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Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

Ideologia de SEXO

A Ideologia de Género [SEXO] desintegra a família para parir um ser solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

31.Jul.18

Este é o feminismo, a la sueca.

Com um governo composto por doze mulheres e onze homens. 

"A Suécia tem o primeiro governo feminista no mundo," vangloria-se o governo sueco no seu Website oficial. O que é que isso significa exactamente?

"Isso significa que a igualdade de género é parte central das prioridades do governo... uma perspectiva de igualdade de género é o cerne da formulação de políticas numa frente abrangente.

 

Claro, há diversos tipos de feminismo. O preferido da Suécia não é o da irmandade universal e da disseminação da igualdade entre os sexos ao redor do planeta. É o feminismo "interseccional". O que vem a ser feminismo "interseccional"?

 

É uma espécie de feminismo que, de acordo com o relativamente novo conceito académico de "interseccionalidade", aceita uma hierarquia na qual outros "grupos de vítimas", como "pessoas de cor" e muçulmanos, estão mais acima na escala das injustiças do que as mulheres, 

 

Isso significa que as feministas "interseccionais" devem ser culturalmente susceptibilizadas e culturalmente relativizadas, reconhecendo e privilegiando os valores culturalmente estabelecidos além da igualdade sexual. Elas devem ser feministas que entendem que, ao mesmo tempo que nenhuma demonstração de desprezo pela suposta tirania dos homens do Ocidente é exacerbada, exagerada ou vulgar, elas devem, nos seus encontros com culturas menos feministas, ajustar a sua devoção à igualdade feminina respeitando as distintas prioridades dessas culturas. 

Esse tipo de feminismo, desnecessário será dizer, não se limita à Suécia. No ano passado, um dia após a posse de Donald Trump, esse feminismo estava estampado nos Estados Unidos na Marcha das Mulheres, onde o novo presidente foi universalmente acusado de ser a personificação do patriarcado, enquanto Linda Sarsour, uma mulher vestida com uma hijab, defensora da lei islâmica (sharia), se tornou uma heroína feminista da noite para o dia. Sarsour promove o quê? 

De acordo com a lei da sharia a mulher deve ser submissa e obediente. O testemunho da mulher num tribunal vale  metade do testemunho de um homem, porque ela é "deficiente no tocante à inteligência." Uma filha deve ter direito somente à metade da herança de um filho. O marido não só tem o direito, é recomendado, que ele bata na sua esposa se ela não for suficientemente obediente. O homem pode sair com esposas "infiéis", mas uma mulher não pode casar-se fora da sua religião. Um homem pode ter até quatro esposas, mas uma mulher só pode ter um marido. Um homem pode divorciar-se da sua esposa simplesmente pronunciando algumas palavras, uma mulher, se quiser o divórcio, deve submeter-se a um processo prolongado no fim do qual um grupo de homens decidirá a questão. O homem tem o direito de manter relações sexuais com a esposa mesmo contra a vontade dela e, em determinadas circunstâncias, também com outras mulheres. E isso é só o começo.

Às vezes, quando alguém aponta essas leis machistas, as pessoas respondem: «bem, a Bíblia diz isso e mais aquilo» esquecendo-se que a Bíblia também afirma que homens e mulheres são iguais em valor e devem amor incondicional um ao outro — o corpo da mulher pertence ao marido e o corpo do marido pertence à mulher — sendo que o marido cristão tem a ordem de amar a esposa, como Cristo amou a Igreja, e de morrer por ela.

O ponto não é que essas coisas estejam escritas no Al Corão, mas que as pessoas vivem de acordo com leis escritas por Maomé, um pedófilo que teve todas as mulheres que cobiçou, e ai daquela que não se submetesse. Além disso, na Marcha das Mulheres do ano passado, Sarsour, uma mulher que defende esses códigos de conduta profundamente discriminatórios e profundamente anti feministas, foi aplaudida pelas feministas. Esse é o feminismo "interseccional" levado ao ponto da autodestruição.

Ainda assim, em nenhum país os preceitos do feminismo "interseccional" foram mais inequivocamente aprovados pelo establishment político e cultural e mais resolutamente aceites pelos cidadãos do que na Suécia. Um exemplo claro: uma das consequências do feminismo "interseccional" é a grave relutância em punir muçulmanos por agirem de acordo com os ditames morais da sua própria cultura e é exactamente por causa dessa relutância que a Suécia, com o seu "governo feminista", de acordo com alguns observadores, se tornou a "capital do estupro do Ocidente

 "Ademais, foi a "interseccionalidade" que no ano passado fez com que todas as mulheres membros de uma delegação do governo sueco em visita ao Irão usassem véus e se comportassem como o harém mais submisso do planeta. "Com esse gesto de subjugação" destacado por um Website de notícias suíço, "elas não só gozaram de qualquer conceito de feminismo, como também apunhalaram as suas irmãs iranianas pelas costas".

