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Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

27.Nov.18

Sexo, sexo, sexo....

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http://dge.mec.pt/sites/default/files/Esaude/referencial_educacao_saude_novo.pdf

 

Com tanta insistência na área da sexualidade, no pré-escolar, alguém acredita que as crianças não experimentarão as várias formas de fazer sexo, a fim de perceberem com que género [leia-se: prática sexual] se identificam?

 

O que significa "sexualidade", para os autores deste referencial? 

 

A resposta está na página 91:

 

«Sexualidade
A sexualidade é um aspecto central do ser humano ao longo da vida e abrange sexo, identidades e papéis de género, orientação sexual, erotismo, prazer, intimidade e reprodução. A sexualidade é vivenciada e expressa em pensamentos, fantasias, desejos, crenças, atitudes, valores, comportamentos, práticas, papéis/funções e relacionamentos. Embora a sexualidade possa incluir todas essas dimensões, nem todas são sempre vivenciadas ou expressas. A sexualidade é influenciada pela interacção de factores biológicos,
psicológicos, sociais, económicos, políticos, éticos, legais, históricos, religiosos e espirituais.»

 

Admira-se que o ESTADO queira que seja a ESCOLA a doutrinar as nossas crianças numa área tão abrangente? 

27.Nov.18

Vamos ficar de braços cruzados?

No referencial para a Saúde e Educação http://dge.mec.pt/sites/default/files/Esaude/referencial_educacao_saude_novo.pdf, que pretende ser: «À semelhança de outros referenciais produzidos pela DGE no âmbito da educação para a cidadania,  [...] uma ferramenta educativa flexível, de adopção voluntária (em 2017, agora é obrigatória e conta pra nota), passível de ser utilizada e adaptada em função das opções e das realidades de cada contexto educativo, desde a educação pré-escolar ao ensino secundário, nas suas diferentes modalidades. Para além das escolas, o referencial pode ainda ser útil a outras entidades e agentes educativos, de carácter formal ou não-formal, que pretendam desenvolver projectos de promoção de estilos de vida saudáveis com crianças e jovens, bem como a pais e encarregados de educação e a cuidadores. Em todas as fases de organização do trabalho o envolvimento das famílias e dos jovens é crucial.», podemos ler na pág. 73:

 

«AFECTOS e EDUCAÇÃO PARA A SEXUALIDADE


A Organização Mundial de Saúde define a sexualidade como “uma energia que nos motiva para encontrar amor, contacto, ternura e intimidade; ela integra-se no modo como sentimos, movemos, tocamos e somos tocados, é ser-se sensual e ao mesmo tempo ser-se sexual. A sexualidade influencia pensamentos, sentimentos, acções e interacções e, por isso, influencia também a nossa saúde física e mental”. A sexualidade está presente no nosso dia-a-dia e, por isso, a sua abordagem não pode estar confinada a uma “disciplina”. Sendo a Escola um lugar habitado por crianças e jovens, cujas idades são atravessadas pelos fenómenos de transformação corporal e psicológica ligados ao crescimento natural, é nela que se vivem alguns dos primeiros e mais impressivos sentimentos e emoções decorrentes do desenvolvimento sexual. A sexualidade é vivida pelas crianças e jovens de formas diversas, de acordo com a vivência familiar, escolar e enquadramento socioeconómico.
Nos vários ambientes que a escola proporciona os alunos experimentam a sua sexualidade, quer seja nas suas brincadeiras, no estudo e nos namoros, mas também na relação com os docentes e trabalhadores da escola. Ela está presente nas conversas, nos jogos, nas quezílias, mas também nos conhecimentos científicos. A educação para a sexualidade para ter os resultados desejáveis terá de dirigir-se à escola como um todo, penetrar em todos os seus ambientes, envolver todos os seus membros, aproveitar todos os momentos para, através de acontecimentos emocionais estruturados, construir modelos que promovam os valores e os direitos sexuais, sobre os quais os jovens possam desenvolver a sua própria identidade e o respeito para com os outros.
A sexualidade suporta afectos, que se manifestam sob a forma de emoções, sentimentos e paixões, acompanhados sempre da impressão de dor ou prazer, de satisfação ou insatisfação, de agrado ou desagrado, de alegria ou tristeza. Existe uma vida afectiva que permanentemente nos faz aceitar ou rejeitar um acontecimento, um contexto, uma pessoa ou até um espaço.
Cuidar dos afectos na escola assume uma importância significativa pois, depende das ligações afectivas, positivas ou negativas, uma melhor ou pior aprendizagem, relações interpessoais mais ou menos satisfatórias e em consequência atitudes e comportamentos mais ou menos positivos. Desenvolver os afectos na escola será uma alavanca importante para o sucesso escolar dos seus alunos.

 

Subtemas:
1. Identidade e Género
2. Relações afectivas
3. Valores
4. Desenvolvimento da sexualidade
5. Maternidade e Paternidade
6. Direitos sexuais e reprodutivos

 

Agora, olhe para a pág. 74, que pretende:

 

«Desenvolver [nos nossos filhos] a consciência de ser uma pessoa única no que respeita à sexualidade, à identidade, à expressão de género e à orientação sexual»

 

E veja em que idade se inicia o quê:

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Pré-escolar:

1) Tomar consciência da diversidade de expressões e identidades de género?

Dos 3 aos 6 anos? Saber quantos desvios da sexualidade natural existem? Falar de SEXO? De como as pessoas se relacionam SEXUALMENTE e com quem o fazem? De crianças, que só porque se identificam como meninas quando são meninos, e vice-versa, são imediatamente rotuladas de "crianças trans" para iniciarem o tratamento de hormonas cruzadas aos 6 anos de idade, como já acontece noutros países? 

 

2) DESCONSTRUIR os diferentes papeis socioculturais em função do sexo?

Dizer ás criancinhas, dos 3 aos 6 anos, que, ao contrário do que os pais (saudáveis e não contaminados por ideologias destas) lhes ensinaram até então, não nasceram meninos nem meninas e que foi uma cimeira de machos opressores, realizada ninguém sabe quando nem onde, que atribuiu à mulher os papéis de esposa, mãe e dona de casa? Nestas idades, as crianças não deviam aprender a pintar, ganhar gosto pela leitura e brincar, brincar, brincar? SEXO? DESCONSTRUÇÃO dos valores familiares? 

