Ultimamente, talvez tenha contribuído com a minha cota parte para o conflito instalado entre a esquerda e a direita, politicamente falando, como se o mal, a podridão da corrupção e da imoralidade só estivessem a ser promovidos pela esquerda, o que não é verdade. Vivemos tempos tenebrosos e não há nenhum partido — COM ASSENTO NO PARLAMENTO — que não apoie estas políticas imorais de desconstrucção da família (ideologia do género) e da sociedade como hoje a conhecemos.
Da esquerda à direita, TODOS estão reféns das suas próprias ideologias e dos seus promotores, subjugados a Bruxelas e ao marxismo cultural que nos está a ser IMPOSTO. Não há um único partido — COM ASSENTO NO PARLAMENTO — que se levante contra:
- A erotização das nossas crianças, adolescentes e jovens, na escola,
- A doutrinação ideológica marxista nas escolas e universidades,
- A matança de milhares de inocentes no ventre das suas mães,
- A entrada de milhares de migrantes (quando os portugueses estão no topo da lista de países com alto índice de pobreza e nem para si próprios têm)
- E contra a cultura da morte já instalada.
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Todos estão comprometidos com o lobbie LGBTQIetc e vendidos à única “cultura” que dá dinheiro, muito dinheiro, para subverter a sociedade e dominá-la.
Sim. É verdade que o Bloco d’extrema esquerda é o grande impulsionador da agenda de destruição massiva da percepção humana e do bom senso, que obriga cada pessoa a ver — não o que ela vê — mas sim o que os outros, ou o Estado, querem que ela veja. O bloco é o “braço armado” do socialismo na revolução cultural mundial que visa implantar o socialismo no mundo. É o braço de uma desconstrução social — da nova ordem mundial — que visa a reorientação da sexualidade humana e do género humano. Uma desconstrução total do homem e da mulher e das suas características físicas secundárias. Um gerador de conflitos de identidade; a maior ameaça totalitária que o ser humano alguma vez viu e que implica uma mudança radical do género humano.
Características físicas secundárias?
— Sim. Por muitas leis que sejam aprovadas, por muito que se possa mudar o nome e o sexo no CC, não existe mudança de sexo, mas apenas da aparência do que se pensa ou sente ser, REconstruída à base de hormonas (que a pessoa terá que tomar toda a vida) e do bisturi. Então, é “parecido”, mas não é “cido”.
O Estado português está a enfiar-nos goela abaixo um conjunto de ideias anticientíficas que, com propósitos políticos, extirpa a sexualidade humana da sua realidade natural e a explica apenas pela cultura.
Karl Marx, o deus da esquerda, lendo o livro “A sociedade Antiga”, de Lewis Henry Morgan, chegou à conclusão que: «Toda a opressão que existe entre classes é culpa da família.»
Então, no livro “A origem da família, da propriedade privada e do Estado”, publicado por Engels após a morte do amigo, na pág. 46, lemos: «Existiu uma época primitiva, em que imperava no seio da tribo o comércio sexual promíscuo, de modo que cada mulher pertencia a todos os homens e todos os homens a todas as mulheres.»
Marx leu isso no livro de Morgan, que havia escrito: «nas tribos iorquinas existiam cacoetes [Hábitos ou costumes característicos] — que só existiam porque se vivia uma sexualidade promiscua — onde não existia incesto, todas as mulheres se relacionavam com todos os homens e vice-versa, e os filhos só sabiam quem era a mãe. Era uma sociedade matriarca.»
Mas, pasme, Marx escreveu: «... não podemos esperar encontrar provas directas da sua (da tribo) existência.»
Ou seja: temos de acreditar cegamente em Marx, que, por sua vez, acreditou cegamente em Morgan, e desprezar o que DEUS sempre disse acerca do homem da mulher e da família:
«E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.» Génesis 1:27,28
«Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.» Génesis 2:24
«... cada um [homem] tenha a sua própria mulher, e cada uma [mulher] tenha o seu próprio marido.» 1 Coríntios 7:2
Na pág 51, Marx pergunta: «O que significa ter relações sexuais sem restrições?». Ele próprio responde: «Antes da invenção do incesto, as relações sexuais entre pais e filhos [...] não causavam grande horror.»