 

Outro exemplo do feminismo "interseccional" é o da sueca de 45 anos que trabalhou numa residência colectiva para "refugiados menores de idade desacompanhados." Em Novembro de 2016, aparentemente guiada pelo seu bom coração, ela acolheu em sua casa Abdul Dostmohammadi, um ex-residente afegão da residência colectiva, depois que ele fez 18 anos e não podia mais permanecer naquele local. No espaço de um mês eles tornaram-se amantes, alguns meses depois, conforme reportado recentemente, Dostmohammadi molestou sexualmente a filha dela de 12 anos. Quando a menina contou o que aconteceu à sua mãe, ela não fez nada. Mais tarde ela explicou às autoridades que temia que Dostmohammadi fosse deportado.

 

Quando a menina contou para o pai, que morava noutro lugar, ele denunciou o caso à polícia. A mãe não precisava preocupar-se com a deportação: Dostmohammadi foi condenado a três meses com a suspensão condicional da execução da pena, multado a pagar um valor irrisório e a prestar serviços comunitários. Tamanha é a força do feminismo "interseccional" no sistema da Suécia: permite que uma mãe sueca e uma corte sueca concedam menor prioridade ao bem-estar da sua filha, violada, do que ao bem-estar do muçulmano que a violou.

 

Concluirei com mais um exemplo do feminismo "interseccional" institucionalizado em acção: os pais iraquianos de Alicia levaram-na para a Suécia quando ela tinha quatro anos de idade. Aos 13 anos, eles levaram-na de volta para a sua terra natal a fim de a casar com seu primo de 23 anos. Ao retornar sozinha para a Suécia, Alicia, cidadã sueca, deu à luz a meninos gémeos, que ao nascerem em solo sueco se tornaram automaticamente cidadãos suecos. Depois de cuidar deles por um período de tempo, seus filhos foram-lhe tirados, contra a sua vontade, para serem criados pelo marido no Iraque.

No ano passado (2017) ele pediu a custódia exclusiva no Tribunal Municipal de Estocolmo. Em 9 de Janeiro de 2018, o Tribunal Municipal de Estocolmo deliberou a seu favor, com base no facto dos gémeos terem vivido mais tempo com ele do que com Alicia, que já tem 24 anos.

Um tribunal sueco deliberou contra os direitos maternos de uma cidadã sueca e entregou os seus filhos, também cidadãos suecos, a um estrangeiro conhecido por ter violado a mãe deles, no contexto dum "casamento" da lei islâmica (Sharia), quando ela própria era uma criança. Juno Blom, especialista em violência "relacionada à honra", é uma sueca que, aparentemente, não recebeu o memorando sobre o feminismo "interseccional". Chamando a decisão do tribunal de "desgraça", Blom acusou a Suécia de abandonar Alicia durante toda a sua vida:

"Uma menina foi levada para fora da Suécia, obrigada a casar-se, violada e privada de estar com os seus filhos sem que as autoridades fizessem o que quer que seja. E agora eles colocaram o último prego no caixão dela negando-lhe a custódia dos seus filhos. Não me recordo de nenhum caso em que tantos erros tenham sido cometidos".

Ao que tudo indica, Blom ainda não entendeu. As autoridades suecas não cometeram nenhum "erro" no caso de Alicia. Cada atitude da parte deles está profundamente arreigada numa filosofia que eles compreendem totalmente e na qual acreditam profundamente. Eles são, como adoram proclamar, feministas orgulhosos, de cima a baixo. Acontece que, em deferência aos decretos da "interseccionalidade", a fervorosa crença na irmandade termina onde começa o brutal patriarcado islâmico, a opressão sistemática de género [sexo] e a primitiva "cultura da honra". Este é o feminismo, a la sueca.

  • Na prática, como geralmente acontece, essa compulsão de respeitar as diferentes prioridades de outras culturas é mais urgente quando a cultura em questão é aquela em que a desigualdade feminina é totalmente engessada e impingida.

    Fonte: https://pt.gatestoneinstitute.org/11902/feminismo-suecia

 

Feministas-ocidentais-uni-vos-contra-o-feminicídi

 

26.Jul.18

Direito da criança ao prazer sexual?

 

A base da sociedade são os valores morais das famílias de verdade. Quando se destrói a estrutura da família tradicional, a sociedade enfraquece, perde sua força. Isso permite a esses governos ditadores escravizar o povo com regimes de governo onde ninguém mais tem liberdade e o governo faz o que estão fazendo em países como Venezuela, Cuba, Angola etc..
 
— Rainsa Soares
26.Jul.18

Pedofilia é perversão.

 

Segundo a sra. dra., não se pode afirmar que a pedofilia tem cura, mas também não se pode dizer que não tem... Só que é doença e, como sabemos, pedófilo solto é predador de crianças.

Pedofilia é perversão. Se querem considerar pedofilia como "doença", então vamos "tratá-los" com CASTRAÇÃO QUÍMICA!

26.Jul.18

Leis contrárias à família

George Soros subsidia e diz que a ideologia de género [sexo] é uma "ficção"/invenção. Pretende atirar areia para os olhos daqueles que começam a ser alertados, procura descredibilizar os que fazem o alerta para este braço da ditadura de pensamento de um grupo que se quer impor numa dita nova ordem mundial com leis e mordaças LGBTetc.

