A mulher islâmica, OBRIGADA a usar Hijab ou Burka, fá-lo porque SE SENTE BEM, não porque é oprimida.
A mulher islâmica, que apanha porrada do marido sempre que ele entender e não pode sequer queixar-se, não é oprimida, SENTE-SE BEM.
A mulher islâmica, que não pode olhar um homem estranho nos olhos, nem sequer falar com ele a sós na rua — sob pena de ser apedrejada até à morte — SENTE-SE BEM, não é oprimida.
A mulher islâmica, que é obrigada a aceitar que o marido tenha outras mulheres (para as feministas deve ser poliamor), mas que é apedrejada até à morte se se atrever a ter outro homem, não é oprimida, SENTE-SE BEM.
A mulher islâmica, que não pode escolher o homem com o qual vai casar, não é oprimida, SENTE-SE BEM.
A mulher islâmica, que não pode estudar e é OBRIGADA a ficar em casa cuidando dos filhos e do marido, SENTE-SE BEM, não é oprimida.
Claro que a mulher não-islâmica é oprimida em qualquer uma destas situações, certo?
Ela é oprimida se usar cabelo comprido (nem imagino se usasse véu), se apanhar do marido, se for olhada por um homem estranho, se for a única mulher do seu marido, se escolher o marido, se ficar em casa a cuidar dos filhos... Se fizer escolhas pessoais contrárias aos ideários feministas.
A mulher islâmica deve olhar para as feministas e pensar: prefiro a opressão na qual vivo do que a cegueira dessas cabeças ocas.
Ei, feministas, se esta insanidade é a vossa desculpa para não gritarem pelos direitos das mulheres nos países onde elas não têm direito algum... Não cola. Graças a Deus, ainda há mulheres que pensam e não são massa de manobra socialista como vocês.
PS: Acredito que há mulheres islâmicas que vivem menos oprimidas e que gostam da forma como vivem, mas a regra é essa.
Imagem retirada duma página que é um vómito: https://www.facebook.com/Feminismo10/?tn-str=k*F
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