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Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

22.Fev.19

Lógica?

Há uma música que diz:

“A morte saiu à rua num dia assim…”

Olho para a “lógica” da ideologia do género, e vejo o significado da letra a passar diante dos meus olhos.

Então, de acordo com os ideólogos do género:

«Por ser um papel social, o género pode ser construído e desconstruído, ou seja, pode ser entendido como algo mutável e não limitado, como definem as ciências biológicas.»

Mas, se isto é verdade, a homossexualidade, transsexualidade, etc. podem ser desconstruídas, certo? Toda e cada pessoa, cujo género foi construído, pode desconstrui-lo, ou não?

Sendo assim, crianças de tenra idade estão a ser construídas para a homossexualidade e a transgeneridade, de acordo com o que lhes é ensinado, na escola. 

Mas... assim sendo, porque é que os psicólogos/psiquiatras não podem tratar as pessoas no sentido de, fluidamente, assumirem o género [SEXO] com o qual nasceram e que não precisa de tratamento falmacêutico e cirúrgico para ser adquirido?

 

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Ouça mais aqui:

https://www.youtube.com/watch?v=k5hxQmvp2H8

 

22.Fev.19

Esquerda versus Direita

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Ultimamente, talvez tenha contribuído com a minha cota parte para o conflito instalado entre a esquerda e a direita, politicamente falando, como se o mal, a podridão da corrupção e da imoralidade só estivessem a ser promovidos pela esquerda, o que não é verdade. Vivemos tempos tenebrosos e não há nenhum partido — COM ASSENTO NO PARLAMENTO — que não apoie estas políticas imorais de desconstrucção da família (ideologia do género) e da sociedade como hoje a conhecemos.
 
 
Da esquerda à direita, TODOS estão reféns das suas próprias ideologias e dos seus promotores, subjugados a Bruxelas e ao marxismo cultural que nos está a ser IMPOSTO. Não há um único partido — COM ASSENTO NO PARLAMENTO — que se levante contra:
 
  • A erotização das nossas crianças, adolescentes e jovens, na escola,
  • A doutrinação ideológica marxista nas escolas e universidades,
  • A matança de milhares de inocentes no ventre das suas mães,
  • A entrada de milhares de migrantes (quando os portugueses estão no topo da lista de países com alto índice de pobreza e nem para si próprios têm)
  • E contra a cultura da morte já instalada.
  •  
Todos estão comprometidos com o lobbie LGBTQIetc e vendidos à única “cultura” que dá dinheiro, muito dinheiro, para subverter a sociedade e dominá-la.
 
 
Sim. É verdade que o Bloco d’extrema esquerda é o grande impulsionador da agenda de destruição massiva da percepção humana e do bom senso, que obriga cada pessoa a ver — não o que ela vê — mas sim o que os outros, ou o Estado, querem que ela veja. O bloco é o “braço armado” do socialismo na revolução cultural mundial que visa implantar o socialismo no mundo. É o braço de uma desconstrução social — da nova ordem mundial — que visa a reorientação da sexualidade humana e do género humano. Uma desconstrução total do homem e da mulher e das suas características físicas secundárias. Um gerador de conflitos de identidade; a maior ameaça totalitária que o ser humano alguma vez viu e que implica uma mudança radical do género humano.
 
 
Características físicas secundárias?
— Sim. Por muitas leis que sejam aprovadas, por muito que se possa mudar o nome e o sexo no CC, não existe mudança de sexo, mas apenas da aparência do que se pensa ou sente ser, REconstruída à base de hormonas (que a pessoa terá que tomar toda a vida) e do bisturi. Então, é “parecido”, mas não é “cido”.
O Estado português está a enfiar-nos goela abaixo um conjunto de ideias anticientíficas que, com propósitos políticos, extirpa a sexualidade humana da sua realidade natural e a explica apenas pela cultura.
Karl Marx, o deus da esquerda, lendo o livro “A sociedade Antiga”, de Lewis Henry Morgan, chegou à conclusão que: «Toda a opressão que existe entre classes é culpa da família.»
 
 
Então, no livro “A origem da família, da propriedade privada e do Estado”, publicado por Engels após a morte do amigo, na pág. 46, lemos: «Existiu uma época primitiva, em que imperava no seio da tribo o comércio sexual promíscuo, de modo que cada mulher pertencia a todos os homens e todos os homens a todas as mulheres.»
 
 
Marx leu isso no livro de Morgan, que havia escrito: «nas tribos iorquinas existiam cacoetes [Hábitos ou costumes característicos] — que só existiam porque se vivia uma sexualidade promiscua — onde não existia incesto, todas as mulheres se relacionavam com todos os homens e vice-versa, e os filhos só sabiam quem era a mãe. Era uma sociedade matriarca.»
 
