-ao-cerebro?=IwAR0gbPO6DwfFjFIvR2q2Bl89o2ygUgRNYQjYzHBaLif73srXdAllvSmEKbo

 

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30.Mar.19

Carta Aberta à Paula Cosme Pinto

Exmª Paula:
 
 
O seu artigo de opinião no Expresso “A roupa infantil unissexo e o medo do papão” https://expresso.pt/autores/2015-05-02-Paula-Cosme-Pinto-1#gs.2sldt9 até pode enganar uns quantos, mas não passa no crivo daqueles que sabem o que é a ideologia de género e quais são os seus objectivos. É por isso que lhe escrevo. Para desmontar as suas proposições com alguns factos verídicos, pois, infelizmente, parece que a srª pensa que quem não alinha no marxismo cultural “tem medo do bicho papão”.
 
Então, vamos por pontos para ficar mais simples:
 
 
1. O seu artigo começa assim: «A Zippy lançou uma linha infantil unissexo e descreveu-a como uma “coleção sem género”. Mas ao que parece, roupa versátil, que pode ser usada por todas as crianças sem distinção, é algo “contranatura”, um “atentado aos valores da família”, uma forma de “erotização infantil” e de “doutrinação para a homossexualidade”. Afinal, o que há de tão errado em meninos e meninas poderem partilhar peças de roupa? Não estará o preconceito nos olhos de quem vê a palavra “género” e não percebe o seu significado?»
 
 
Não, o preconceito não está nos olhos de quem vê, mas sim nos factos quem LÊ. Como muito bem informou o Miguel Macedo:
 
 
"Não é preciso a Zippy [empresa] fazer um comunicado oficial, anunciar as medidas ideológicas tomadas e que são influenciadas no vosso design. Basta as pessoas estarem atentas, e compreenderem o que é que "entre linhas" vocês querem fazer. As colecções unissexo (“engarçado” o corrector já não reconhece a palavra...) têm décadas e nunca tiveram um objectivo ideológico. Vamos por pontos:
  • A colecção chama-se HAPPY // Ungendered Collection (Alegre // Sem género). No novo texto de apresentação diz o seguinte, cito:
  • "HAPPY é a materialização da felicidade, que acreditamos que se consegue quando rompemos com ideias pré-concebidas e com o tradicional".
Colecções unissexo, cara Paula, nunca tiveram qualquer necessidade de romper nada, apenas eram modelos e designs neutros.
  • "(...) tendo coragem de vestir o nosso próprio “eu” todos os dias."
O que é que os faz pensar que as pessoas não estão a vestir o seu "eu"?
 
Não é esta a marca da ideologia de género? Cada pessoa nasce um folha em branco e pode criar o seu próprio eu (sexualmente falando) independentemente do sexo com que nasce, ou até do género (leia-se: animal ou humano)? O eu, é-se. Não se veste.
  • A colecção da Zippy é inspirada num arco-íris, que - por um mero e enormíssimo acaso - é a bandeira LGBTI.
Claro que, como cristã, sei que o movimento LGBTI se aproveitou de um símbolo bíblico (vá-se lá saber porquê) para erguer como bandeira. O arco íris é o símbolo da aliança de Deus com Noé, na qual prometeu não voltar a destruir o mundo pela água.
 
«O meu arco tenho posto nas nuvens; este será por sinal da aliança entre mim e a terra. E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, aparecerá o arco nas nuvens.» (Génesis 9:13-14)
 
«Aquele que estava assentado era de aspecto semelhante a jaspe e sardônio. Um arco-íris, parecendo uma esmeralda, circundava o trono,» (Apocalipse 4:3)
Penso que, à luz das reivindicações feministas, os cristãos podem acusar o movimento LGBTQI de apropriação cultural, certo?
  • O lançamento da vossa colecção, é feito no mesmo momento em que as agendas de género - inclusive a do governo que tem investido milhões no seu projecto de "igualdade/identidade de género", que nada mais é do que uma ideologia de género - está a ser adoptada por muitas empresas, nomeadamente a Sonae, pois garante-lhes bom retorno financeiro.
2. Quando questiona, com alguma sobranceria: «Há algum mal em roupa versátil, funcional, colorida, que qualquer menino ou menina pode usar? E que pode passar de criança para criança e ser reutilizada entre irmãos e irmãs, por exemplo? A mim parece-me muito bem.»
 