 

3) Discutir o significado da promoção da igualdade de direitos entre homens e mulheres?

Querem dar um nós na cabeça das criancinhas? Depois de lhes ensinarem que ninguém nasce homem nem mulher, vão exigir igualdade de direitos para os dois sexos construídos pela sociedade opressora? Mas, não os desconstruiram antes? Em que país é que esses direitos são simplesmente ignorados? A nossa Constituição não penaliza quem não respeite a igualdade de direitos?

 

Página 75:

«As relações afectivas referem-se à capacidade individual de experimentar o conjunto de fenómenos afectivos (emoções, paixões, sentimentos). As relações e laços criados pela afectividade não são baseados somente em sentimentos, mas também em atitudes. Assim, todo o tipo de relacionamento está associado à capacidade de interacção e habilidade/perícia de saber aceitar as pessoas como elas são.

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Percebe que a escola usurpou o lugar da família e pretende [des]orientar os sentimentos, a afectividade das nossas crianças? Que tudo gira em torno da nefasta ideologia de género, que desconstrói o ser humano e a sua sexualidade natural? 

 

PAIS: repararam que tudo gira em torno de sexo, experiências sexuais, depravações sexuais e desconstrução da moral cristã? 

 

Os nossos filhos/netos estão a ser cobaias num experimento marxista legalizado e imposto pela esquerda. 

 

Vamos ficar de braços cruzados?

 

20.Nov.18

Estão a "desarmar" a população

18 de Novembro de 2018

A RTP dá a notícia que agrada a QUASE todos e deixa pais, alunos e professores muito satisfeitos:

 

Escola sem telemóveis: pais, estudantes e professores declaram-se satisfeitos

 

Ok. Eu, pessoalmente, duvido muito da satisfação dos alunos de todas as escolas, mas estava quase a congratular-me com a medida quando, de repente, a entendi.

 

Afinal, quando se está a introduzir a ideologia de género nas escolas de forma sorrateira, disfarçada de "igualdade" e "identidade" de género, sem se dizer aos pais do que se trata de facto, sabendo-se que os telemóveis foram a "arma" que denunciou o que se passava em sala de aula — em todos os países onde essa ideologia foi imposta — que foi um telemóvel a arma usada para fotografar a ficha sociodemográfica, na escola Francisco Torrinha, que têm sido os telemóveis a denunciar tanta coisa dentro e fora das salas de aula, nomeadamente a doutrinação marxista que está a virar a cabeça de tantos jovens... que têm sido os telemóveis, essa arma tão perigosa, a denunciar a má qualidade da comida nas escolas e a filmar refeições exíguas 

 

Alunos que tiram fotografias a comida nas escolas estão a ser punidos ou repreendidos pelos diretores

 

O ESTADO prepara-se para acabar com o uso de tal arma nas escolas onde  está a desconstruir as nossas crianças, sexualizá-las, erotizá-las e alimentá-las sabe Deus como.

 

Não deixa de ser estranho que alunos que já agrediram professores, por estes não os deixarem usar o telemóvel em sala de aula, agora se congratulem com a medida do ESTADO... E os pais, que têm sido alertados devido a fotografias tiradas com essa arma letal, não percebam o que levou os srs. governantes a PROIBIR o uso dos telemóveis em sala de aula. 

 

ACORDE!!! Você está a ser DESARMADO. 

 

Se eu não soubesse o que está a ser orquestrado em sala de aula talvez me congratulasse com a notícia, mas como sei, temo que os seus filhos estejam a ser desarmados para não terem como se defender das balas da ideologia de género e de outras coisas más que venham a acontecer-lhes na Escola.

 

O telemóvel é um vício? Sim. Claro que sim, mas não deixa de ser ESTRANHO que neste momento crucial da educação em PORTUGAL se proiba o uso daquilo que pode trazer à luz aquilo que está a ser feito às escuras.

 

A reportagem é convincente e qualquer pai concorda com a medida, MAS... traz água no bico.

 

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#diganãoàideologiadegénero

19.Nov.18

A ideologia de género e os animais

Nascida de movimentos feministas, há algumas decadas, a Ideologia de Género alastra-se como uma praga destrutiva por toda a Europa, chegou com força ao Brasil — que, hoje, passados 14 anos, colhe os frutos dessa praga — e está a ser imposta em Portugal. Assim como o comunismo e o nazismo, que, antes de estarem no poder pareceram boas idéias àqueles povos, mas com o tempo vieram a revelar-se verdadeiros fracassos — agentes de todo o tipo de monstruosidades e morte — assim também é essa ideologia que, talvez devido ao risco de serem rotulados de preconceituosos, homofóbicos e todos os "fóbicos" imagináveis, poucos ousam contestar.

Para todas essas ideologias e movimentos, verdadeiras pragas que alastram na humanidade, os animais têm uma resposta clara e simples: a imutabilidade da natureza. Os animais não brincam ao faz-de-conta e não sentem confusão mental acerca da sua natureza sexual pou papel social. Eles são o que nascem e vivem de acordo com a sua natureza — macho ou fêmea, pai ou mãe.

Mais uma vez, são os verdadeiros animais, ditos irracionais, a dar lições de vida a seres humanos que se dizem animais racionais, mas que ainda não aprenderam a ser o que realmente são. 

Cristãos, ateus ou agnósticos, podem ver a perfeição da natureza através do resto da criação não sujeita ao homem. Os animais dão-nos lições com a sua perfeição perene através dos tempos. Não há nenhum animal a querer ser o que não é, e, é justamente isso que tem mantido a sua preservação e continuidade.

O ser humano — que se diz animal racional e evoluído — devia ter vergonha de receber lições de paz e sexualidade daqueles que diz serem irracionais. Achar-se a coroa da criação e ser os autor da sua própria degradação e miséria, só está ao alcance de um ser miserável que não se aceita como é e não consegue controlar os impulsos contrários à sua própria natureza.

Preconceito?