 
Mas, pasme, Marx escreveu: «... não podemos esperar encontrar provas directas da sua (da tribo) existência.»
 
 
Ou seja: temos de acreditar cegamente em Marx, que, por sua vez, acreditou cegamente em Morgan, e desprezar o que DEUS sempre disse acerca do homem da mulher e da família:
«E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.» Génesis 1:27,28
«Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.» Génesis 2:24
«... cada um [homem] tenha a sua própria mulher, e cada uma [mulher] tenha o seu próprio marido.» 1 Coríntios 7:2
Na pág 51, Marx pergunta: «O que significa ter relações sexuais sem restrições?». Ele próprio responde: «Antes da invenção do incesto, as relações sexuais entre pais e filhos [...] não causavam grande horror.»
— Grande? E “pequeno horror”, causavam? Claro que não podemos encontrar provas do que ele diz, mas... há quem acredite tão cegamente em Marx como ele acreditou em Morgan. Não é à toa que nós, cristãos, dizemos que Marx queria destruir o cristianismo. Foi ele mesmo que nos disse isso quando escreveu:
 
 
«Vou destronar Deus e o capitalismo. [...] Para o advento do socialismo será preciso exterminar povos e nações.»1
 
 
Após o falhanço do marxismo e a vitória do capitalismo, em 1924, surgiu a Escola de Frankfurt, que se debruçou sobre o que teria provocado o colapso do marxismo e chegou à conclusão que a revolução tinha de ser cultural e passava pela destruição da família. Herbert Marcuse, um dos seus fundadores, escreveu o livro “Eros e Civilização”, onde propõe que todo o corpo se transforme num mero instrumento de prazer e apela à necessidade de deixar crianças, adolescentes e jovens, livres para todas as práticas sexuais que desejem fazer. Ele exemplifica:
 
 
«Permitam que crianças e jovens façam sexo com animais [zoofilia], com cadáveres [necrofilia] … pais, mantenham intimidade sexual com os vossos filhos menores [incesto]. … A erotização de crianças, adolescentes e jovens levará à desintegração das instituições em que foram organizadas as relações privadas. […] Ao erotizar crianças, adolescentes e jovens, destruiremos a família monogâmica patriarcal
Erotizar crianças é um projecto do socialismo cultural para destruir a família monogâmica. Está nos livros.
Todas as feministas radicais, marxistas, têm desenvolvido a teoria de Marx e seguido esta linha de pensamento. Nos seus livros, apelam para que a pedofilia, o incesto e outras imoralidades sejam impostas à sociedade. Shulamith Firestone, feminista radical, que viveu a sua vida de sanatório em sanatório devido ás constantes crises de esquizofrenia, em 1970, escreveu “A dialética do sexo”, onde defende total liberdade sexual entre adultos e crianças, nega que só as mulheres possam ser mães e que a maternidade seja algo natural e propõe a exploração de novos métodos de reprodução para que a mulher não precise mais de dar à luz. Ela descreve o passo-a-passo para a destruição da família:
 
 
«É preciso libertar as mulheres da tirania da sua biologia reprodutiva […] e ampliar a função reprodutiva e educativa a toda a sociedade globalmente considerada. […] estamos a falar de uma mudança radical. Libertar as mulheres da sua biologia significa ameaçar a família […] Todas aquelas instituições que segregam os sexos ou separam as crianças da sociedade adulta, […] devem ser destruídas. […] E se as distinções culturais entre homens e mulheres e entre adultos e crianças forem destruídas, já não precisaremos da repressão sexual que mantém estas classes diferenciadas. Sendo, pela primeira vez possível a liberdade sexual natural. Assim chegaremos à liberdade sexual para que todas as mulheres e crianças possam usar a sua sexualidade como quiserem.[…] a humanidade poderá finalmente voltar à sexualidade natural, polimorfamente diversa [que se apresenta de diversas formas]: serão permitidas e satisfeitas todas as formas de sexualidade. A mente plenamente sexuada [que só pensa em sexo] tornar-se-ia universal se a criança escolhesse ter relações sexuais com os adultos. E, ainda que escolhesse a sua própria mãe genética, não existiriam razões, à priori, para que esta rejeitasse as suas insinuações sexuais visto que o tabu do incesto teria perdido a sua função.»
O texto já vai longo e, infelizmente, o povo não gosta de ler. Prefere ser doutrinado pela TV.
Portanto, voltando à direita e à esquerda — COM ASSENTO NO PARLAMENTO — não podemos ignorar que se venderam a estes lobbies e obedecem cegamente ás ordens vindas de Bruxelas, que caminha inexoravelmente para a unificação da Europa e para um governo e uma religião únicos.
 