 
Só pode estar a pensar que o povo é todo parvo. A roupa, cara Paula, sempre passou de irmãos para irmãos, sempre houve roupa unissexo, e a nós parece-nos muito bem, mas isso não tem nada a ver com “roupa sem género”, pois tem saias e, certamente, saias não serão usadas por meninos, ou é isso que está a defender?
 
 
3. «Mas», alega a Paula, «pelos vistos, há quem considere isto não só uma afronta à biologia, aos valores cristãos e à natureza, como também uma apologia à homossexualidade infantil (wtf?) e um incentivo […] São todos estes exemplos de incentivo à homossexualidade? E a homossexualidade incentiva-se, é isso?.»
 
Claro que a afronta à biologia não é a roupa unissexo (não sem género) passar de uns para os outros, de rapazes para meninas e de meninas para rapazes. Afronta à biologia, é afirmar que meninos não nascem meninos, meninas não nascem meninas e que uma saia é para ser vestida por ambos, pois não há qualquer diferença entre eles. E, por favor, não venha com a treta das outras culturas, pois se é de cultura que vamos falar, a nossa, a portuguesa, não contempla que homens vistam saias; nem com a falácia dos padres, pois é um costume milenar da igreja Católica que tem a ver com as vestes dos sacerdotes do Antigo Testamento; nem dos vestidinhos de baptizado, nem das muitas falácias que usa para tentar engabelar os seus leitores quanto à questão da saia ser para meninos e meninas nesta colecção, sem género (não unissexo), da Zippy.
Sim, a homossexualidade incentiva-se quando se erotizam crianças desde a mais tenra idade e se lhes incute que a heterossexualidade é uma imposição do patriarcado machista opressor.
Sim, a homossexualidade incentiva-se quando os guiões de género e cidadania usados para doutrinar as crianças, na escola, são uma verborreia de feministas lésbicas que afirmam coisas como estas:
«A categoria sexual é produto da sociedade heterossexual, que impõe às mulheres a obrigação de reproduzir a espécie, que é o mesmo que dizer: reproduzir a espécie heterossexual.» [1]
«O facto de existir uma sociedade lésbica destrói a construção artificial (social) que constitui as mulheres como um “grupo natural”.» [2]
«Todo o coito heterossexual supõe a violação da mulher por parte do homem.» [3]
«Todos os homens são violadores e é tudo o que eles são. Eles violam-nos com os seus olhos, as suas leis e os seus códigos.» [4]

Sim, a homossexualidade incentiva-se quando se diz a meninos - de 4 anos - que podem namorar com outros meninos e esses meninos chegam a casa a dizer aos pais que querem namorar com outro menino e não com uma menina.

Sim, a disforia de género [transsexualidade] incitiva-se quando se diz a crianças de tenra idade que nasceram meninos, mas podem ser meninas quando quiserem (uma escola em Guimarães). [5]

 
4. «Mas se preferem diabolizar a questão e associá-la a uma qualquer doutrinação para algo supostamente pecaminoso - que só existe dessa forma porque as vossas cabecinhas estão cheias de preconceitos - tenham atenção às crenças que estão a passar à garotada que vos rodeia. É muito bonito usarem a hashtag #DeixemAsCriançasEmPaz, mas lembrem-se que o preconceito e a deturpação de valores como a tolerância e a dignidade são péssimos exemplos na educação de futuros adultos. Realmente, deixem as crianças em paz, não as condicionem com os vossos medos e repulsa pelo que não se assemelha a vocês.»
 
Desde quando é que ler os guiões e os autores por detrás deles, perceber a engenharia social que está a ser feita é mais preconceituoso do que acatar, incentivar e até promover os ideólogos de género que escreveram os livros com os quais a Paula concorda?
Desde quando é que ler marxistas e feministas e perceber as suas más intenções é preconceito? [6]
#DeixemAsCriançasEmPaz, é o grito de pais, avós, encarregados de educação, professores e de todas as pessoas que realmente se preocupam com as crianças deste país e com a desconstrução da sua personalidade e sexualidade. Não ignoramos o que o socialismo pretende e não vos facilitaremos a tarefa de destruir a família e o cristianismo.
Medos? Repulsa?
Sim. Temos medo das vossas más intenções travestidas de tolerância, igualdade e inclusão, e repulsa pela forma nojenta como erotizam as crianças, incluindo autistas de 11 anos, como o Desmond (foto) e as usam como bandeira dum movimento intolerante e heterofóbico.
 