Leia mais aqui: http://www.parejasreales.net/2017/09/15/quien-esta-detras-de-la-negacion-de-la-ideologia-de-genero-george-soros-y-sus-millones/

 

O artigo abaixo põe o dedo na ferida, ligando a ideologia, os lobbies económicos, o casamento destas com a política e organizações internacionais como a Open Society do George Soros, Coca Cola, a destruição da família, o retirar vínculos fortes para fragilização do indivíduo, o crescimento do poder do Estado:

 

Ideologia de género [sexo] e poder financeiro: o que está por trás da campanha mundial contra a família?

 

Os "novos direitos" desintegram a família para parir um homem solitário e sem raízes: o consumidor e súbdito perfeito.

 

A Pontifícia Universidade Santo Tomás de Aquino, em Roma, organizou no último dia 30 de Setembro o debate “Ideologia de género: uma revolução antropológica”, com a participação de Filippo Savarese, da “Manif Pour Tous – Itália”, da psiquiatra Dina Nerozzi, do padre dominicano Giorgio Maria Carbone, especialista em Bioética, e do economista Federico Iadicicco, membro da associação ProVita.

Federico Iadicicco abordou em particular os grandes interesses financeiros que propagam o chamado “indiferentismo sexual” e, por conseguinte, atacam a constituição familiar. Entre as observações compartilhadas pelo economista italiano, destacam-se:

  • Grandes corporações multinacionais como a Apple, a Coca-Cola, a Pepsi, a Nike, a Motorola, a Kodak, a Open Society de George Soros, as fundações MacArthur, Ford, Goldman e Rockefeller, entre outras gigantes, bancam grandes e constantes aportes de dinheiro às chamadas “causas LGBT”.
  • É de interesse dessas corporações desintegrar os “organismos intermediários”, como a família, a fim de destruir paulatinamente os laços comunitários e de relacionamento, deixando o ser humano cada vez mais sozinho e sem vínculos. Quanto mais solitário for o indivíduo, mais frágil ele será, e essa fragilidade torna-o um consumidor e um súbdito perfeito: ele buscará na compulsão do consumo as tentativas de preencher o próprio vazio. Além disso, sem vínculos familiares, sociais e comunitários fortes, ele representa pouco ou nenhum perigo para a gigantesca indústria que governa o mundo.
  • Particularmente importante para essa estratégia de desintegração humana é a popularização e generalização da chamada “barriga de aluguer”: afinal, quanto mais gente ignorar a identidade da própria mãe e do próprio pai, mais frágeis ficam os vínculos de paternidade-maternidade e filiação.
  • O poder económico e financeiro impõe a sua agenda aos poderes políticos, que passam a ser marionetas das grandes corporações mundiais. É chamativa, por exemplo, a grande atenção dedicada pelos organismos supranacionais à imposição da ideologia de género [sexo] nas legislações dos países. A Organização Mundial da Saúde, que deveria estar concentrada em resolver os verdadeiros problemas de saúde que afligem o mundo, está muito mais interessada em impor directrizes ideológicas de educação sexual para crianças e em implantar a teoria de género [sexo] nas escolas para manipular desde cedo as novas gerações.
  • Todos os países do Ocidente já adoptam alguma ou várias leis contrárias à família. Há muito mais projectos voltados a simplificar os divórcios do que a corroborar os casamentos. Em vez de se apoiar a família natural, composta por um homem-pai, uma mulher-mãe e os filhos amorosamente gerados, acolhidos e criados por eles, há muito mais empenho em esvaziar o conceito natural de matrimónio e equiparar ao casamento qualquer tipo de união romântica, por mais fugaz, despreparada e inconsistente que seja.
  • Para silenciar quem se opõe à equiparação das uniões gay ao casamento, assim como à adopção de crianças por pares do mesmo sexo, impõem-se leis apresentadas como de “combate à homofobia” que, basicamente, criminalizam a opinião e ameaçam com a cadeia os cidadãos dispostos a exercer o direito de pensar e de se expressarem livremente em defesa do conceito natural de matrimónio, por exemplo.
  • Os poderes financeiros mundiais influenciam o mundo inteiro de maneira não relacionada exclusivamente a uma determinada orientação política. No entanto, é notório que a ideologia da auto proclamada esquerda do século XXI promove abertamente o laicismo e o individualismo. Segundo Federico Iadicicco, 

“a ideologia de género [sexo] está para a esquerda de hoje como o marxismo esteve para a esquerda de ontem”.

https://pt.aleteia.org/2015/10/02/ideologia-de-genero-e-poder-financeiro-o-que-esta-por-tras-da-campanha-mundial-contra-a-familia/

Autocarro.PNG

 

Na vizinha Espanha, o autocarro que corajosamente alertou para o dogma da ideologia de género [sexo], foi "trucidado" e combatido por George Soros e os seus "parceiros". Quem não concorda com a visão da ideologia de género [sexo] é acusado de "ódio" porque se "recusam" a reconhecer os ditos direitos cívicos LGBTetc.

A comunidade LGBTetc usa a "moralidade" como arma contra os que defendem a moral de ter uma sexualidade ditada pelas características biológicas internas e externas e esquecem que os que contrariam a agenda ideológica de sexo, não atacam gays, lésbicas, trans, etc. por escolherem um percurso de vida diferente. O que não querem é que esse percurso seja ensinado e imposto, na escola, como inquestionável e têm o direito civil e a liberdade de expressão e de opinião de o questionar, e apresentar a sua visão.

