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Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

01.Out.18

QUEM RESPONDE?

 

Sabem que os guiões para a educação de género [SEXO] e cidadania não mencionam as crianças/adolescentes/jovens com deficiência em momento algum?

Será que, em 2010, na primeira edição — governo Sócrates, e a revisão de 2015, no governo António Costa (preciosismos) — já acreditavam que todas as crianças com deficiência teriam sido assassinadas no ventre das suas mães? E as já nascidas, eutanasiadas?

Porque é que em manuais que se dizem "contra a exclusão" e a "favor da iguladade de oportunidades", os que são verdadeiramentes DIFERENTES e TÊM NECESSIDADES ESPECIAIS não são sequer mencionados?

Não será porque esses guiões só querem sexualizar as crianças, desde a mais tenra idade, torná-las igualmente promíscuas e "filhas" do Estado que as recria?

Recria, como?

Levando-as a experimentar todas as formas de sexo, para ser a actividade sexual — que lhes dê mais prazer — a determinar quem são?

Tipo: SEXO, logo existo?

 

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01.Out.18

Efeminando os rapazes

No guião PRÉ-ESCOLAR de Educação para Género [SEXO] e Cidadania fica clara a IDEOLOGIA por detrás do ensino: Senão, Leiamos o que é afirmado na pág 78 do respectivo manual:

 

«O Miguel nunca escolhe ir para a área da casa. No entanto, passa a vida a perturbar os/as colegas que jogam nesta área, chamando nomes, deitando abaixo o que fazem. A educadora pressente que este comportamento corresponde ao conflito sentido entre a vontade que ele tem de jogar nesta área e as expectativas de género interiorizadas, conflito que leva a que se sinta pouco à vontade para fazer esta escolha.»

 

Brinquedos r.PNG

 

Esta linguagem até parece fazer sentido, mas...

 

Quem é que nunca foi criança?

Quem é que nunca perturbou as brincadeiras dos colegas?

 

Afirmar que o Miguel, ao perturbar as brincadeiras que decorrem noutra área, revela conflitos ou expectativas de SEXO interiorizados, é pura demagogia — é IDEOLOGIA. O Miguel é livre para brincar onde e como quiser. Além disso, quando na página 10 do mesmo manual se ensina: «os brinquedos das meninas «fomentam nelas menos criatividade» e os de menino «fomentam uma maior criatividade e inclusive uma maior ocupação do espaço circundante» e que essa desigualdade «poderá diminuir a capacidade das meninas para enfrentar problemas e resolver desafios» (ver foto), não será uma perfeita idiotice pôr os meninos a brincar com os brinquedos que limitam a criatividade, que "emburrecem"? Não seria mais lógico colocar todas as crianças a brincar com os brinquedos que «fomentam a criatividade» e os ensinam a «ocupar melhor o espaço circundante»?

Guião brinq.PNG

 Voltando à pág. 78, do mesmo manual, onde os ideólogos de género fazem da sua ideologia uma tese "científica" e afirmam:  «[o] conflito sentido entre a vontade que ele tem de jogar nesta área e as expectativas de género interiorizadas, [...] leva a que se sinta pouco à vontade para fazer esta escolha.».

 

Que escolha?

A de brincar com os brinquedos que "emburrecem"?

O que são as "expectativas de género"? A realidade de que nasceram meninos? De que os meninos têm interesses diferentes das meninas? Gostam de brincadeiras diferentes? Que há mais virilidade nos meninos (devido aos elevados níveis de testosterona) e mais feminilidade nas meninas (devido aos baixos níveis de testosterona)? 

 

Será que incutir, nos meninos, o preconceito de que são "machistas" — porque não gostam de brincar com os brinquedos das meninas — não é uma forma de repressão? Não os fará sentir mal por serem "homens"? Porque é que, forçosamente, os meninos têm de brincar com os brinquedos das meninas e as meninas têm de brincar com os brinquedos dos meninos? Não será mais lógico deixar que as crianças brinquem com o que elas quiserem?

Porque será que, em tribos indígenas, meninas embalam pedaços de madeira como se fossem bebés, e meninos brincam de caçador? 

— Ai e tal... Porque é o que vêem... 

