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Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de Género [Sexo]

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

28.Set.18

Alerta de uma Professora Preocupada

Trabalho no ensino e estando numa recta quase de final de carreira, percebo o perigo, mas sou caso isolado, porque uns docentes acham que sexo e género é a mesma coisa e outros, percebendo o que aí vem, dizem que importa (servilmente) cumprir as directrizes e a legislação (o efeito perverso do primado da lei faz-se sentir quando as leis são feitas por homens que perderam o temor a Cristo e ignoram ideais de nobreza de carácter).
 
A luta parece ser em extremo desigual.
 
 
O tema das sexualidades e da ideologia de género está a ser introduzido disfarçado em disciplinas de projecto (como DAC, Cidadania e Desenvolvimento) que decorrem dos  17 "bem intencionados" objectivos de desenvolvimento sustentável vindos da ONU/Bruxelas/ Ministérios da Educação, https://www.unric.org/pt/17-objetivos-de-desenvolvimento-sustentavel 
 
em nome da erradicação da pobreza, do combate à intolerância, da saúde, do ambiente, do desenvolvimento sustentável, etc, e, de acordo com os seus promotores, visam orientar o aluno para um perfil de saída de "tolerância" e de "compromisso" de opiniões, em que posições radicais/extremas (que por vezes também podem ser sinal de saúde quando não se conformam com a corrupção e a depravação) são consideradas indesejáveis num cidadão do séc. XXI.
 
Ao longo dos anos de escolaridade obrigatória, de forma cada vez mais clara e assertiva, os jovens serão "doutrinados" a ter prioridades de actuação e formas de pensamento que foram formatados em ideais da revolução francesa, que fez rolar cabeças, e em conceitos reavivados de um marxismo cultural/dito progressista, não nos ideais dos Dez Mandamentos ou dos mais excelentes vividos por Cristo.
 
Este Projecto decorre de legislação vária saída à pressa, em 2018, de documentos de orientação do Ministério, de guiões de formação de Professores, que deveriam ser analisados a pente fino por uma equipa (eu disponibilizar-me-ia se houvesse mais duas ou 3 pessoas, uma delas um jurista...), para se ter base de argumentação estruturada, com base em textos orientadores publicados. Acções de formação de Professores sobre Igualdade de género como direito "fundamental" e factor de inclusão estão em curso e colocarão em prática nas suas turmas, escolas. A velocidade com tudo o que se está a passar nas escolas... professores de várias disciplinas reúnem-se para planificar e articular estratégias para adaptar os conteúdos a estes objectivos estratégicos de que a ideologia de género é coqueluche.
 
Um Pai responsável, com quem falei, não viu nada de preocupante no horário do filho de 8º ano. Aguarda que algo capte a sua atenção para se queixar, mas uma queixa é uma queixa, e as sementes crescem nas mentes de jovens e adultos. "Primeiro estranha-se, depois entranha-se" — os adultos não gostam de ser ostracizados nas escolas, os jovens não querem ficar isolados.
 
Além disso, nem todas as queixas são ouvidas da mesma maneira numa escola. Depende de quem a queixa vem, de como está formulada, se tem muitas pessoas por detrás, se essas pessoas são de peso na sociedade, se pode haver problemas com a tutela; só que é da tutela que vêem as directrizes. Tem de haver apoio de quem está acima do Ministério da Educação, por ex. do tribunal Constitucional.
 
 
 
 
 
 
 
Mas será que fazer uma petição ao Ministro da Educação resolve? 
Lacaios de Bruxelas cumprem diretrizes, não as questionam e ensinam os jovens a com elas concordar.
 
 
Portugal deveria seguir o exemplo daqueles três países da Europa de Leste, assim como o das Bermudas em matéria de anulação de casamento não natural.
 
Há muito que a Família Natural (Homem + Mulher) está sob ataque em várias frentes, de várias formas. Importa que quem defende a família H+M se una numa Aliança forte em que ninguém procure protagonismo, nem tirar dividendos, nem sublinhe as diferenças religiosas ou ideológicas.
 
Importa procurar que a Família Natural e a sexualidade, que esta defende e representa, tenha primazia, em vez de ser relegada para uma situação de paridade, em nome da igualdade e da inclusão de "todas" as diferenças. Com a aprovação do casamento de outras formas de união abriu-se uma caixa que só dá para fechar com a anulação de tal lei — como fizeram nas Bermudas — afinal, se a sexualidade de outras uniões é reconhecida como casamento, porque não há-de ser ensinada nas escolas? Com a abertura a uma orientação sexual não natural, virão outras.
 
Quem não tem filhos, netos sobrinhos, amigos nas escolas?
Em nome da Defesa da Família Tradicional e Contra o ensino da sexualidade na escola e, muito menos a ideologia de género disfarçada de "igualdade" de género. Os milhões que vieram para ser distribuídos por autarquias, associações que se proponham promover esta agenda que diz que nascemos neutros e que podemos assumir o género que decidirmos, fazendo de conta que a fisiologia interna e externa é uma anedota.
 
Aqui fico. Estou disponível para ajudar a parar este comboio que vem em grande velocidade e com imensas carruagens... SOZINHOS NADA PODEMOS FAZER.
 
 
ISTO É "IDENTIDADE" DE GÉNERO:
 

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27.Set.18

Aula de Educação Sexual

 

Uma aula de como colocar o preservativo com a boca.