Mas o que é que aconteceu com o autocarro que dizia que os rapazes têm pénis e as meninas vagina?

 

 A imagem mostra alguém que classifica de ódio a campanha do autocarro que veio relembrar a

Espanha que há marcas externas (e tb internas) que definem a identidade sexual de cada um​

 

Levantou oposição LGBTetc, foi acusado de fomentar o ódio e acabou por ser proibido de circular.

Onde está a tolerância do live and let live? (vive e deixa viver)

http://evangelicalfocus.com/europe/2361/Campaign_responding_to_gender_ideology_sparks_heated_debate_on_freedom_of_speech 

A título de exemplo, aqui segue grelha de implementação das temáticas da Educação para a Cidadania [...]  cada escola tem autonomia na escolha do tema principal etc. Mas o 1º Grupo de Temas é OBRIGATÓRIO EM TODOS OS ANOS DA ESCOLARIDADE, EM TODAS AS ESCOLAS.
 

Grelha.PNG

No 3º Grupo falta o tema OUTROS ( que aparece no diploma legal e aqui ignoraram, mas que abre janela para temas importantes como o Bem Estar das pessoas, dos Idosos...etc)

 

26.Jul.18

Médicos perguntam às crianças se namoram/se são homossexuais

Ontem, uma amada amiga ligou-me e contou-me que foi com o filho — que tem + ou - oito anos — à médica de família e, durante o questionário obrigatório (que vem do Ministério da Saúde), a sra. dra. perguntou ao menino se ele tinha NAMORADA ou NAMORADO.

A minha amiga ficou chocada, arrasada e insurgiu-se contra, mas a médica limitou-se a dizer que apenas obedecia a ordens.

 

Publiquei isto no meu mural do facebook e outra amiga partilhou a sua [má] experiência:

«Fui a uma consulta de rotina ao centro de saúde com os meus dois filhos 12 e 4 anos — centro de saúde, médica e enfermeira de família 5 estrelas. Como é costume levar os dois ao mesmo tempo [à consulta de rotina] aconteceu desta vez a mais velha ficar com a médica de família no gabinete a auscultar, pesar, medir tensão arterial, etc., enquanto fui com o mais novo à enfermeira (gabinete do lado) para a vacina (10 minutos +/-) . Tudo feito, exames e análises passadas, tudo correu muito bem como sempre... Em casa é que a minha filha me conta:


Mãe a médica fez-me uma pergunta parva.
Perguntou se eu já namorava?
Respondi que não...
E ela perguntou se eu namorasse se seria com um rapaz ou com uma rapariga?
E eu respondi que era um rapaz como é lógico e natural.....
A médica reagiu desculpando-se, que só fez a pergunta porque era uma indicação do Ministério da Saúde.

Quando ela me contou fiquei muito zangada e decepcionada, a minha vontade era ter mandado um email a dizer tantas e boas..... Mas tenho que lá voltar para entregar resultados de exames e aí vou ter oportunidade de conversar com ela pessoalmente.

Escusado será dizer que tive de conversar muito com a minha filha, inclusive sobre homofobia, pois há jovens nas igrejas a sofrerem perseguições acusados de homofobia pela parte de amigos e professores.»



Perante este cenário macabro e até ofensivo, o meu conselho é: PEÇAM O LIVRO DE RECLAMAÇÕES E EXPONHAM O VOSSO DESAGRADO E REPÚDIO POR TAL PRÁTICA.

Poso até estar enganada, mas talvez o ministério da Saúde esteja a fazer o questionário como forma de sondagem a fim de perceber se os ensinos na escola estão a resultar e se os pais reagem pacificamente a esta pergunta — se já estão doutrinados. CRIANÇA NÃO NAMORA.

Perguntar a uma menina se ela namora com uma menina ou com um menino, é incutir na sua mente que ambos os relacionamentos são iguais, perfeitamente normais e até recomendáveis. Não se esqueça, a médica de família é uma pessoa na qual as crianças devem confiar, portanto... 

 

«Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.»

 

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25.Jul.18

Transtorno de Identidade Sexual

Corey e Eric Maison, filha e pai transexuais (Foto: Reprodução/Instagram)

 

By Andrew Sims

 

Uma visão pós-moderna do mundo sugere que podemos ser o que quisermos e ninguém deveria interferir com as nossas decisões. No entanto, decidir de que sexo gostaríamos de ser leva esse conceito a um novo extremo. Mudanças na lei europeia e do Reino Unido permitem agora que pessoas com perturbação de identidade de género (transexualismo) alterem o sexo registado nas suas certidões de nascimento, mas será que modificações legais, hormonais e cirúrgicas lidam com o verdadeiro problema? Será que as pessoas transexuais têm os corpos errados ou têm antes as crenças erradas?