Antes  de continuar, deixo claro que não tenho nenhum preconceito contra o ser humano quanto a: cor de pele, orientação sexual ou etnia. Preconceito é um conceito prévio sem o devido conhecimento da causa em questão. Porém, depois de avaliar, estudar e conhecer a causa, tenho todo o direito de concordar ou discordar, doa a quem doer.  Tal como os ideólogos de género, tenho todo o direito de conceituar as coisas e de expressar os meus conceitos livremente.

De onde surgiu a ideologia de género? 

A primeira onda do feminismo trouxe uma ideia justa — a não discriminação da mulher e o seu ajuste à sociedade, com os mesmos direitos dos homens — votar, trabalhar fora de casa, etc. O problema é que o feminismo actual há muito se distanciou do conceito inicial e começou a pregar uma igualdade absoluta, que não leva em conta as diferenças naturais inerentes a cada sexo e que atinge o cúmulo do rídiculo em afirmações tão absurdas como: «a mulher já não tem que se preocupar com maternidade, por quê ter [parir] filhos, se o homem não os tem?»

Claro que os resultados da 2ª onda do feminismo conduziram ao sexo livre, sem limites nem regras, que resultou no uso indiscriminado de anticoncepcionais e na liberalização do aborto — meios para combater os riscos de uma gravidez indesejada, em meio a muito sexo sem compromisso [para imitar os homens] — que, como não podia deixar de ser, levaram à desfragmentação dos valores familiares e da família, que passou a ser considerada uma instituição falida, machista e opressora. É nessa onda que surge a semente da ideologia de género e a 3ª onda do feminismo.

 

Contrária à Ciência e à Biologia

 

A ideologia de género prega que o que somos — como homem ou mulher — foi aprendido nas diferentes culturas de onde viemos. Ou seja, ensinaram-nos, desde a infância, a sermos homens, ou a sermos  mulheres — dependendo do sexo com que nascemos — e assim crescemos: uns como homens e outros como mulheres. Esta ideologia [conjunto de ideias anti-científicas, biológicas, razoáveis, históricas, etc.] não leva em conta a natureza nem a formação biológica dos nossos corpos — apropriados para funções específicas — uns para homens outros para mulheres. Como se Deus [ou a natureza, para quem acredita no evolucionismo] errasse, criando uns corpos com características masculinas e outros com características femininas [os únicos géneros que existem de facto]. Mas, confesso, o mais incrível, para além de haver quem creia numa ideologia tão absurda, é esta ideologia estar a ser IMPOSTA,  em todo o mundo, pelos governos mais à esquerda.  

 

ONU, OMS, Amnistia Internacional forçam os governos a impor esta ideologia

 

No Brasil [que escolho por ser a realidade mais próxima, devido ao número de residentes e imigrantes brasileiros, que conheço] o lobby da ideologia de género ganhou força com o governo Lula, obteve maior destaque no governo Dilma e tem continuado o seu trajecto nefasto no governo Temer. Quem trabalha na educação infantil, principalmente do ensino fundamental, sente-se oprimido por ter que acatar em silêncio directrizes ideológicas impostas pelo governo. 

Cá, em Portugal, é só ler o Referencial de Educação para a Saúde: http://dge.mec.pt/noticias/educacao-saude/referencial-de-educacao-para-saude para percebermos o que os ideólogos pretendem. Cito um curto excerto das págs. 73-74:

 

«Nos vários ambientes que a escola proporciona os alunos experimentam a sua sexualidade, quer seja nas suas brincadeiras, no estudo e nos namoros, mas também na relação com os docentes e trabalhadores da escola. Ela está presente nas conversas, nos jogos, nas quezílias, mas também nos conhecimentos científicos.
A educação para a sexualidade para ter os resultados desejáveis terá de dirigir-se à escola como um todo, penetrar em todos os seus ambientes, envolver todos os seus membros, aproveitar todos os momentos para, através de acontecimentos emocionais estruturados, construir modelos que promovam os valores e os direitos sexuais, sobre os quais os jovens possam desenvolver a sua própria identidade e o respeito para com os outros.» 

E, não adianta enfiar a cabeça na areia, porque o Estado está a formar ideólogos de género a toda a velocidade:

«Ando a tirar uma formação de Auxiliar de Acção Educativa e, há uns dias, a Formadora de Psicologia, uma senhora de 60 anos, que admiro e respeito, disse-nos: 'quando estiverem a contar histórias ás crianças não precisam dizer sempre que o príncipe casou com a princesa, podem — E DEVEM DIZER — que o príncipe casou com o príncipe e a princesa casou com a princesa'. 
A Formação é para trabalhar com crianças dos 0 aos 6 anos.»

Este é um, entre muitos testemunhos, de casos e mais casos de sexualização e erotização precoce de crianças, nas Escola, cá em PORTUGAL. Infelizmente, as autoridades religiosas, embora favoráveis à manutenção da família como núcleo gerador da humanidade, pouco ou nada fazem para combater este cancro... Será pelo facto da base moral religiosa se encontrar em plena decadência, uma vez que, actualmente, grande parte da população — que se diz cristã — vive como se Deus não existisse?

 

A natureza é perfeita

 

A natureza nunca dependeu do pensamento do homem para ser perfeita e produzir seres perfeitos. Tudo o que corre mal, na natureza, se deve à acção nefasta do homem. A Biologia — ciência que estuda a natureza humana — é totalmente oposta à ideologia de género.  Não há meio de comunicação social, ou ideologia, que agrida a natureza e obtenha bons resultados.  Homens e mulheres continuarão a nascer homens e mulheres, ainda que sujeitos a pensamentos ideológicos maléficos que provocarão a sua própria destruição. 

Se nos calarmos perante este cancro maligno, que é a ideologia de género, pagaremos um alto preço. Se nos manifestarmos contra poderemos vir a ser presos, mas isso é nada se comparado à destruição que essa loucura causará na geração de amanhã caso não seja travada. Como afirmou a Dra. Michelle Cretella:

"A ideologia de género é abuso institucionalizado de crianças:"

 

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Talvez devido ao triste facto da sociedade parecer mais sensível aos direitos dos animais do que dos seres humanos, histórias como esta são contadas aos seus filhos para os sensibilizar e sexualizar. Mas, na contra-mão de ideólogos que usam casos isoladíssimos para tentar colar um rótulo de "normal" a relacionamentos homossexuais no reino animal, a ciência continua a dizer:

 

«Parece ser muito incomum que animais individuais tenham uma predisposição duradoura para se envolver em tal comportamento [homossexual], com a exclusão de actividades heterossexuais. Assim, se alguém pode falar sobre uma "orientação" homossexual em animais, isso parece ser uma raridade.» 