 

Sim. Eu sei que aconteceu no Brasil.

Mas, acorde, pois é uma aula de Educação Sexual de acordo com as instrucções dos ideólogos de género e já está faz parte da matéria curricular este ano lectivo, cá em Portugal.

Se é isto que você quer que os seus filhos aprendam na escola... continue a negar as evidências e a acreditar na mentira que lhe é contada pelos que têm vindo a impôr esta ideologia, na Escola, a partir dos 03 anos de idade.

 

PS: O Vídeo é considerado "para adultos" e só pode ser visto por quem provar que tem mais de 18 anos.

26.Set.18

Disforia de género e transexualismo

Numa versão totalmente adaptada a uma linguagem que serve o lobi da Ideologia de Género [sexo], o "Manual MSD — Versão para profissionais de Saúde", que contém algo tão ideológico como isto: «Identidade de género é a sensação subjectiva de saber a qual género uma pessoa pertence; i. e., aqueles que se consideram masculino, feminino, transgénero ou outro termo de identificação (p. ex., género queer)», apresenta-nos uma estatística que aponta claramente para a ANORMALIDADE da transexualidade e da Ideologis de Género.

 

«Transexualismo parece ocorrer em cerca de 1 em 11.900 homens e 1 de 30.000 mulheres.»

 

Algumas perguntas:

  • Como é que uma estatística destas pode levar alguém, no seu juízo perfeito, a ensinar às crianças, a partir dos 03 anos de idade, que ser "trans" é normal?
  • Como é que a OMS se atreve a reescrever um manual, para satisfazer uma Ideologia nefasta, que promove a transexualidade em criancinhas de tenra idade?
  • Porque é que o Dicionário não reconhe o termo "Género Queer"?
  • E, o que é uma "sensação subjectiva"?

Subjectivo: 1. Relativo ao sujeito ou nele existente.

2. Que se passa exclusivamente no espírito.

 

  • Ou seja, se eu me sinto a Rainha Elizabeth, uma avestruz, um gato, um dragão... Se isso se passa exclusivamente no meu espírito, existe em mim e é relativo a mim, sou-o de facto?
  • Porque é que se internam pessoas, nos hospitais psiquiátricos, por exprimirem o que se passa exclusivamente no seu espírito?

 

Leia o [DES]SERVIÇO que o Manual MSD presta à sociedade e a forma como serve os interesses do lobi LGBTQIetc. e da Indústria Farmacêutica:

https://www.msdmanuals.com/pt-pt/profissional/transtornos-psiqui%C3%A1tricos/sexualidade,-disforia-de-g%C3%AAnero-e-parafilias/disforia-de-g%C3%AAnero-e-transexualismo

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26.Set.18

Questionem-se

Porque é que uma exposição que exibe penetração anal, com chicote de sadomasoquismo, e imagens de sexo explícito, deverá ser vista por crianças?

 

Será apenas mais um dos passos, na agenda do Bloco de Esquerda, para empurrar as crianças Portuguesas para a pedofilia?

 

Porque é que há um movimento consertado para expôr crianças, de todas as idades, à PORNOGRAFIA?

 

Porque é que ninguém invoca a Constituição Portuguesa, que proíbe expressamente tal exposição, e simplesmente proíbe a exposição de crianças à pornografia?

 

Será que somos um país de maioria pedófila?
Seremos todos bloquistas?

 

Leia a notícia aqui:

https://observador.pt/2018/09/22/polemica-em-serralves-chovem-criticas-a-administracao-do-museu/ 

 
26.Set.18

Tarados

BLOCO DE ESQUERDA, O BLOCO DOS (RE)TAR(D)ADOS

Para o Bloco de Esquerda, é normal que fotografias de fisting anal, com penetração com chicotes de sadomasoquismo pelo meio, bem como imagens com sexo explícito, possam ser vistas por menores, nomeadamente crianças.

“A decisão de alterar a organização da exposição, retirando algumas obras, e, noutros casos, juntando numa mesma sala obras classificadas por critérios desconhecidos como para maiores de 18 anos, é inédita em Serralves e suscita a maior perplexidade”, lê-se numa carta enviada pelo Bloco à presidente da comissão parlamentar de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto.

Não coloco aqui nenhuma das fotos da celeuma, pois as que tenho visto em publicações de amigos meus acabaram por ser todas apagadas pelo próprio Facebook. Por que será? Quem quiser, tem acesso através deste artigo:
http://www.tvi24.iol.pt/

 

…/as-imagens-da-polemica-exposicao-…

Aguarda-se pelo momento em que o "Rei Ghob" sairá da prisão e será convidado a candidatar-se a deputado pelo Bloco de Esquerda.

A fauna presente no protesto contra a decisão do museu: note-se a t-shirt d@ bicho@, uma verdadeira ode à tolerância religiosa e ao respeito pelas ideias alheias. É esta a gente que enche a boca para falar de "Liberdade".

— Paulo Rod

 

Leia a notícia aqui:

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/robert-mapplethorpe/as-imagens-da-polemica-exposicao-de-mapplethorpe-em-serralves

26.Set.18

Brevemente, no WC das escolas

Para o proximo ano lectivo, no verão, o Tio Marcelo promulga certamente uma lei que permita isto, como fez com a educação de ideologia de género, desde os 3 anos aos 18 anos, nas escolas, neste verão.

— Manuel Matias

 

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