 

Em 11 de Julho de 2002, o Tribunal Europeu de Direitos Humanos determinou que o Reino Unido infringiu o direito à privacidade de Christine Goodwin, de acordo com o artigo 8 da Convenção Europeia de Direitos Humanos. Ao recusar-lhe o direito de se casar com seu parceiro, o governo do Reino Unido também infringiu o Artigo 12. [1] O tribunal também proferiu sentença semelhante no caso de 'I' contra o governo do Reino Unido. [2]

 

A questão era que Christine Goodwin e "I" afirmavam ser transexuais. Pessoas transexuais nascem com a anatomia e fisiologia de um sexo, mas têm uma crença inabalável de que pertencem ao sexo oposto. Estimativas do governo sugerem que existem cerca de 5.000 pessoas transexuais no Reino Unido, e os dados do NHS (National Health Service - Serviço Nacional de Saúde britânico) mostram que o serviço de saúde realizou 89 operações para reatribuir o género de uma pessoa no ano de 2001-2002, sendo que todas eram de homens. [3] Há alegações de que 10.000 dessas operações foram realizadas em todo o mundo. [4]

 

Em resposta à decisão europeia, o governo do Reino Unido decidiu alterar a legislação do Reino Unido para que as pessoas transsexuais possam "proteger sua privacidade" alterando o sexo registado em suas certidões de nascimento. Essa mudança no status legal também abriria o caminho para que eles se casassem com um parceiro do próprio sexo.

 

Actualmente, legisladores de todo o mundo estão procurando criar políticas que respeitem os direitos humanos das pessoas que se sentem marginalizadas e criem uma sociedade na qual ninguém seja discriminado. Isso está levando a uma mudança fundamental em relação aos princípios básicos anteriormente mantidos na maneira como vemos e valorizamos a vida humana. Resumindo o caso Goodwin, Lord Nicholls de Birkenhead perguntou: "Uma pessoa pode mudar o sexo com o qual nasceu?" A resposta que a sociedade decide aceitar revelará muito sobre a filosofia subjacente da natureza humana e a melhor forma de tratar as pessoas que, de alguma forma, são diferentes da maioria.

 

É necessário avaliar os melhores dados disponíveis sobre as causas e tratamento do transexualismo antes de formar opiniões sobre quais políticas beneficiarão mais essas pessoas.

 

Descrição médica

Na literatura médica, o transexualismo é mal definido, mas a maioria dos psiquiatras que estudam pessoas com os sintomas dizem que suas crenças podem ser descritas como "ideias sobrevalorizadas". [5] Pessoas com ideias sobrevalorizadas acreditam que algo seja verdadeiro além de qualquer limite da razão; Eles acreditam firmemente que são um sexo, embora todas as evidências físicas sugiram que eles são o outro.

Condições psiquiátricas semelhantes incluem dismorfofobia (noções grosseiramente perturbadas sobre a forma do corpo ou órgãos corporais) e ciúme mórbido (uma crença ilusória de que o seu parceiro está sendo infiel). Nesses casos, ninguém esperaria que o Estado modificasse a lei para acomodar as crenças dessas pessoas, embora a medicina possa tentar aliviar o paciente, por exemplo. com cirurgia estética para o nariz ou seios, ou por meio de aconselhamento (psicoterapia).

Objectividade científica

Desde meados do século XVII, as sociedades ocidentais adoptaram uma compreensão científica do mundo, baseada em observações físicas. Este processo aplica-se a determinar o sexo de uma criança ao nascimento, o que na maioria dos casos significa simplesmente procurar a presença de um pénis ou vulva.

Em caso de dúvida, os médicos procuram outras características específicas de género. Os machos têm cromossomas XY, enquanto as fêmeas têm dois cromossomas X; os machos têm testículos, enquanto as fêmeas têm ovários. Diferenças adicionais existem em outros órgãos sexuais internos; assim, por exemplo, os machos têm dutos de esperma, enquanto as fêmeas têm útero e trompas de falópio. Observando os marcadores bioquímicos, existem diferenças mensuráveis nos níveis de hormonas, como a testosterona e o estrogénio. Estes desencadeiam características sexuais secundárias, como pêlos faciais e forma do corpo.

Isso se encaixa com a descrição bíblica da humanidade que diz que os humanos são homens ou mulheres. Génesis 1:27 declara: 'Então Deus criou o homem à sua própria imagem, à imagem de Deus ele o criou; homem e mulher os criou.

Na maioria das pessoas, essas características sexuais surgem em simultâneo, embora haja algumas pessoas intersexuais nas quais haja uma confusão genuína (ver quadro), e pode ser muito difícil determinar o sexo da pessoa. Ao contrário das pessoas intersexuais, não há evidências de que as pessoas transexuais sejam fisiologicamente diferentes do sexo em que foram registadas no momento do nascimento.

 

Intersexo [hermafrodita]

Uma pessoa com uma condição intersexual nasce com cromossomas sexuais, genitália externa ou um sistema reprodutivo interno que não é considerado padrão para homens ou mulheres.