 

Mais uma vez, só mesmo os humanos para tentarem tratar como "normal" algo que, praticado pela maioria da humanidade, levaria à sua extinção.

 

#diganãoàideologiadegénero

 

 

15.Nov.18

O looby LGBTQ procura legalizar a pedofilia

Se a ideologia de género não aceita nenhum padrão moral, biológico ou natural, e a sexualidade é uma mera construcção, nada nos impede de ter aquilo que lobbyes pedófilos chamam de "sexualidade inter-geracional".

 

  • O que é que pode impedir que um homem de 50 anos tenha relações sexuais com um menino/menina de 5 anos?

 

Se não há nenhum padrão moral, nenhum travão, e nos pertence a nós construir a sexualidade... podemos chegar a qualquer extremo. Isto, do ponto de vista conceptual. Do ponto de vista político, fica muito claro que o lobby LGBT e os lobbys pedófilos caminham juntos. 

A história do movimento gay norte americano, cujo pai e fundador é Henry "Harry" Hai, que fundou duas associações muito emblemáticas: Sociedade Mattachine e a Fadas Radicais. Estas são associações pró LGBTQ. Ele também fundou mais uma associação da qual era membro honorário — antes de morrer, há 4 ou 5 anos — que é a NAMBLA, a associação de pedófilos mais importante dos EUA, e talvez do mundo, que se dedica a criar lobbys para baixar a idade do consentimento sexual. Tecnicamente, está muito bem conseguido porque não é ilegal pedir que se reforme uma lei. Agora, pense:

O mesmo pai e fundador do movimento gay norte americano, é o pai e fundador do movimento pedófilo norte americano. E, como não podia deixar de ser, a matriz filosófica é a mesma e, em muitos lugares caminham juntas. E, quando não marcham juntas, devido a problemas internos, isso não acontece devido a problemas conceptuais, mas sim políticos.

Muitas vezes, os lobbys LGBTQ têm dito: «Não é conveniente que nos associem aos movimentos pedófilos para não ficarmos mal vistos nos media.»

Mas. se analisarmos e estudarmos o pensamento de outros desconstructores da sexualidade ou de outros intelectuais que alimentaram a ideologia de género, notamos que todos eles, em momentos diferentes da sua vida, buscaram promover a legalização da pedofilia. Desde Beatriz Preciado, passando por Guilbert , o grande discípulo de Foucault e pelo próprio Foucault, Simone de Beuvoir e Jean Paul Sartre, que fizeram petições para que a idade do consentimento baixasse, em França, estamos a falar dos mais célebres promotores da ideologia de género. 

Hoje, fala-se muito dos direitos da criança à sua identidade sexual — dos direitos sexuais dos menores — e alega-se que as crianças não pertencem aos pais — que têm um identidade autónoma e  liberdade — para que olhem para os pais como a entidade repressora. Na realidade, o que o Estado pretende com isso é tirar a criança aos pais e "estatiza-la", para depois a doutrinarem na ideologia de género — que em alguns países se apresenta como: educação sexual integral — que é, nada mais nada menos, do que o doutrinamento ideológico de género, a partir de instituições credenciadas pelo Estado [como a ILGA e a PLANO i].

Dentro da agenda que promove este doutrinamento — centralizado, planeado, sistemático e generalizado — está, sem dúvida, o incentivo e a promoção da pedofilia. Ao sexualizar e erotizar as crianças, ensinando-as a auto-estimular-se e a mudar de papéis, disfarçando-se do sexo oposto, estimulam-nas e incentivam-nas, de forma imprópria, a desobedecer à autoridade paterna e a pensar em sexo precocemente. 

A imposição da ideologia de género nas escolas faz parte de uma agenda global. Em alguns países, entra de forma mais explícita, noutros, onde há mais resistência, de forma mais subtil. As agressões da ideologia de género vão-se adequando em função do contexto local, mas fazem parte de uma agenda integral. 

Por exemplo: No Brasil, o aborto ainda não foi aprovado, mas noutros países já foi aprovado há mais de 20 anos. Porquê? Porque foi mais fácil devido a algum contexto específico. Do mesmo modo, e relativamente à agenda da ideologia de género, cada um dos seus pontos vai sendo introduzido, sorrateiramente, tendo em conta a receptividade, ou não, do assunto. Nenhum dos pontos da agenda deixará de ser imposto, mas podem usar nomes como "igualdade" e "identidade" de género para melhor enganar os pais. 

A Europa faz parte da agenda, mas está partida culturalmente. Por um lado, temos a Europa Ocidental, que é a que mais influencia a Argentina, por ser o país mais europeizado, e da Argentina sobe até ao resto da América Latina; Por outro lado, temos a Europa pós-comunista, que, devido ao pânico que ainda tem dos governos de esquerda, está muito mais agarrada aos valores tradicionais, à fé e à família — que eram o refúgio natural em meio à opressão comunista. Então, em contraste com os países do Ocidente, que são mais vulneráveis, esses países têm uma matriz mais conservadora. Assim, a agenda é global, mas há uns países mais vulneráveis do que outros devido a situações actuais ou históricas.

A leis impostas pela ideologia de género são objectivas e estão a ser legisladas (cá, em Portugal, já estão em vigor).

Muitos, independentemente dos dados que apresentarmos e dos factos concretos, acusam-nos de promover a "teoria da conspiração", mas a realidade é esta:

  • Educação sexual INTEGRAL [de acordo com a ideologia de género] em todos os currículos e ciclos escolares
  • Fim da idade do consentimento sexual em França e um lobby nos EUA a pressionar nesse sentido.
  • Pressão para que OMS e a Associação de Psiquiatria dos EUA retire a pedofilia das perversões sexuais e a reduza à categoria de "perafília" (um padrão de comportamento sexual no qual, em geral, a fonte predominante de prazer não se encontra na cópula, mas em alguma outra actividade. São considerados também parafílias os padrões de comportamento em que o desvio se dá não no acto, mas no objecto do desejo sexual, ou seja, no tipo de parceiro.)