— Grande? E “pequeno horror”, causavam? Claro que não podemos encontrar provas do que ele diz, mas... há quem acredite tão cegamente em Marx como ele acreditou em Morgan. Não é à toa que nós, cristãos, dizemos que Marx queria destruir o cristianismo. Foi ele mesmo que nos disse isso quando escreveu:
«Vou destronar Deus e o capitalismo. [...] Para o advento do socialismo será preciso exterminar povos e nações.»1
Após o falhanço do marxismo e a vitória do capitalismo, em 1924, surgiu a Escola de Frankfurt, que se debruçou sobre o que teria provocado o colapso do marxismo e chegou à conclusão que a revolução tinha de ser cultural e passava pela destruição da família. Herbert Marcuse, um dos seus fundadores, escreveu o livro “Eros e Civilização”, onde propõe que todo o corpo se transforme num mero instrumento de prazer e apela à necessidade de deixar crianças, adolescentes e jovens, livres para todas as práticas sexuais que desejem fazer. Ele exemplifica:
«Permitam que crianças e jovens façam sexo com animais [zoofilia], com cadáveres [necrofilia] … pais, mantenham intimidade sexual com os vossos filhos menores [incesto]. … A erotização de crianças, adolescentes e jovens levará à desintegração das instituições em que foram organizadas as relações privadas. […] Ao erotizar crianças, adolescentes e jovens, destruiremos a família monogâmica patriarcal.»
Erotizar crianças é um projecto do socialismo cultural para destruir a família monogâmica. Está nos livros.
Todas as feministas radicais, marxistas, têm desenvolvido a teoria de Marx e seguido esta linha de pensamento. Nos seus livros, apelam para que a pedofilia, o incesto e outras imoralidades sejam impostas à sociedade. Shulamith Firestone, feminista radical, que viveu a sua vida de sanatório em sanatório devido ás constantes crises de esquizofrenia, em 1970, escreveu “A dialética do sexo”, onde defende total liberdade sexual entre adultos e crianças, nega que só as mulheres possam ser mães e que a maternidade seja algo natural e propõe a exploração de novos métodos de reprodução para que a mulher não precise mais de dar à luz. Ela descreve o passo-a-passo para a destruição da família:
«É preciso libertar as mulheres da tirania da sua biologia reprodutiva […] e ampliar a função reprodutiva e educativa a toda a sociedade globalmente considerada. […] estamos a falar de uma mudança radical. Libertar as mulheres da sua biologia significa ameaçar a família […] Todas aquelas instituições que segregam os sexos ou separam as crianças da sociedade adulta, […] devem ser destruídas. […] E se as distinções culturais entre homens e mulheres e entre adultos e crianças forem destruídas, já não precisaremos da repressão sexual que mantém estas classes diferenciadas. Sendo, pela primeira vez possível a liberdade sexual natural. Assim chegaremos à liberdade sexual para que todas as mulheres e crianças possam usar a sua sexualidade como quiserem.[…] a humanidade poderá finalmente voltar à sexualidade natural, polimorfamente diversa [que se apresenta de diversas formas]: serão permitidas e satisfeitas todas as formas de sexualidade. A mente plenamente sexuada [que só pensa em sexo] tornar-se-ia universal se a criança escolhesse ter relações sexuais com os adultos. E, ainda que escolhesse a sua própria mãe genética, não existiriam razões, à priori, para que esta rejeitasse as suas insinuações sexuais visto que o tabu do incesto teria perdido a sua função.»
O texto já vai longo e, infelizmente, o povo não gosta de ler. Prefere ser doutrinado pela TV.
Portanto, voltando à direita e à esquerda — COM ASSENTO NO PARLAMENTO — não podemos ignorar que se venderam a estes lobbies e obedecem cegamente ás ordens vindas de Bruxelas, que caminha inexoravelmente para a unificação da Europa e para um governo e uma religião únicos.
Como mulher, cristã, esposa e mãe, não posso, em sã consciência, votar em nenhum partido que não se levante contra a cultura da morte — aborto, eutanásia e ideologia do género — e, portanto, aguardo uma coligação que, claramente, se afirme CONTRA esta agenda desconstrutivista e totalitarista, que nos impõe toda a espécie de imoralidade e cria micro-conflitos entre pessoas com o propósito de criar uma guerra civil — dividir para reinar.
Sou CRISTÃ — o meu Senhor é DEUS — não espero nada do homem e sei que a redenção da humanidade é obra de Cristo, mas só posso — E DEVO — dar o meu apoio e o meu voto à #culturadavida.
Sendo verdade que, de acordo com a minha fé e com a História, é impossível votar na esquerda ateísta e promiscua ou numa “direita” descristianizada (apesar de ostentar o rótulo “cristã”) — tão liberal que já abriu mão de valores fundamentais e inegociáveis — o meu voto e o meu apoio incondicional irá para a COLIGAÇÃO/PARTIDO que prometa lutar contra este flagelo que, junto com a corrupção descontrolada, prometem destruir o nosso País e a sociedade judaico-cristã.
E tu? Qual é a tua decisão? Votas nos defensores da cultura da morte e da imoralidade? Ou naquele[s] que defenda[m] a vida e os valores morais que DEUS instituiu?
1- (Engels e Marx, Janeiro de 1849, jornal Nova Gazeta Renana, de Karl Marx.)