A frequência exacta dessas condições é difícil de determinar devido à confidencialidade que envolve os indivíduos afectados. Uma pesquisa que reviu a literatura entre 1955 e 1998 avaliou a frequência de algumas das situações mais comuns entre os sexos. [6]

Não XX e não XY - um em 1.666 nascimentos
Vagina mal desenvolvida ou ausente - um em cada 6.000 nascimentos
Síndrome de insensibilidade androgénica - um em 13.000 nascimentos
Hiperplasia adrenal congénita clássica - uma em 13.000 nascimentos
Ovotestículos - um em 83.000 nascimentos
Nenhuma causa médica perceptível - uma em 110.000 nascimentos
Síndrome de insensibilidade parcial ao andrógeno - uma em 130.000 nascimentos
Disgenesia gonadal completa - uma em 150.000 nascimentos

 

Sexo e género
Muitos comentadores apontam para a necessidade de distinguir sexo e género, em que sexo se refere à constituição biológica da pessoa, e género se aplica aos papéis e comportamento de uma pessoa. E para papéis de género, a situação é menos fixa. Por exemplo, pode-se dizer que um homem que gosta de cuidar de crianças tem boas habilidades de 'maternidade'.

As pessoas transexuais, no entanto, levam o debate adiante, alegando que não só realizam alguns dos papéis de género do sexo oposto, mas que "são" o sexo oposto.

Causas
Por algum tempo tem havido um debate sobre se essa percepção é puramente psicológica, ou se existe alguma influência física, como alguma forma de alteração estrutural no cérebro do indivíduo, que possa explicar a convicção de um homem de que ele é uma mulher. Há algumas alegações de que variantes na exposição pré-natal a hormonas ou pesticidas como o DDT podem influenciar a orientação sexual de uma pessoa e podem ter um papel no estabelecimento da transsexualidade. [7]

Noutro relatório, publicado na revista Nature, investigadores mediram o volume de uma área no núcleo vermelho (parte do tronco cerebral) em diferentes pessoas. Esta região é essencial para o comportamento sexual. Eles descobriram que, embora essa região fosse maior em homens do que em mulheres, os transexuais masculinos-para-femininos tinham regiões do tamanho de mulheres. [8] Isso levanta a questão de saber se as áreas do cérebro se desenvolvem e, em seguida, ditam o comportamento, ou se o tamanho delas muda em resposta ao comportamento alterado. Outra pesquisa citou um número excessivo de tias maternas, ordem de nascimento e o ser canhoto como indicadores de transexualidade. [9,10] A pesquisa sobre isso tem sido muito limitada e, na melhor hipótese, as sugestões só podem ser vistas como altamente especulativas.

De fato, a avaliação do Tribunal Europeu dos dados médicos e científicos concluiu que não há evidência científica para sugerir quaisquer fatores causais biológicos. [11]

Em vez disso, o Tribunal considerou que "é mais significativo [que] o transexualismo tenha amplo reconhecimento internacional como uma condição médica". Afinal de contas, disse o Tribunal, os médicos recentemente rotularam o transexualismo como "Transtorno da Identidade de Género" em um importante manual psiquiátrico, o Manual Diagnóstico e Estatístico (4ª edição) (DSM-IV). Além disso, o Tribunal apontou a inclusão do Transtorno da Identidade de Género na Classificação Internacional de Doenças (10ª Edição) da Organização Mundial de Saúde, embora o Tribunal não tenha mencionado que o termo transexualismo também é mantido nesse livro.

O problema aqui é que as classificações diagnósticas psiquiátricas não dizem nada sobre as causas subjacentes. Os termos pretendem puramente descrever sintomas, mas o Tribunal Europeu os tratou como se eles identificassem distúrbios físicos definidos que podem ser resolvidos por tratamentos físicos.

Numa tentativa de evitar esse tipo de mal-entendido, o DSM-IV começa com uma declaração cautelosa enfatizando que seu propósito é fornecer descrições claras das categorias de diagnóstico, a fim de permitir que médicos e investigadores diagnostiquem, comuniquem, estudem e tratem pessoas com vários transtornos mentais. É para ser entendido que a inclusão aqui ... não implica que a condição preenche os critérios legais ou outros não médicos para o que constitui doença mental, transtorno mental ou deficiência mental. '

Tratamento
A grande questão aqui é se devemos tratar o corpo da pessoa de modo que ela se adapte à sua auto-imagem; dar tratamento psicológico que vise alterar a auto-imagem da pessoa para se adequar ao seu corpo, ou apoia-la enquanto ela vive em seu estado contraditório.

No caso do transexualismo, não há consenso entre os médicos sobre a eficácia dos tratamentos psicológicos, mas há evidências de que, pelo menos numa proporção, a qualidade de vida das pessoas transexuais pode ser melhorada pelo tratamento hormonal e pela cirurgia plástica.

Os tratamentos hormonais alteram a aparência de uma pessoa, mas não são isentos de riscos. Para pessoas transexuais homens-para-mulheres, uma revisão científica descobriu que elas incluem um aumento de 20 vezes na trombose venosa, um aumento significativo na prolactina, o que aumenta a possibilidade de estimular alguns tumores sensíveis a hormonas e a depressão. [12] A mesma revisão também observou que “riscos adversos sérios podem ser subestimados” em pacientes mudando de mulheres para homens. Estes incluem aumento do peso, diminuição da sensibilidade à insulina, perfil lipídico deficiente e aumento da massa de glóbulos vermelhos.