Se todos estes dados estão certos — e estão — não estamos a falar de uma conspiração paranóica, mas sim de um lobby que avança a passo de gigante. Se estamos a ver que os grupos pró-género e os ideólogos intelectuais, nos seus livros e nas suas intervenções, se manifestaram e manifestam a favor da pedofilia — já citei personagens creditadas que lutaram pela legalização da pedofilia — não estamos a inventar nada, mas apenas a citar o que eles fizeram e escreveram. Posso provar cada uma destas afirmações. 

Então,

  • Esta agressão vem da esquerda, que, depois da queda do muro de Berlim e da União Soviética, se reconverteu. Os próprios pensadores e militantes de esquerda, que antes recrutavam e utilizavam o trabalhador [assalariado], agora recrutam e utilizam outro tipo de minorias às quais chamam "minorias culturalmente oprimidas". Já não se trata de uma opressão económica, mas de outro tipo de opressões. Aí aparece a ideologia de género, entre outras metástases, pois o marxismo cultural tem muito tentáculos. Portanto, são estes pensadores e estes militantes, inequivocamente comprometidos com a esquerda, pós-marxistas. Pensadores, posteriores a Marx, que reconverteram a dialéctica.

Também é certo que, muitos partidos, historicamente identificados como de centro direita, lamentavelmente, se deixaram colonizar e se entregaram à agenda cultural progressista. Isto vale para o PP espanhol, o macrismo na Argentina, e para outros países de centro-direita, que, vergonhosamente, se entregaram a esta agenda ideológica em troca de coligações governamentais.

É isto que tem gerado indignação em muita gente e que leva ao aparecimento de partidos alternativos. Mas, a agressão vem da esquerda, sem que, lamentavelmente, haja uma reacção enérgica do centro direita tradicional. Isto gera confusão e faz parecer que nós somos de "extrema-direita", desesperados, porque vemos, com razão, os partidos de centro direita a aplaudir estas tendências. 

Bem, a realidade é que isso pode dever-se a: cobardia, ignorância ou oportunismo político, mas o que é certo é que os que vêem nisto algo mais do que uma mera agressão de esquerda, têm a sua razão. 

— Nicolás Márquez

https://www.youtube.com/watch?v=CPCLqZKRaaY

 

França-aprova-lei-que-legaliza-pedofilia-e-sexo-c

 

 

 

 

 

15.Nov.18

ESTADO cerca os nossos filhos — COMUNICADO URGENTE

Qual polvo, o Estado estende os seus tentáculos para não deixar escapar nenhuma criança à doutrinação ideológica de género. Movidos por um totalitarismo doentio, querem impedir os pais de educarem os seus filhos como entendem fazê-lo e, para isso, tentam acabar com o ensino doméstico. Maldosos e espertos, para não parecerem tão totalitaristas  como de facto são, inventam mecanismos como o de obrigar os pais a ter uma licenciatura... Até aqui, bastava ter um ciclo acima para ter capacidade de ensinar os filhos, agora será preciso uma licenciatura. Qual é o objectivo? Doutrinar as nossas crianças.

Antes de deixar aqui o texto que interessa, pergunto:

— Quais têm sido os resultados escolares das crianças em ensino doméstico? 

— Há estatísticas?

Se, como creio ter acontecido, passam com distinção nos testes que realizam para passar de ano e de ciclo, para qu~e a licenciatura?

COMUNICADO URGENTE:

Vimos por este meio comunicar a todos, sobretudo aos pais e encarregados de educação que tenham alunos na modalidade de ensino doméstico (opção de ensino completamente legal) e que os seus filhos tenham Necessidades Educativas Especiais (antiga denominação no DL 3/2008 já revogado), que iremos fazer uma exposição com carácter de urgência já nos próximos dias ao Sr. Secretário de Estado da Educação João Costa e possivelmente a outras entidades, sobre as possíveis alterações à portaria do Ensino Doméstico em que algumas dessas medidas são não só penalizadoras para estes alunos como exclusivas para os mesmos. Não aceitamos de forma alguma que exista qualquer tipo de descriminação na actuação por parte da Tutela ou de entidades fiscalizadoras com base nos diagnósticos dos alunos, porque para além de ser um acto discriminatório não é pelo aluno ter dificuldades de aprendizagem que vai ter menos acompanhamento escolar ou situações de maus tratos (e outras acusações mais graves) só por estar na modalidade de ensino doméstico.

Tudo indica que na audiência dos interessados houve por parte da Tutela a preocupação em relação às questões mencionadas acima, de salientar ainda que o Jornal de Notícias JN também menciona nas entrevistas que deve haver um maior acompanhamento para alunos NEE (traduza-se maior inspecção) pelo que trata-se de uma situação clara de descriminação com base em “rótulos” de diagnósticos e caso se confirme a veracidade da intenção do Ministério da Educação ser esta, iremos lutar para que haja equidade e direitos iguais quer no acesso à modalidade de ensino quer ao acompanhamento da situação escolar dos alunos independentemente de terem ou não diagnósticos de saúde associados. Relembramos que o Ensino Doméstico também conhecido por Homeschooling é usado em muitos países estrangeiros para “colmatar” a falta de respostas por parte do sistema de ensino desses países em alunos com Necessidades Especiais, em Portugal só em situação limite os pais recorrem por norma a esta opção.

Muitos sãos os pais e Encarregados de Educação que depositam na Escola Regular confiança para gerirem a situação escolar dos seus filhos, mas a falta de meios e recursos sobretudo humanos condiciona muitas vezes estes alunos e, há efectivamente abandono escolar dentro das próprias escolas por vezes também. O direito à escolha e ao acesso da modalidade de Ensino Doméstico tem de ser para todo e qualquer aluno independentemente das suas especificidades, depois a forma como é gerida por parte dos responsáveis pelo ensino doméstico dos alunos deve ser gerida em conformidade, mas para todo e qualquer aluno sempre! Relembramos ainda que quase sempre os alunos NEE têm acompanhamento terapêutico e médico para além da sua situação escolar pelo que não faz sentido “apertar” a fiscalização nestes casos com base nos seus diagnósticos. Da Escola o que é da Escola e da Medicina o que é da Medicina! Se querem mais equidade e salvaguardar os alunos NEE então alterem a forma de avaliação em ensino doméstico e em situações de Exames Nacionais mas para todo e qualquer aluno, isso sim é pensar no “sucesso escolar” do aluno, não lhe criar limitações mas dar flexibilidade apenas na forma como é feita a avaliação sem necessidade de retirar currículo. Estamos perante um novo DL 54/2018 para uma educação inclusiva e claramente ao assistirmos a estas situações de “descriminação” de alunos vemos que a Inclusão é muitas vezes ou quase sempre um adjectivo e não uma prioridade.