 
Como mulher, cristã, esposa e mãe, não posso, em sã consciência, votar em nenhum partido que não se levante contra a cultura da morte — aborto, eutanásia e ideologia do género — e, portanto, aguardo uma coligação que, claramente, se afirme CONTRA esta agenda desconstrutivista e totalitarista, que nos impõe toda a espécie de imoralidade e cria micro-conflitos entre pessoas com o propósito de criar uma guerra civil — dividir para reinar.
Sou CRISTÃ — o meu Senhor é DEUS — não espero nada do homem e sei que a redenção da humanidade é obra de Cristo, mas só posso — E DEVO — dar o meu apoio e o meu voto à #culturadavida.
Sendo verdade que, de acordo com a minha fé e com a História, é impossível votar na esquerda ateísta e promiscua ou numa “direita” descristianizada (apesar de ostentar o rótulo “cristã”) — tão liberal que já abriu mão de valores fundamentais e inegociáveis — o meu voto e o meu apoio incondicional irá para a COLIGAÇÃO/PARTIDO que prometa lutar contra este flagelo que, junto com a corrupção descontrolada, prometem destruir o nosso País e a sociedade judaico-cristã.
E tu? Qual é a tua decisão? Votas nos defensores da cultura da morte e da imoralidade? Ou naquele[s] que defenda[m] a vida e os valores morais que DEUS instituiu?
1- (Engels e Marx, Janeiro de 1849, jornal Nova Gazeta Renana, de Karl Marx.)
22.Fev.19

POR FAVOR, NÃO NOS RETIREM O SEXO!

#malditageringonça

 

O CC vai remover SEXO para passar a vigorar o "GÉNERO" — que já são 112 — cunhado sob chantagem na conferência da ONU, em Pequim. Eu passarei a ter no meu CC "cisgénero". É isso que nos estão a impor. ACORDEM!

Não permitamos que nos obriguem a ser algo inventado por uma corja de esquizofrénicos, toxicodependes, pedófilos e promiscuos. QUEREMOS ser o que sempre fomos: HOMENS [masculino] e MULHERES [feminino]. O que passar disso procede de mentes adoecidas pelo maligno.

Como escreveu o Dr. Abel Matos Santos:

Este Governo vai retirar o sexo (não o género porque esse nunca existiu no CC) do Cartão de Cidadão.

A loucura e insanidade ideológicas da esquerda perturbada e doente assentes numa geringonça que afunda o país, continua na senda da destruição da sociedade.

Com esta medida e as leis de mudança de sexo e nome já existentes, os hospitais, as forças de segurança e demais entidades do Estado não saberão se estarão perante um homem ou uma mulher, com os riscos evidentes na saúde, na segurança e outros.

Provavelmente terão de recorrer ao exame objectivo, despindo ou palpando.

É o manicómio político e governativo a toda a velocidade.»

 

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22.Fev.19

É o marxismo cultural a emporcalhar tudo e todos.

#istoéideologiadogénero

VEJAM A DEPRAVAÇÃO MORAL E A PROMISCUIDADE QUE VALERAM TESES DE DOUTORAMENTO EM ORGIAS GAYS:

A determinada altura, somos informados que: «O trabalho de Victor Hugo não é o primeiro do género. Um mestrando da Universidade Federal da Bahia, por exemplo, participou de encontros sexuais num banheiro público de Salvador.»

PS: Cá, também já existe. Na Lusófona, o curso é "Pós-Pornografias Teorias e Práticas", e o prof. é aquele que disse que "obrigar a criança a dar um beijinho na avó é um acto de violência":

É o marxismo cultural a emporcalhar tudo e todos.

Leia mais:

http://www.ilisp.org/noticias/universidade-federal-tem-tese-de-doutorado-sobre-orgias-gays-frequentadas-pelo-autor/?fbclid=IwAR27nSaX7zMY20i_86Omeuc6ENy_i_M2I_SZReXfo9RzWJzyC_nV5rUXYis

 

22.Fev.19

Estamos a ser esmagados

SÓ o movimento LGBTQIetc. tem liberdade para se impor aos nossos filhos, na escola, dizer o que muito bem entender e censurar o que lhe apetecer.
Nós, os que não alinhamos na sua agenda, estamos a ser esmagados.

#istoéditadura
#diganãoàideologiadogénero

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"Curiosa a recente notícia de que uma organização de activistas LGBT baniu Martina Navratilova dos seus orgãos consultivos pelo facto de a ex-tenista ter referido que a permissão de atletas transgénero em competições desportivas é “batota” e “injusto”, uma vez que têm vantagens físicas e biológicas sobre concorrentes.

Martina, ela própria lésbica, afirmou que jamais aceitaria jogar contra um transgénero.