A cirurgia necessária para realizar as mudanças físicas também é complexa e envolve inúmeras intervenções. Para pessoas transexuais masculinos-para-femininos, isso inclui a remoção do pénis e dos testículos e a criação de uma bolsa vaginal artificial. Pacientes do sexo feminino para o sexo masculino precisam de pénis artificiais que geralmente são construídos com pele e músculo do braço da pessoa. Embora sejam feitas tentativas para manter sensibilidade nos órgãos recém-criados, eles não respondem de maneira totalmente normal à excitação sexual.

Os transexuais femininos-para-masculinos também têm uma mastectomia dupla e algumas pessoas fazem uma cirurgia na laringe para alterar o tom de suas vozes. Além disso, muitos têm cirurgia plástica para feminizar ou masculinizar seus rostos. [13] Os defensores do tratamento argumentam que passar por esse grau de desconforto mostra o nível de comprometimento e convicção das pessoas transexuais, e as revisões científicas indicam que a maioria das pessoas transexuais está feliz com sua nova identidade. [14]

É importante notar, porém, que o compromisso e a convicção são características de muitas condições psiquiátricas em que os indivíduos se apegam a crenças que não se encaixam nos factos. O grau de convicção com o qual uma crença é mantida não deve determinar a sua validade.

Transtorno de identidade de género é um descompasso entre a percepção de uma pessoa de seu corpo e seu corpo real. O perigo é que, ao dar tanta atenção à mudança do corpo de uma pessoa para colocar os dois na linha, pouco esforço é dado para ajudar a pessoa a alterar sua percepção para se adequar ao seu corpo.

Além disso, nenhum dos tratamentos altera o sexo de uma pessoa, mesmo que ela possa ajudar uma pessoa a viver mais confortavelmente com o sexo escolhido. Afirmar que uma pessoa biologicamente normal pode mudar de sexo envolve ignorar a evidência física convincente de que seu sexo não mudou desde o nascimento. Uma operação pode alterar a aparência de uma pessoa, e a terapia hormonal pode se basear nisso e modificar o comportamento, mas o sexo biológico da pessoa permanece inalterado.


Sexualidade bíblica
A Bíblia ensina que os seres humanos são criados à imagem de Deus e de dois sexos - homem e mulher. [15] Jesus baseou-se nisso quando comentou: 'não haveis lido que no princípio o Criador “os fez macho e fêmea”, e disse: ”Por esta razão o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua esposa e os dois se tornarão uma só carne”’. [16]

O mandamento do Antigo Testamento 'não cometerás adultério' também indica que a relação sexual só deve ocorrer dentro da estrutura do casamento. [17] Sexo fora do vínculo matrimonial é errado, seja com alguém do mesmo sexo ou do sexo oposto [18].

Os cristãos reconhecem que o padrão ideal para a existência foi estragado quando a humanidade se rebelou contra as regras de Deus. Uma consequência disso é que os valores morais e os padrões sexuais foram distorcidos, de modo que as pessoas agora ignoram os padrões bíblicos de comportamento sexual.

A boa notícia no centro do cristianismo é que Jesus, através de sua morte e ressurreição, dá às pessoas nova vida e poder para mudar. Além disso, haverá um tempo no futuro quando toda a rebelião contra os planos de Deus chegará ao fim e um relacionamento perfeito com Deus poderá ser totalmente restaurado. Isso traz a esperança de que as pessoas transexuais possam encontrar apoio à medida que buscam viver de maneira honesta ao modo como Deus as criou, e abertas aos ideais de Deus.

Vale a pena notar que a Bíblia considera o celibato como um elevado chamado. Jesus era totalmente humano e masculino, mas nunca se casou nem teve relações sexuais. Ele também ensinou que o casamento não é para todos: alguns são eunucos porque nasceram assim; outros foram feitos assim por homens; e outros renunciaram ao casamento por causa do reino dos céus '[19]. O apóstolo Paulo também ensinou que 'é bom que um homem não se case', [20] enquanto ao mesmo tempo afirma o casamento como uma escolha legítima.

 

Certidões de nascimento
Muitos países tentam tornar a vida mais confortável para as pessoas transexuais, permitindo-lhes alterar as suas certidões de nascimento e, portanto, viver sem o medo da discriminação. [21] À primeira vista, isso pode parecer resolver algumas preocupações, mas também traz problemas distintos ao introduzir um elemento de engano num documento legal.

A mudança de identidade legal não pode ser absoluta. Por exemplo, na área de saúde, os médicos e enfermeiros precisam conhecer o sexo biológico de uma pessoa para fornecer o melhor atendimento médico. Organizações desportivas também estão preocupadas que não tenham certeza de quem está competindo em eventos femininos [22] e ministros da religião protestaram que não gostariam de se envolver em casar com pessoas do mesmo sexo biológico.

Para evitar essas situações, os políticos do Reino Unido planeiam permitir que serviços de segurança e saúde, organizações desportivas e seguradoras tenham acesso a certificados originais. Além disso, os ministros da religião não serão responsabilizados por processo judicial se recusarem casar com uma pessoa que suspeitem ser um transexual com reeducação sexual.

Os defensores do movimento para permitir às pessoas a liberdade de alterar as suas certidões de nascimento afirmam que isso manterá o Reino Unido alinhado com outros países. Um estudo de 1998 do grupo de pressão Liberty apontou para uma tendência dentro dos estados da Europa de introduzir algum reconhecimento da mudança de sexo. Dos 37 estados considerados pelos investigadores, 33 permitiram que as pessoas fizessem alterações em sua certidão de nascimento, embora a natureza dessa mudança variasse entre os países.