Desmond, autista, 11 anos
 
5. «a ideologia de género acredita que não existem exclusivamente os géneros masculino ou feminino, ou seja, que o espectro de identidades pode ser mais amplo do que isto e abranger outras realidades existentes sem as colocar no patamar do “anormal”. Isto vai diretamente ao encontro da constatação de que género e sexo não são a mesma coisa.»
 
Sim. Isso é ideologia de género, ou pedagogia Queer. É isso que dá um pontapé na Biologia e na Ciência. Não há outras identidades, o género humano é binário, mas sim outras formas de as pessoas se relacionarem sexualmente e isso é SEXO. Portanto, quando vos dá jeito, sexo é género e quando não vos convém, sexo não é género!?
 
Sei do que falo. Não me limitei a fazer um qualquer curso universitário tendencioso, que me doutrina em ideologia de género para eu doutrinar os outros. Não acredito numa engenharia social, composta por pessoas frustradas com a sua sexualidade natural, que se propõe desconstruir milénios de História da humanidade e a própria biologia. Leio os seus construtores, ouço outros que lêem o que eu leio e denuncio essa agenda diabólica (sim, é diabólica e destruidora).
A teoria Queer é a base da Ideologia de Género. É uma “invenção” marxista/feminista que promove a reorientação sexual e a desconstrução da heterossexualidade, ou seja, da família.
É uma teoria sobre o género [sexo], que afirma que a orientação sexual e a identidade sexual, ou de género, dos indivíduos, são resultado de uma construcção social e que, portanto, não existem papéis sexuais essencial ou biologicamente inscritos na natureza humana, mas sim formas socialmente variáveis de desempenhar um ou vários papéis sexuais. A teoria Queer teve origem nos EUA, nos anos 80, a partir de estudos gays, lésbicos e feministas e alcançou maior notoriedade a partir do fim do século passado, tendo sido fortemente influenciada pelo filósofo francês Michel Foucault, pela sua obra “História da sexualidade”, 1984, e pelo movimento feminista. Essa teoria visa a desconstrução da heterossexualidade, como algo natural e normal. Para isso, inventou a palavra “heteronormatividade” — que sugere que a heterossexualidade é imposta e normativa — afirma que o género é neutro e que as crianças devem ser criadas sem definição de papéis sexuais, e/ ou sociais, pois, de acordo com a teoria, não há diferença entre os sexos. Assim, a teoria garante que o preconceito entre homens e mulheres devido ao género [sexo] seria destruído. [7]
 
 
Como muito bem escreveu o José António Saraiva:
 
«À mais pequena fuga à ortodoxia do politicamente correcto, um indivíduo é logo apelidado de «homofóbico». E as pessoas acobardam-se. Têm medo de ser enxovalhadas. Se pensarmos bem, nem um só dos comentadores com presença regular na televisão fala destes assuntos. Até porque, se ‘resvalar’ na opinião e for objecto de ataques por parte desses grupos LGBTQI, arrisca-se a ser despedido e a ficar sem tribuna. Um deputado do PSD que criticou a propaganda LGBTQI nas escolas noticiada pelo SOL foi logo duramente atacado e sofreu ameaças várias, com a ‘agente’ Joana Mortágua à cabeça a fazer uma queixa à Comissão de Igualdade. […]
Vivemos numa sociedade tolerante – e isso é bom. Mas a propaganda do politicamente correcto nas escolas e em todos os sectores da sociedade, configurando uma verdadeira lavagem ao cérebro, está a criar uma intolerância de sentido contrário. Que tende a tornar-se totalitária.» [8]
 
Termino por aqui a minha resposta ao seu artigo de opinião — marxista e pró-ideologia de género — gritando até que a voz me doa #DeixemAsCriançasEmPaz.
 
 
E, sim, boicotarei qualquer empresa que promova a destruição dos valores sobre os quais a nossa sociedade está fundada e estarei muito atenta às que a Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade de Género mencionou na “Sessão de Esclarecimento” que deu na Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim: GALP, SONAE, LIDL, canais de TV e de rádio...
 