Pedimos que nos façam chegar o quanto antes informações que possam ser úteis na nossa exposição e que consultem (para quem não o fez as alterações à portaria do Ensino Doméstico) em que menciona por exemplo a intenção de haver deferimento/indeferimento por parte das Direcções de Agrupamentos Escolares. Se o Ensino Doméstico é uma modalidade de ensino deve ser tratada como tal pelo que a matrícula não pode nunca estar condicionada por se fazer esta escolha, o deferimento não fará sentido, mas também não poderia nunca ser feito desta forma (falta de equidade entre agrupamentos).

Vamos enquanto Movimento e Associação manifestar o nosso desagrado e dar sugestões como poderá ser feito esse acompanhamento se avançar, mas para todos os alunos, não admitimos que ocorra descriminação porque vai contra os direitos destes alunos!

Façam-nos chegar informação pelo mail: movimentopaiportugal@gmail.com ou por mensagem através da nossa página pública. Por se tratar de uma situação urgente iremos fazer chegar a exposição até meio da semana que se segue, o mais tardar.

14.Nov.18

Quem tem medo da dita ideologia de género é a igualdade que teme?

José Seabra Duque RESPONDE À ANA SOFIA GUEDES E AO ARTIGO PUBLICADO, HOJE, NO JORNAL O PÚBLICO:

«Li hoje, no Público, um artigo de opinião onde se perguntava de que tem medo quem é contra a ideologia do género. Terminava, como seria de esperar, concluíndo que era da igualdade.

Ora, eu, da igualdade não tenho medo algum. Ou seja, tratamento igual para o que é igual, tratamento desigual para o que é desigual.

Tenho medo é do igualitarismo que quer tratar tudo segundo a mesma bitola, o que é igual e o que não é. O igualitarismo que diz que uma criança ter pai e mãe ou dois pais é igual, porque não há diferença entre homem e mulher.

Tenho medo quando a ideologia vence a ciência, e proíbe tratar problemas de saúde como a disforia de género.

Tenho medo quando o fanatismo vence a realidade e obriga os rapazes e as raparigas a não serem nem uma coisa nem outra em nome da sua suposta "identidade de género".

Tenho medo quando o extremismo vence até as leis da linguagem e as pessoas em vez de sexo, passam a ter género como as cadeiras, a @ passa a ser uma letra e temos camaradas e camarados!

Tenho medo de um tempo onde não se acredita na alma, não se acredita que o homem não é apenas corpo, mas ao mesmo se defende que a biologia não nos define.

Tenho medo de uma sociedade que em nome do feminismo, defende que as mulheres deixem de o ser e passem a ser homens. Onde a igualdade entre homem e mulher não é de direitos e deveres, mas sim uma uniformidade.

Tenho medo que a ideologia do género, que não tem nada de cientifico, que é absolutamente irracional, que é uma crença moderna sem qualquer apoio na realidade, seja doutrinada às crianças, nas escolas paga por todos nós, independente-mente da vontade dos pais.

Sobretudo, tenho medo de uma sociedade que perdeu a razão e prefere o sentimentalismo e a indignação como forma de fazer política, de fazer legislação, de construir cultura.

A igualdade é um bem, mas não se constrói com mentira. A ideologia do género só nos pode fazer iguais na opressão, pois só com a verdade seremos todos iguais e livres.»

EU TAMBÉM "tenho medo" do totalitarismo que a ideologia de género impõe. 

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https://www.publico.pt/2018/11/12/p3/cronica/medo-dita-ideologia-genero-1850756

14.Nov.18

Disciplina de cidadania ou ativismo feminino?

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[1]

Li, reli, tornei a ler e... Começando pela palavra "género", que, aqui, certamente quer dizer SEXO — masculino e feminino, homem e mulher — mas que pode induzir em erro, visto que, segundo os ideólogos de género, sexo biológico não é género e género não é sexo biológico. Onde fica este país com tratamentos tão desiguais? Portugal?

Ok! A estatística é de 2013, mas eu tenho 53 anos, sempre trabalhei fora de casa e NUNCA me senti descriminada por ser mulher... E, por favor, não me venham com a história dos salários mais baixos, porque têm de me mostrar recibos de vencimento, de empresas, nos quais se veja claramente que os homens recebem mais do que as mulheres, pelo mesmo trabalho e horas trabalhadas, pois isso é proibido por lei.

  • Em Portugal, em 2013, as mulheres não tinham o mesmo direito dos homens no que respeita a: educação, cuidados de saúde, participação política, liberdade de decisão de casar?
  • Sim, eu li que isso acontece noutros países, mas não é cá, certo?
  • Então, para quê tanto activismo feminista, na Escola, num país cuja lei já há muito tempo deu direitos iguais a homens e mulheres?
  • E, que outros países são esses?
  • Porque é que os países muçulmanos — os mais opressores relativamente às mulheres — não aparecem na lista?
  • Para as crianças acreditarem que o islamismo é bom? Melhor do que o cristianismo?
  • Que mentiras são essas que andam a ensinar às crianças?

 

Eu, com 53 anos, tive 3 filhos e sempre disse: «Não me importa se é menino ou menina, importa é que nasça perfeitinho e com saúde!» Mas, ontem, hoje e amanhã, enquanto houver humanos, haverá pais a preferirem um menino ou uma menina, independentemente do activismo feminista. Aliás, a resposta da imagem é tão rebuscada... o exemplo dado, sobre os homens ajudarem as mulheres nos trabalhos domésticos, não se encaixa na pergunta que foi feita...mas, adiante.