O movimento para ajudar as pessoas transexuais, permitindo-lhes redefinir o sexo, levanta questões importantes. Para começar, fingir mudar o sexo de uma pessoa influencia outras pessoas. Muitas pessoas querem usar aulas de ginástica feminina ou consultar uma médica. Eles podem se sentir intimidados e acreditar que sua privacidade foi invadida se tiverem que aceitar um instrutor de ginástica transexual ou um médico. E quanto a instalações como vestiários do clube desportivo? Qual deles deve usar uma pessoa transexual? A situação é ainda mais complexa se eles mudaram de sexo legalmente, mas não tiveram intervenção cirúrgica.

 

Casamento
Para satisfazer outras preocupações do Tribunal Europeu, também há movimentos para permitir que pessoas transexuais se casem com parceiros do sexo oposto ao seu sexo escolhido. Isso atravessa o conceito de casamento mantido por muitos grupos de fé e não-fé.

Parte da razão pela qual o casamento tem um status e privilégio especiais na sociedade é que ele proporciona um refúgio natural e seguro para a expressão sexual e a procriação, e é o fundamento mais seguro para criar filhos. Por definição, as relações transexuais envolvem um estilo de vida que exclui as relações sexuais autênticas e a procriação.

Tornar as identidades transexuais legais não apenas altera a lei do casamento, mas também viola o direito de uma pessoa saber que está se casando com alguém do sexo oposto.

 

Conclusões
Os cristãos devem assegurar que pessoas fracas e marginalizadas sejam protegidas. Como tal, devem endossar fortemente a salvaguarda dos direitos humanos básicos das pessoas transexuais, afirmar a sua dignidade e igualdade e ajudar a protegê-los da discriminação. Esse apoio, no entanto, precisa ser baseado numa avaliação honesta da situação. Qualquer solução que simplesmente finge que o sexo de uma pessoa não é biologicamente determinado é ao mesmo tempo desonesta e indiferente.

Da mesma forma, simplesmente ceder às solicitações e demandas médicas e legais das pessoas nem sempre fornecerá o apoio e os cuidados de que necessitam, especialmente se o cumprimento dessas demandas puder prejudicar a si e a seus familiares e amigos.

Pessoas transexuais também se queixam de solidão. Jesus passou muito do seu tempo com pessoas que se comportavam de maneiras que ele não aprovava. [23] O desafio para os cristãos é amar todas as pessoas genuinamente e encontrar maneiras de fazer amizade com elas, enquanto ao mesmo tempo indicando que elas não concordam com aspectos do estilo de vida da pessoa. No centro do evangelho cristão está a ideia de que Jesus pode ajudar as pessoas a mudar, por isso os cristãos devem trabalhar para criar ambientes onde as pessoas transexuais possam conhecer o Deus que os ama e deseje restaurá-los à plena saúde psicológica.


As pessoas nas profissões de assistência precisam fornecer apoio profissional compassivo para pessoas transexuais que não envolvam qualquer forma de engano.

 

References
1. Goodwin v UK Government 2002
2. 'I' v UK Government 2002
3. House of Commons. Hansard 26 Feb 2003: Column 616W
4. Israel G & Tarver DE. Transgender Care. Philadelphia: Temple University Press, 1997
5. Gelder MG, López-Ibor JJ & Andreasen NC. New Oxford Textbook of Psychiatry. OUP. pp62 & 66. 2000
6. Blackless M, et al. How sexually dimorphic are we? Review and synthesis. Am J Hum Biol 2000; 12: 151-166
7. Dorner G et al. Genetic and Epigenetic Effects on Sexual Brains Organization Mediated by Sex Hormones. Neuroendocrin Let 2001; 22: 403-409
8. Zhou JN et al. A sex difference in the human brain and its relation to transsexuality. Nature 1995; 378: 68-70
9. Green R. Family occurence of “gender dysphoria”: ten sibling or parent-child pairs. Arch Sex Behav 2000; 29: 499-507
10. Green R and Keverne EB. The disparate maternal aunt-uncle ratio in male transsexuals: and explanation invoking genomic imprinting. J Theor Biol 2000; 202: 55-63
11. Goodwin v UK Government, 2002
12. Moore E, Wisniewski A & Dobs A. Endocrine treatment of transsexual people: a review of treatment regimens, outcomes and adverse effects. J Clin Endocrinol Metab 2003; 88: 3467-3473
13. Monstrey S et al. Surgical therapy in transsexual patients: a multidisciplinary approach. Acta Chir Belg 2001; 101: 200-209
14. Monstrey S. ibid.
15. Genesis 1:27
16. Matthew 19:4-5
17. Exodus 20:14
18. Leviticus 18:22, 20:10
19. Matthew 19:12
20. 1 Corinthians 7:1
21. Integrating Transsexual and Transgendered People - A Comparative Study of European, Commonwealth and International Law. Liberty. 1998
22. Barnes S. Welcome to sport's twilight world, where Tina Henman wins Wimbledon. The Times, 23 January, 2004
23. Luke 5:30-32

 






 

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