 
 
Maria Helena Costa
 
 
[1] “La Categoria de Sexo”, En el pensamiento heterossexual y otros ensayos. Madrid. Egales, 2010, pág. 26
[2] “No se nace mujer”. Ob. Cit, p 31.
[3] Andrea Dworkin
[4] Marilyn French
30.Mar.19

Pais responsáveis

#DeixemAsCriançasEmPaz

Ainda há pais que lutam pelos seus filhos!

«Temos que ter certeza de que os pais estão de volta ao controle do que acontece com seus filhos no sistema escolar", disse Montague ao jornal Times. "Não acho que nos despedimos deles nos portões da escola e dizemos 'faça o que quiser com eles'".»

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https://www.opiniaocritica.com.br/2019/03/mae-processa-escola-lgbt-alunos.html?m=1&fbclid=IwAR3IcF8uA7_9NhFA_uhk19BLi8SJXy59wqNXdlqWd1_GJKslDBk9xoRlhrM

 
30.Mar.19

Colapso de uma cultura, diz renomada intelectual sobre transgêneros e homossexuais

Em português do Brasil:

A maioria das informações divulgadas na grande mídia sobre casos de pessoas transgêneros, parece não abordar de forma transparente e honesta a complexidade da questão. Após a veiculação de uma reportagem do Fantástico promovendo a ideologia de gênero através do assunto, a opinião de uma famosa intelectual, considerada atéia, homossexual e feminista, tem repercutido nas redes sociais, ao dizer que o surgimento de “transgêneros” é o “sintoma do colapso de uma cultura”.

A afirmação é da escritora e professora universitária Camille Paglia, considerada a primeira mulher a se declarar lésbica na Universidade de Yale. Atualmente, Paglia também é considerada uma das 20 intelectuais mais influentes do mundo. Todavia, ao que parece, quando a opinião dela diz respeito à ideologia de gênero, transgêneros e feminismo, a grande mídia não repercute tanto quanto outras vozes menos gabaritadas.

 

“Em qualquer lugar do mundo você encontra um padrão [cultural] em períodos antigos, que, quando uma cultura começa o seu declínio, você tem um surgimento de fenômenos transgêneros”, disse Paglia, por exemplo, durante uma entrevista concedida em 2015 ao programa Roda Viva.

 

Camille Paglia é uma voz politicamente incorreta para o feminismo e para o movimento homossexual, pois ela considera ambos radicais e desprovidos de crítica filosófica. Paglia se diz “preocupada com a mistura perniciosa do ativismo gay com a ciência, que produz mais propaganda do que a verdade”, disse ela em uma publicação do arqueólogo italiano Giampaolo Rossi, na página “il Giornale it”, acrescentando que tais movimentos são “barulhentos, egoístas e doutrinários”.

 

Para Paglia, a natureza biológica é implacável e a cultura possui um código moral que mantém a ordem na civilização, em acordo com a concepção funcionalista, por exemplo, citada pelo renomado sociólogo Anthony Giddens na obra “Sociologia”, quando diz que tal abordagem “vê a sociedade como um sistema de partes interligadas que, quando em equilíbrio, funcionam de modo harmonioso para gerar solidariedade social”.

 

Com base nisso, Paglia questiona o que pode ser considerado uma promoção indiscriminada da ideologia de gênero, porque segundo na entrevista “isso é um sintoma do colapso de uma cultura”, , acrescentando que está “preocupada com essa tendência cirúrgica para mudança do corpo. Isso está por toda parte nos EUA. Dizem que a criança nasceu no corpo errado e já começam com hormônios até chegar à intervenção cirúrgica. Se essa ideia estivesse no ar quando eu era jovem, eu teria cometido um engano terrível”.

A radicalização do feminismo e a valorização da religião, segundo Camille Paglia

Camille Paglia também vai na contramão do movimento feminista, que apesar de muitos considerarem haver diferenças, tem se radicalizado como um todo gradualmente. Para a intelectual, o feminismo atual é “doente, indiscriminado e neurótico”, por querer colocar a culpa de tudo nos homens. Para ela, “deixar o sexo para as feministas é como sair de férias e deixar o cachorro com um taxidermista”, informa Rossi.