Criei os meus filhos mais velhos, o rapaz e a menina, da mesma forma. Nunca fui feminista e o meu filho, homem, cozinha, lava, passa a ferro e até faz ponto-de-cruz. Os horários dele e da esposa são diferentes: ele trabalha das 10:00 às 15:00 e das 18:30 às 23:30, ou até mais tarde; ela, entra às 8:30 e sai às 17:30. Lógico que é ela quem faz mais tarefas domésticas. Qual é o stress? Eles preferem ocupar todo o tempo disponível um com o outro, e depois que ele sai novamente para trabalhar, ela trata da casa. Graças a Deus, ela é uma mulher com M grande, e não uma revoltada com os homens.

«Ai, e tal», dirão os leitores, «mas há homens que não fazem nada, não colaboram e tratam as esposas como empregadas»... Há. E haverá SEMPRE, por muito que as feminazi se dispam para protestar. Imaginem que até há homens que gostam de as ver desfilar nuas!

Já agora, a sondagem das 26/9 horas, foi realizada quando, onde, por quem e a quem?

Sim, porque as sondagens valem o que valem, e há sempre maneira de obter os resultados desejados.

O facto de o entrevistado dizer que, quando casar, vai fazer isto, aquilo e aqueloutro, não significa que venha de facto a fazê-lo. 

 

Termino com algumas perguntas:

  • Se o marido trabalhar nas obras, 8 horas por dia, e a mulher trabalhar numa loja, 8 horas por dia, quem é que chega mais cansado a casa? Mais esgotado fisicamente?
  • Se o marido passar o dia a arrastar paletes e a repor mercadoria, e a mulher sentada no escritório, quem é que chega mais cansado a casa, fisicamente falando?
  • Em situações de maior desgaste físico de um dos cônjuges, não cabe ao outro fazer a maior parte do trabalho doméstico?
  • Fisicamente, devido à natureza de cada um, não é exigido mais esforço físico dos homens do que das mulheres?

 

Infelizmente, este feminismo, que continua a gritar por direitos nos países onde já os tem, mas não naqueles onde as mulheres não têm direito algum, só tem contribuído para a destruição da família e para a diminuição da mulher e do seu papel no lar, na família e na sociedade.

Hoje em dia, em nome da igualdade entre homens e mulheres, meninas e meninos crescem sem saber fazer NADA em casa, sem aprenderem a cuidar do outro, a gerir uma casa e a educar os filhos para serem cidadãos exemplares (por falta de exemplo). Vivem  vinte ou trinta anos, sedentários, agarrados aos brinquedos — telemóvel, tablet, iPAD, consolas, etc — a brincar o tempo inteiro, quais crianças irrequietas, a estudar para ter um curso superior à custa dos papás, mas, infelizmente, são cada vez mais infantis, mal educados, despreparados, confusos, bêbados, incapazes de pensar, perdidos nas redes e sem capacidade para formar família e agirem como Homens ou Mulheres. 

RESULTADO: são sombras das mulheres e dos homens de outrora, criançolas egoístas toda a vida.

 

#diganãoaoactivismofemininonaEscola

#osnossosfilhosnãosãodomovimentofeminista

[1] Programa de cidadania do 2.º ciclo. Atente-se página 91 do programa do 5.º ano. Programa:http://aidglobal.org/userfiles/FINAL_Manual-Cidadania-Global_Digital.pdf

13.Nov.18

Carta Aberta ao Sr. Presidente da República — Liberdade das famílias ameaçada!

Exmo. Senhor Presidente da República Portuguesa
Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

 

Assunto importanteliberdade das famílias ameaçada!

Este ano lectivo o Sr. Ministro da Educação criou a disciplina “cidadania e desenvolvimento”!

E qual é o problema?

É duplo:
  • A disciplina faz opções em matérias de consciência, matérias que invadem o direito e obrigação dos pais na educação dos seus filhos. 
  • Apesar disso, querem impor a disciplina como obrigatória. 


Desta maneira, ou o Estado, ou o Ministério da Educação e/ou as Escolas do Estado esquecem que há pais que não renunciam à educação dos filhos.


Há pais que conhecem e se orgulham dos direitos que a Constituição da República Portuguesa lhes reconhece.

Não estão disponíveis para continuar a calar a sua voz, por maiores que sejam as ameaças de qualquer tipo de represália.

Queremos um país livre, onde nenhum cidadão jamais se possa sentir coagido, e onde os pais sejam considerados os primeiros educadores dos seus filhos.

Por este motivo, na qualidade de mais alto Magistrado da República Portuguesa, venho requerer junto de V. Exa. o seu mais alto patrocínio para a defesa dos pais que se encontram nas situações acima descritas.

Eu sou um desses pais.

Pela liberdade das famíliasPelo bem dos nossos filhos!

Brufe VNF, 27 de Outubro de 2018
 

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Artur Mesquita Guimarães
mesquita_guimaraes@hotmail.com
http://www.plataforma-rn.org/site/index.php?option=com_content&view=article&id=122:cartamatricula&catid=38:para-divulgacao&Itemid=62

 
12.Nov.18

IDEOLOGIA DE GÉNERO NAS ESCOLAS — Como combater

            Já entrou em vigor a Lei n.º 38/2018, de 8 de Agosto, que determina o direito à autodeterminação de género e expressão de género e à proteção das características sexuais de cada pessoa.

            Trata-se, lato sensu, de uma lei que vem facilitar o procedimento para a alteração de sexo no Registo Civil, bem como a consequente alteração de nome próprio, reconhecendo-se, assim, juridicamente a identidade de género (artigo 6.º). Para que tal reconhecimento seja bem-sucedido, a lei determina, no seu artigo 7.º, que o requerente tem de corresponder a uma série de requisitos cumulativos, enunciados taxativamente. A saber:

            - ser cidadão português;

            - ser maior de idade;

            - não se mostrar interdito ou inabilitado por anomalia psíquica;

            - possuir uma identidade de género (que não é necessária provar) que não corresponda ao sexo atribuído à nascença.