Então, pergunto: Não será por verem cada vez mais travestis a contar-lhes histórias que querem ser travestis? Não será por serem ensinadas, desde a mais tenra idade, a experimentar todas as formas de sexo possíveis e imaginárias, que optam por ser homo, trans, pan, etc.? Não será por verem cada vez mais desenhos animados com pares homossexuais e ouvirem cada vez mais histórias de pares homossexuais e meninos, que afinal eram meninas, e meninas, que afinal eram meninos, que optam por ser homossexuais, trans, ou bi?

 

— Ai e tal... Ninguém nasce heterossexual...

Ok! Então, ninguém nasce homo, trans, etc. Se tudo é uma construção social, para quê desconstruir o que foi construído há milhares de anos e tem dado bons resultados? Para quê desconstruir o pilar da sociedade, que é a família — homem + mulher = filhos? Qual foi a sociedade homossexual, do passado, que se reproduziu até aos nossos dias? Quem são os seus descendentes?

 

PÁREM DE EROTIZAR AS CRIANÇAS!

PÁREM DE AS FORÇAR A SER O QUE NÃO SÃO!

 

Se os pais, em casa, dão brinquedos de menino, aos rapazes, e brinquedos de menina, às raparigas, por que cargas d'água é que o Infantário e/ou a Escola têm de contrariar a educação que os pais dão aos filhos? Para gerar conflito entre ambos o mais cedo possível?

Ao contrário das pretensões do Estado, que pela voz de uma Técnica do Ministério da Educação, afirma: «A partir dos 5 anos, as crianças pertencem ao Estado.», os filhos pertencem aos seus pais até atingirem a maior idade e devem-lhes respeito e obediência. E, se o Estado pretende ser dono e senhor dos nossos filhos, então, que os gere, ame, cuide, sustente, crie e alimente. Nós, os pais, não geramos os filhos do Estado, mas sim os nossos filhos. Não somos nenhuma linha de produção a serviço de ideologias políticas totalitárias que querem usurpar o papel dos pais na educação dos seus filhos. Os nossos filhos não são cobaias. E, a Constituição Portuguesa garante-nos isso mesmo:

 

Artigo 11.º Educação religiosa dos menores 1 - Os pais têm o direito de educação dos filhos em coerência com as próprias convicções em matéria religiosa, no respeito da integridade moral e física dos filhos e sem prejuízo da saúde destes. 2 - Os menores, a partir dos 16 anos de idade, têm o direito de realizar por si as escolhas relativas a liberdade de consciência, de religião e de culto.

 

Regra geral, de acordo com a constituição: Os filhos menores estão sob a tutela dos pais até à sua maioridade (18 anos) Excepções: aos 16 anos pode haver emancipação pelo seu casamento e poderão pronunciar-se e escolher autonomamente acerca dos valores religiosos, aos 14 anos poderão pronunciar-se acerca do acordo das responsabilidades parentais em caso de divórcio.

Portanto, antes dos 16 anos, os pais têm o direito de transmitir e ensinar regularmente os seus filhos, como fazendo parte do seu desenvolvimento intelectual e moral, os valores religiosos, éticos e morais e de intervir no percurso educativo dos seus filhos de modo a aferir se valores contrários à suas convicções e consciência estão a ser ensinados aos seus filhos nas escolas uma vez que as crianças e os adolescentes são altamente permeáveis e vulneráveis e consequentemente indefesos, podendo tais valores e conteúdos contrários afectar não apenas o comportamento relacional normal e são, próprio da sua faixa etária (desde a primeira infância), tanto com os pares como com os adultos, como ainda a médio prazo vir afectar a sua saúde mental e física. Ver artigos 1º, 6º, 11º e 12º da Lei Liberdade Religiosa e conjugar com Artigo 13º nr 2 da CRP)

 

Portanto, esta tentativa de roubar aos pais o direito a educar os seus filhos viola claramente a Constituição. Num país que se pretende livre as crianças e os adolescentes não são propriedade do Estado e ninguém melhor que os progenitores para poderem defende-las das palavras ocas dos demagogos, por mais eloquentes que se apresentem.

 

Pais, eduquem os vossos filhos, homens, para serem homens, e as filhas, mulheres, para serem mulheres.