Outro aspecto abordado por Camille Paglia diz respeito a valorização da religião e seu reconhecimento enquanto instituição. Perceba que ela é considerada “atéia”, ou seja; não acredita em Deus, mas reconhece que a fé possui fundamento filosófico e moral importantes para a sociedade:

“Tenho um grande respeito pela religião, que considero uma fonte de valor psicológico infinitamente mais rica do que o estruturalismo eticamente insensato, que se tornou uma religião secular”, disse ela.

Paglia, portanto, deixando implícito o que na filosofia e teologia é chamado de “sentimento religioso”; algo que mesmo o ateu é capaz de sentir com base em sua necessidade de acreditar em um “código moral”, como ela menciona, que para os cristãos é uma das provas intelectuais mais contundentes acerca de Deus, como argumenta o ex-ateu Clive Staples Lewis em seu livro “Cristianismo Puro e Simples”.

Só há dois sexos e “o resto é resultado de propaganda”

Camille Paglia reconhece a natureza biológica da sexualidade humana, assim como o pesquisador e evolucionista Timothy Taylor, autor da obra “A Pré-História do Sexo”, que investigou o que considera quatro milhões de anos em cultura sexual. O autor revela que a diversidade sexual é uma realidade nas culturas, porém, como expressão social e, principalmente, religiosa, mas não como uma tentativa de confrontação à natureza biológica.

Enfatizando a necessidade de haver equilíbrio e harmonia entre cultura e biologia, Taylor diz:

“Comecei este livro indo ‘além da natureza’ porque queria desafiar os sociobiólogos. A variedade de cultura sexual humana que descrevi não pode ser explicada com referência a um imperativo genético simples [ou seja; ele reconhece que a sociedade – também – influencia no desenvolvimento da identidade sexual] mas concluo agora, indo ‘além da cultura’, para enfatizar o retrocesso biológico mais a longo prazo”, disse ele, explicando:

“…nossas soluções culturais à doença e à saúde devem levar em consideração o legado de longo prazo da evolução biológica”, com base na concepção de que “nossa cultura evoluiu a um ponto que corremos o risco de perder contato com nossa biologia”.

Em outras palavras, Taylor alerta para o exagero pregado, por exemplo, pela ideologia de gênero e o feminismo radical, que despreza a função do sexo biológico no desenvolvimento da sexualidade e da própria civilização, o que levou Camille Paglia a dizer que “o aumento da homossexualidade e da transexualidade são um sinal de decadência de uma civilização”, criticando, precisamente, o ativismo ideológico que visa desconstruir as diferenças sexuais do homem e da mulher.

 

Desse modo, a intelectual afirma de forma taxativa que “há apenas dois sexos biologicamente determinados. O resto é o resultado de propaganda”.

 

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https://noticias.gospelmais.com.br/colapso-de-uma-cultura-diz-renomada-intelectual-sobre-transgeneros-e-homossexuais-89414.html

30.Mar.19

#DeixemAsCriancasEmPaz

Março foi um mês de muitos abusos e censura, em que a ideologia de género fez mais vítimas.
Como estas histórias há muitas outras, como este mês há muitos outros. Os factos são evidentes: tentam doutrinar as nossas crianças e os frutos desta doutrinação, sexualização e erotização estão espelhados em notícias que nos chegam todos os dias de crianças que violam outras crianças, de meninos que se sentem perturbados, assustados e confusos e pais desesperados sem saber o que fazer por não poderem confiar nas Escolas. 


#nemmaisuma 

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30.Mar.19

Afinal, é o que era ou é o que parece?

Isto faz-me lembrar os Guiões de Género e Cidadania que, na página 6 (versão digital), antes dos dados da ficha técnica, se isentam de responsabilidades:

«O conteúdo apresentado não exprime necessariamente a opinião da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género.»

Neste caso, o Rodrigo, hoje Tifanny, nasceu homem, cresceu homem, desenvolveu-se como homem, jogou vôlei nos masculinos, mas só porque na cabeça dele havia a firme convicção de ser mulher, querem à viva força convencer o mundo e arredores de que o é.
Fez operações, toma hormonas femininas e joga na liga feminina de vôlei, uma competição FEMININA para mulheres que nasceram mulheres. 
Até os médicos lobistas, que o liberaram para competir em competições femininas, vêm agora dizer que, afinal, continua a ter as características inatas de um homem?

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