            No n.º 2 do mesmo enunciado legislativo, encontramos uma exceção ao n.º1: os menores com idade compreendida entre os 16 e os 18 anos podem, através do seu representante legal, requerer este procedimento. O Conservador ouvirá o requerente (menor), de forma a apurar o seu consentimento expresso, livre e esclarecido, mediante relatório realizado por médico ou psicólogo, que ateste a capacidade de decisão e vontade informada do menor em causa. Esta é uma das normas mais polémicas da Lei n.º 38/2018, que permite que a vontade do menor se sobreponha à do seu representante legal, útil neste procedimento somente devido à incapacidade inerente de qualquer menor para praticar atos jurídicos.

            Permitir que um menor inicie um processo de alteração de sexo e de nome, numa altura da vida em que ainda não possui uma idoneidade tal que lhe admita tomar decisões de forma consciente, sem ceder à pressão das hormonas e seus efeitos, pode, num futuro muito próximo, acarretar consequências negativas para o mesmo e para os outros que o rodeiam, tanto a nível físico como emocional, situações essas que, em muitos casos, serão irreversíveis. Ao nível legal, a lei faz depender a reversão da alteração de sexo e de nome de decisão judicial (cumprirá ao requerente deste procedimento, a fim de reaver o seu antigo eu, intentar uma ação em Tribunal para que lhe seja devolvida a sua identidade biológica).

            Mas a Lei n.º 38/2018 vai mais longe. No seu artigo 12.º, enuncia um outro articulado polémico – a introdução da Ideologia de Género nas Escolas.

            Em primeiro lugar cumpre referir, através da conjugação dos artigos 2.º, n.º 2 e 12.º, n.º 1 e 2, que a citada lei obriga as Escolas Públicas ao cumprimento, garantia e promoção do direito à autodeterminação da identidade de género e expressão de género e à proteção das características dos indivíduos, enquanto onera as Escolas Privadas apenas ao cumprimento da Lei. Em termos práticos, significa que as Escolas Privadas devem garantir que situações de discriminação não existirão, através de um ambiente de respeito para com os todos as crianças e jovens, de acordo com a identidade de género, expressão de género e características sexuais primárias e/ou secundárias, enquanto que as Escolas Públicas, desde o Ensino Pré-Escolar, devem implementar medidas específicas, tais como:

            - de prevenção e de combate contra a discriminação em função da identidade de género, expressão de género e das características sexuais;

            - de deteção e intervenção sobre situações de risco que coloquem em perigo o saudável desenvolvimento de crianças e jovens que manifestem uma identidade de género ou expressão de género que não se identifica com o sexo atribuído à nascença;

            - de proteção adequada da identidade de género, expressão de género e das características sexuais, contra todas as formas de exclusão social e violência dentro do contexto escolar, assegurando o respeito pela autonomia, privacidade e autodeterminação das crianças e jovens que realizem transições sociais de identidade e expressão de género;

            - de formação adequada dirigida a docentes e demais profissionais do sistema educativo no âmbito de questões relacionadas com a problemática da identidade de género, expressão de género e da diversidade das características sexuais de crianças e jovens, tendo em vista a sua inclusão como processo de integração socioeducativa.

            O que dizer, então, da inserção desta Ideologia nos currículos escolares públicos?

            Em primeiro lugar, importa referir que a Constituição da República Portuguesa proíbe, no seu artigo 43.º, n.º 2, o ensino segundo quaisquer diretrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas. Não obstante, tal não significa que o Estado vede a sua expressão no ensino: o Estado português não proíbe que esta e outras ideologias tenham assento nos currículos escolares. Simplesmente, a fim de evitar a unicidade da doutrina do Estado, não se identifica com elas, em particular. Sabemos que todos os textos legislativos transportam consigo características ideológicas das épocas em que entram em vigor – por isso, não é de estranhar que os programas do Ministério da Educação sejam, também, fruto de uma vontade política.

            O grande problema relativamente à Ideologia de Género é ela, que viola a Ciência e, ao mesmo tempo, a fé de muitos, constar dos manuais escolares, que são, para os educandos, construtores de verdades. É escopo básico do ensino a formação dos educandos. A questão é que muitas vezes, as ideologias ensinadas chocam com as convicções morais e religiosas dos pais. Assim, como resolver este conflito?

            Não é um problema fácil de contornar, mas a nossa Lei Fundamental é clara quanto à educação dos filhos: “Os pais têm o direito e o dever de educação e manutenção dos filhos” (artigo 36.º, n.º 5, Constituição). De igual modo, também a Declaração Universal dos Direitos do Homem, no seu artigo 26.º, n.º 3, refere que “aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos.”, enquanto que a Lei da Liberdade Religiosa remata a questão, dizendo que “os pais têm o direito de educação em coerência com as próprias convicções em matéria religiosa, no respeito da integridade moral e física dos filhos”, até aos 16 anos de idade (artigo 11.º).

            Perante este elenco normativo, depressa concluímos que os pais têm uma palavra a dizer quanto à educação que os seus filhos recebem nas escolas. O Estado jamais poderá substituir o papel que cabe unicamente aos pais – a escolha de uma escola e ensino consistente com as suas convicções morais e religiosas -, sendo apenas um cooperador nesta escolha, de acordo com o estatuído no artigo 67.º, n.º 2, al c), Constituição: “Incumbe, designadamente, ao Estado para proteção da família cooperar com os pais na educação dos filhos.” Em que se consubstancia esta cooperação? Através da liberdade de educação, do direito de acesso a qualquer escola, sem impedimentos ou discriminações, do direito de escolha da Escola mais adequada à formação moral, religiosa, filosófica, intelectual ou cívica dos filhos, do direito a um ensino não confessional, de acordo com o princípio da laicidade, do direito à criação de escolas privadas, cujo interesse público seja reconhecido. Admitir a Ideologia de Género nas Escolas equivale à violação destes preceitos normativos.

            Não se pretende, com isto, discriminar aqueles que não se identificam com o sexo atribuído à nascença – pretende-se simplesmente reiterar que promover e incutir a ideologia que está na sua génese a crianças e jovens, violando o direito à liberdade de consciência e de religião (artigo 41.º, Constituição), e impondo uma ideologia contrária às convicções de muitos, que contraria as leis da Ciência e as leis morais, não se pode admitir num Estado de Direito Democrático. O respeito pelo direito à diferença não se faz mediante imposições ideológicas – faz-se através do respeito pela dignidade humana.

 

Cláudia Pratas

Jurista

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