A checa de nascença e naturalizada norte-america foi imediatamente apelidada de “transfóbica” e acusada de se basear num falso entendimento da ciência e de ajudar a perpectuar perigosos mitos que usam leis discriminatórias contra pessoas transgénero. Atribuiram ainda a Navratilova um discurso de ódio e de violência desproporcionada.

É nisto que estamos."

@http://xn--blasfmias-f4a.net/

 

 

22.Fev.19

Os pais pensam que nada disto é possível

Em Portugal está a todo o gás um projecto para implementar a ideologia de género nas escolas portuguesas, seu nome “Igualdade/Identidade de género”. As nossas crianças, a partir dos 6 anos (no caso deste guião. Doutros guiões é a partir dos 03 anos) , estão a ser completamente erotizadas. Os pais pensam que nada disto é possível, que é tudo “teorias da conspiração”, mas depois admiram-se no que se tornam os seus filhos. Deixo um excerto do ”Guião PRESSE”, pág: 12.

É só pesquisar no Google, o guião está disponível gratuitamente, leia qual a matéria que os professores vão ensinar a crianças a partir de 6 anos de idade! 

Ontem tivemos um Live óptima, para conhecimento e alerta do assunto com Maria Helena Costa, assista aqui: https://youtu.be/mUVT9KsiXFk

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22.Fev.19

Leia a actualidade

Via: Júlio Aquino

Existem dois motivos pelos quais o marxismo globalista pretende acabar com a família:
Primeiro porque ela é o principal veículo de transmissão da propriedade privada e em segundo lugar porque a transmissão e assimilação da cultura judaico-cristã se dá em casa ( pelo menos até aos 6 anos) fora da esfera de influência do estado.

 


1 - Para atacar a propriedade privada acabamos com a filiação das pessoas promovendo a adopção por casais homossexuais, barrigas de aluguer e afins, o objectivo é desenraizar, apagar as origens e a genealogia da pessoa. Quem não tem família não herda nada e está na total dependência do estado para sobreviver.

 


2 - Para atacar a transmissão da cultura é necessário impedir que esta se transmita de pais para filhos e nesse sentido seria necessário que as crianças passassem para a esfera do estado à nascença uma vez que a uma criança quando chega à escola aos 6 anos já foi educada em casa, absorveu a sua cultura, os valores éticos e morais da mesma e já é dotada de uma personalidade. 


Atente-se agora nesta notícia e pensemos que, cá em Portugal, o CDS PP, no congresso do ano passado, já havia proposto isto mesmo:

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https://www.dn.pt/mundo/interior/franca-baixa-para-3-anos-inicio-de-escolaridade-obrigatoria-10580144.html?fbclid=IwAR3_0cm7cQQkfnO3Q8uZthwBhZUmhzZlEB2irtAiHQnzMe-rpv912BRLSYc

 

22.Fev.19

Conversa:

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Eu defendo que só há dois géneros — homem e mulher/macho e fêmea — você diz que não concorda e eu estou aberto a novas ideias.
— Bem, tu argumentas que não há nada mais além de homem e mulher, que não há diferença entre sexo e género?

Sim, eu defendo que só há dois géneros, macho e fêmea.
— Então, defendes que homem e mulher é género e não sexo.

Sim.
— E nisso que discordo. Macho e fêmea é o que vemos. Por exemplo: tu tens um pénis, tal como eu tenho, …

Porque é que presumes isso?
— …

Porque é que assumes que eu tenho um pénis e sou macho?
— … Eu fiz isso? Desculpa!

Não. Eu não estou a dizer que não é verdade. Mas porque é que assumiste que eu tenho um pénis?
— Porque… uh… ah… mm… não sei…

Será porque isso é uma construção da sociedade?
— Sim!

É por isso?
— Sim!

Não é por causa da minha construção física? Do meu pénis?
— Ah… uh… well… macho e fêmea é diferente de homem e mulher… de facto foi a sociedade que criou os géneros feminino e masculino… ah… mm… uh… é como dizer que a música é boa… criou-se um mundo de regras… se tu és macho ou fêmea, mas te identificas mais com uma mulher no corpo de um homem, então é isso que és.

Então, tu dizes que sexo e género são diferentes.
— Sim.

Então, isso é uma teoria do género. Quando é que isso começou?
— Não sei.

Ok. Então, porque é que aceitaste esse conceito?
— Porque faz mais sentido para mim… em vez de viver de acordo com o que a sociedade determinou… que ser fêmea é ser feminino…

Estás a ser inconsistente. Por exemplo: tu olhaste para mim e disseste que tenho um pénis. Diz-me: quantos géneros há? 
— oh… ah… mm… ah… há dois géneros, homem e mulher, mas se as pessoas não se encaixam… pode haver inúmeras categorias…

Ok, mas quantos géneros há?
— Não te sei dizer.

OUÇA MAIS:

https://www.youtube.com/watch?v=WtftZPL-k7Y

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